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Macena inaugura terceiro Ponto de Apoio ao Trabalhador de Mobilidade Urbana no DF

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O secretário-executivo do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Chico Macena, participou nesta quarta-feira (7) da inauguração do terceiro Ponto de Apoio ao Trabalhador de Mobilidade Urbana do Distrito Federal, localizado no Setor Hoteleiro Norte, em Brasília.

O espaço é resultado de uma parceria entre o MTE e o Governo do Distrito Federal (GDF) e foi criado para oferecer melhores condições de trabalho, conforto e acolhimento aos trabalhadores da mobilidade urbana, como motoristas de aplicativos. O local conta com infraestrutura equipada com banheiros, acesso à internet, pontos de recarga para celulares, espaço para refeições e área de descanso.

Outras duas unidades já foram implantadas no Gama e em Águas Claras, ampliando a rede de apoio aos trabalhadores do setor no Distrito Federal.

Durante a inauguração, Chico Macena anunciou que uma parceria entre o Ministério do Trabalho e Emprego e a Fundação Banco do Brasil permitirá a implantação de 100 Pontos de Apoio ao Trabalhador de Mobilidade Urbana em diferentes regiões do país.

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Segundo o secretário-executivo, a iniciativa representa um avanço na valorização desses profissionais e na promoção de condições mais dignas de trabalho. “Esses trabalhadores precisam ter direitos e espaços adequados de apoio. Esse ponto representa mais dignidade, acolhimento e qualidade de vida para quem passa horas nas ruas trabalhando”, afirmou.

Macena também destacou a importância da parceria com o GDF, responsável pela cessão dos espaços utilizados para implantação das unidades. Além disso, informou que o governo federal estuda alternativas de financiamento para facilitar a renovação da frota de veículos utilizada por motoristas de aplicativos e taxistas.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Nacional

Paraná recebe Defensoras Populares e conclui implementação da iniciativa em dez estados

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Curitiba, 29/6/2026 – O projeto Defensoras Populares foi lançado no sábado (27), em Curitiba (PR), marcando a conclusão do ciclo de implementação em dez estados brasileiros. Promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a iniciativa fomenta a educação em direitos, amplia o acesso à Justiça e contribui para prevenir a violência de gênero por meio da formação de lideranças femininas em seus territórios.

O projeto integra o programa Antes que Aconteça, da Secretaria Nacional de Acesso à Justiça (Saju), e o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio. Desenvolvido em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), tem como objetivo fortalecer as redes comunitárias de proteção e ampliar o acesso das mulheres aos serviços de Justiça e de assistência.

A cerimônia contou com a presença de deputadas federais, vereadoras, representantes do sistema de Justiça e do Governo Federal. Também participou da mesa de abertura a deputada federal e ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, reforçando o compromisso interinstitucional no enfrentamento da violência contra as mulheres.

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O lançamento ocorreu em um contexto de agravamento da violência doméstica e familiar no estado. Segundo dados da Divisão de Polícia Especializada (DPE) da Polícia Civil do Paraná, mais de 70 mil denúncias foram registradas no último ano. No mesmo período, cerca de 32 mil medidas protetivas foram solicitadas. Embora os números tenham aumentado em relação ao ano anterior, especialistas apontam que esse crescimento também reflete uma maior disposição das vítimas em denunciar as agressões.

Para a secretária nacional de Acesso à Justiça do MJSP, Sheila de Carvalho, os indicadores reforçam a necessidade de fortalecer as redes de proteção e garantir que as mulheres conheçam seus direitos e os mecanismos disponíveis para romper o ciclo da violência.

“A violência contra as mulheres não é um problema privado, é uma grave violação de direitos humanos que exige respostas coletivas e permanentes do Estado e da sociedade”, enfatiza.

Ainda de acordo com a secretária, o crescimento das denúncias também mostra que mais mulheres estão encontrando caminhos para pedir ajuda, e o projeto Defensoras Populares nasce justamente para ampliar esses caminhos, formando mulheres que se tornam pontes de informação, acolhimento e acesso à Justiça em suas comunidades, afirma.

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Com a conclusão da implementação nos dez estados contemplados, o projeto consolidou uma estratégia nacional de prevenção baseada no fortalecimento de lideranças femininas, na promoção da cidadania e na construção de redes comunitárias capazes de identificar situações de violência, orientar mulheres sobre seus direitos e facilitar o acesso aos serviços de proteção.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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