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Massey Ferguson leva à Agrishow 2026 soluções para reduzir custos na cana-de-açúcar com foco em eficiência e tecnologia

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Portfólio completo mira eficiência e redução de custos no setor canavieiro

A Massey Ferguson apresenta na Agrishow 2026 um portfólio completo de soluções voltadas ao setor canavieiro, com foco em eficiência operacional, conectividade e sustentabilidade. As novidades contemplam todas as etapas da produção, desde o preparo do solo até o manejo da palha, atendendo às demandas de usinas e produtores ao longo de todo o ciclo da cultura.

Segundo a empresa, a estratégia é oferecer um ecossistema integrado de máquinas, tecnologias e serviços, com o objetivo de elevar a produtividade e reduzir custos em uma atividade que exige operação contínua durante todo o ano.

MF 8S Xtra se destaca pela eficiência no consumo de combustível

Em um cenário de altos custos com diesel, o trator MF 8S Xtra é um dos principais destaques da marca. O modelo foi reconhecido pela DLG PowerMix como um dos mais eficientes em consumo de combustível do mercado.

Disponível nas versões de 265 cv, 285 cv e 305 cv, o equipamento é indicado para operações de grande escala, como o preparo de solo em áreas extensas e atividades integradas. A transmissão Dyna-VT (CVT) garante maior eficiência operacional, suavidade na condução e melhor aproveitamento da potência em diferentes condições de trabalho.

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O modelo também conta com sistema de tráfego controlado, que permite que as operações sejam realizadas sempre nos mesmos rastros definidos por tecnologias de agricultura de precisão. O recurso contribui para a redução da compactação do solo, favorecendo a produtividade e a sustentabilidade das lavouras.

Séries MF 5M e MF 6M ampliam soluções para a cana-de-açúcar

A Massey Ferguson também destaca as séries MF 5M e MF 6M, desenvolvidas para atender diferentes perfis de produtores e necessidades operacionais no setor canavieiro.

A série MF 5M, com potência entre 105 cv e 145 cv, é indicada para tratos culturais como adubação e cultivo. Os modelos combinam versatilidade, robustez e tecnologia embarcada, incluindo piloto automático e monitoramento remoto.

Já a série MF 6M foi projetada para operações mais exigentes, como o transbordo e atividades em ambientes de alta demanda. Com estrutura reforçada e maior capacidade hidráulica, os tratores oferecem resistência e durabilidade. O modelo MF 7718, da linha MF 7700, também se destaca nesse segmento, com transmissão Dyna-6 automática, que alia eficiência operacional e baixo consumo de combustível.

Pulverizador MF 500R amplia precisão na aplicação de defensivos

Outro destaque da marca é o pulverizador MF 500R na versão canavieira, que traz soluções específicas para a cultura da cana-de-açúcar. O equipamento permite aplicação em meia barra, aumentando a precisão e reduzindo desperdícios.

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As tecnologias embarcadas incluem controle individual de gotas e sistemas avançados de nivelamento de barra, que elevam a eficiência da aplicação de defensivos. O conjunto é complementado pela transmissão inteligente Smart Frame e pelo motor AGCO Power, que contribuem para a redução do consumo de combustível e maior desempenho operacional.

Enfardadora MF 2234 impulsiona uso da biomassa da cana

No manejo da palha da cana, a enfardadora MF 2234 se destaca como solução para o aproveitamento da biomassa. O equipamento oferece alta capacidade de compactação, facilitando o transporte e o armazenamento da palha.

O sistema automatizado de controle de densidade dos fardos melhora a eficiência logística e reduz perdas, além de viabilizar o uso da biomassa na geração de energia, ampliando as possibilidades de aproveitamento econômico da cultura.

Estratégia reforça produtividade e sustentabilidade no campo

Com os lançamentos apresentados na Agrishow 2026, a Massey Ferguson reforça sua estratégia de oferecer soluções integradas que combinam produtividade, eficiência operacional e sustentabilidade.

A proposta é atender às demandas do setor sucroenergético com tecnologias que contribuam para a redução de custos, maior rendimento no campo e aumento da competitividade das operações agrícolas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina desaceleram em volume em março, mas receita cresce com valorização internacional

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As exportações brasileiras de carne bovina apresentaram desaceleração no ritmo de crescimento do volume embarcado em março de 2026, mas registraram avanço expressivo nas receitas, impulsionadas pela valorização dos preços no mercado internacional.

De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), compilados pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), o cenário reflete a alta da arroba do boi gordo no Brasil, aliada à recente desvalorização do dólar, fatores que contribuíram para elevar o valor da carne brasileira no exterior.

Volume cresce menos, mas receita avança com força

Em março de 2026, as exportações de carne bovina in natura cresceram 8,95% em volume na comparação com o mesmo mês de 2025, totalizando 233,79 mil toneladas.

Por outro lado, a receita teve aumento mais expressivo, com alta de 29,14%, alcançando US$ 1,36 bilhão.

O resultado indica desaceleração frente aos meses anteriores. Em janeiro e fevereiro, os embarques haviam avançado 28,7% e 24%, respectivamente. Já as receitas cresceram 42,5% e 41,9% nesses períodos.

Base elevada de 2025 limita crescimento mais acelerado

Segundo a Abrafrigo, o desempenho de 2026 parte de uma base de comparação elevada, devido aos recordes mensais registrados ao longo de 2025. Esse fator reduz a possibilidade de manutenção de taxas mais intensas de crescimento.

A carne bovina in natura segue como principal produto exportado, representando cerca de 90% das vendas externas do setor.

Exportações totais têm alta em receita e queda no volume em março

Considerando carne in natura, industrializada e subprodutos — como miudezas, tripas e sebo bovino —, o setor registrou crescimento de 21,42% na receita em março, somando US$ 1,476 bilhão.

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No entanto, o volume total exportado recuou 6,65% no mesmo período, atingindo 270,53 mil toneladas.

Primeiro trimestre mantém desempenho positivo

No acumulado do primeiro trimestre de 2026, as exportações totais do setor avançaram 32,29% em receita, totalizando US$ 4,32 bilhões.

Em volume, o crescimento foi de 10,98%, alcançando 827,64 mil toneladas.

Carne in natura lidera crescimento no trimestre

As exportações de carne bovina in natura registraram alta de 37,45% em receita no primeiro trimestre, somando US$ 3,98 bilhões.

O volume embarcado cresceu 19,92%, totalizando 700,98 mil toneladas.

O preço médio da carne exportada também apresentou valorização, com alta de 14,61%, atingindo US$ 5.642 por tonelada, frente aos US$ 4.954 por tonelada no mesmo período de 2025.

China segue como principal destino das exportações

A China manteve a liderança entre os importadores de carne bovina brasileira no primeiro trimestre de 2026.

As compras somaram US$ 1,816 bilhão, crescimento de 41,83% na comparação anual. O volume exportado atingiu 325,68 mil toneladas, avanço de 39,35%.

Considerando estimativas que incluem os embarques de março, o volume pode chegar a aproximadamente 474,08 mil toneladas no trimestre, o que representa 42,86% da quota de 1,106 milhão de toneladas com isenção de tarifa adicional.

Ainda restariam cerca de 631,92 mil toneladas disponíveis para exportação sem a tarifa extra de 55%, embora os números possam ser revisados conforme novos dados oficiais.

O preço médio das exportações para o país asiático subiu 15%, alcançando US$ 5.578 por tonelada.

No período, a China respondeu por 46,42% do volume e 45,6% da receita das exportações brasileiras de carne bovina in natura.

Estados Unidos ampliam importações com déficit interno

Os Estados Unidos seguem como o segundo principal destino da carne bovina brasileira, impulsionados pelo déficit de abastecimento interno.

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As importações cresceram 60,96% em receita no primeiro trimestre, totalizando US$ 588,98 milhões.

Em volume, o avanço foi de 28,51%, para 98,17 mil toneladas. O preço médio subiu 25,25%, chegando a US$ 6 mil por tonelada.

O país representa 14% do volume exportado e 14,8% da receita.

União Europeia ocupa terceira posição entre compradores

A União Europeia mantém a terceira posição entre os principais destinos da carne bovina brasileira.

No primeiro trimestre, as exportações de carne in natura para o bloco cresceram 29,48% em receita, atingindo US$ 187,96 milhões.

O volume embarcado avançou 21,16%, totalizando 21,71 mil toneladas.

O preço médio foi de US$ 8.656 por tonelada, com valorização de 6,86%.

Considerando também produtos industrializados e subprodutos, as exportações totais para o bloco cresceram 49,84%, alcançando US$ 251,57 milhões.

Outros mercados registram crescimento expressivo

Entre os demais destinos, o Chile apresentou crescimento de 27,6% no volume e 36,9% na receita, totalizando 38,76 mil toneladas e US$ 224,1 milhões.

A Rússia registrou forte expansão, com alta de 73,4% no volume e 91,1% na receita.

O México também se destacou, com aumento de 37,5% no volume e 55,6% no valor, somando 18,37 mil toneladas e US$ 105,3 milhões.

Exportações alcançam mais de 100 mercados em expansão

No total, 106 países ampliaram suas importações de carne bovina brasileira no primeiro trimestre de 2026, enquanto 49 reduziram suas compras, evidenciando a diversificação dos destinos e a resiliência do setor no comércio internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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