A Escola Estadual de Tempo Integral Daury Riva tem se destacado com o projeto “Cultivando o Futuro: Educação, Sustentabilidade e Práticas na Escola”, uma iniciativa que vem transformando o processo de ensino-aprendizagem por meio da integração entre conteúdo pedagógico e práticas sustentáveis. A proposta busca estimular nos estudantes a consciência ambiental, hábitos saudáveis e o senso de responsabilidade com o meio em que vivem.
A partir da criação e manutenção de uma horta escolar, os alunos passam a vivenciar, na prática, conteúdos trabalhados em sala de aula. A experiência torna o aprendizado mais dinâmico, participativo e conectado à realidade, além de incentivar a curiosidade e a busca ativa por conhecimento.
Segundo o professor Cleber Borges dos Santos, que atua com protagonismo estudantil, o projeto fortalece o envolvimento dos alunos nas atividades da escola. “A gente incentiva muito a participação deles. No clube, eles trazem ideias, ajudam no plantio e se sentem responsáveis pelas ações. É um momento de interação, de trabalho em grupo e de desenvolvimento do respeito e da coletividade”, destacou.
Para o professor de matemática e pensamento científico, Eder Rodrigues dos Santos, a horta vai além do cultivo de alimentos. “Ela é um espaço de aprendizado prático, onde os alunos desenvolvem conhecimentos em ciência e matemática, além de valores como responsabilidade, paciência e trabalho em equipe. Investir na horta é investir em educação, saúde e futuro”, afirmou.
Os estudantes também relatam mudanças significativas na forma como enxergam o aprendizado e sua participação na escola. Kaiky Frasson, do 7º ano, conta que passou a se sentir mais valorizado. “Antes eu achava que minha opinião não fazia diferença, mas no clube aprendi que posso contribuir e ajudar a construir coisas com meus colegas. Isso me fez sentir protagonista”, disse.
Já Maria Luísa Oliveira Souza, também do 7º ano, destaca o ambiente acolhedor e colaborativo. “No clubinho eu me sinto respeitada e ouvida. A gente aprende a trabalhar em equipe, dividir tarefas e resolver problemas juntos. Isso me deixou mais confiante e responsável”, relatou.
Além de estimular o trabalho em equipe, o projeto contribui para o desenvolvimento do pensamento crítico e científico, já que os alunos são incentivados a observar, analisar e buscar soluções para os desafios encontrados no cultivo da horta.
Por fim, a diretora da escola Rosicacia Florêncio Costa, avalia que a iniciativa também fortalece a cultura maker, colocando os estudantes como protagonistas do próprio aprendizado, com atividades práticas que desenvolvem autonomia e criatividade. “Ao compreenderem a origem dos alimentos e a importância da preservação ambiental, os jovens passam a adotar atitudes mais conscientes no dia a dia e a convivência na escola fica muito melhor”, finalizou.
Empresas de Mato Grosso devem se preparar para a adoção do novo modelo de Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), que passará a utilizar letras e números a partir de 1º de julho de 2026. Embora a alteração seja aplicada apenas às novas inscrições, todos os contribuintes precisarão adequar seus sistemas para reconhecer o formato alfanumérico e evitar falhas em processos fiscais e administrativos.
A mudança foi instituída pela Receita Federal e tem como objetivo ampliar a capacidade de geração de novos números de inscrição diante do crescimento contínuo da atividade empresarial no país. Os CNPJs já existentes permanecem válidos e não sofrerão qualquer alteração.
Apesar de atingir diretamente apenas as novas empresas e filiais registradas a partir da entrada em vigor da medida, a adaptação dos sistemas será necessária para garantir o correto funcionamento de rotinas como emissão de documentos fiscais, validação cadastral, integração de informações e comunicação com clientes e fornecedores.
A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) orienta que as empresas iniciem o processo de adequação o quanto antes, especialmente aquelas que utilizam sistemas próprios de gestão, faturamento ou emissão de documentos fiscais.
A recomendação também se estende a desenvolvedores de software, escritórios de contabilidade e fornecedores de soluções tecnológicas, que deverão assegurar a compatibilidade dos sistemas com os dois modelos de inscrição durante o período de convivência entre os formatos.
Por isso, é importante que os responsáveis pelas áreas de tecnologia e gestão verifiquem junto aos fornecedores de software se as adaptações necessárias já foram implementadas ou estão em andamento, evitando impactos operacionais após a entrada em vigor da nova regra.
Segundo a Receita Federal, a adoção do CNPJ alfanumérico garante a continuidade do cadastro nacional sem a necessidade de alterações nos registros já existentes, preservando a integridade das informações e ampliando a disponibilidade de combinações para futuras inscrições.
Mais informações sobre o novo formato do CNPJ podem ser consultadas no portal da Receita Federal.
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