Mato Grosso

Polícia Civil prende homem suspeito de estupro contra cunhada em Rondonópolis

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A Polícia Civil prendeu um homem, de 26 anos, investigado pelo crime de estupro contra uma adolescente de 14 anos, em Rondonópolis. A prisão ocorreu nessa segunda-feira (11.5), após diligências policiais da realizada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Rondonópolis.

A ação teve início após a equipe de investigadores tomar conhecimento de um boletim de ocorrência registrado pelo Conselho Tutelar, que relatava suspeitas de violência sexual praticada pelo cunhado da vítima, com quem ela residia na mesma casa.

As informações chegaram às autoridades após acionamento da equipe psicossocial da Escola, que identificou indícios de abuso e comunicou imediatamente os órgãos responsáveis, possibilitando a rápida atuação da rede de proteção.

Conforme apurado preliminarmente, a adolescente relatou episódios recentes de importunação e abuso sexuais praticados pelo suspeito. Diante da gravidade dos fatos e visando garantir a proteção da vítima, a equipe da Delegacia Especializada iniciou diligências investigativas imediatas.

Os policiais civis se deslocaram até a unidade escolar onde a adolescente estudava, local em que o suspeito costumava buscá-la. Ao chegarem ao local, os investigadores localizaram o homem nas proximidades da escola.

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Durante a abordagem, ele confirmou sua identidade, sendo imediatamente preso em flagrante e conduzido à autoridade policial competente para as providências legais cabíveis.

O caso segue sob investigação da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Rondonópolis, que reforça seu compromisso no enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes, bem como no acolhimento e proteção das vítimas.

Denúncias

A Polícia Civil ressalta a importância das denúncias em casos de violência sexual ou qualquer violação de direitos contra crianças e adolescentes, que podem ser realizadas de forma anônima pelos canais 197, 181 e Disque 100.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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