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MME reforça o papel do planejamento energético para o desenvolvimento da eletromobilidade brasileira

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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta quarta-feira (13/5), do Congresso Internacional da Mobilidade Elétrica e Baixo Carbono (Conatre). Durante o encontro, foram destacadas as principais rotas tecnológicas voltadas à mobilidade sustentável, como a eletromobilidade, o hidrogênio e os biocombustíveis.

Representando a Pasta, o diretor do Departamento de Planejamento e Outorgas de Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica e Interligações Internacionais, Guilherme Zanetti, ressaltou a importância do planejamento energético para impulsionar o mercado verde e projetar cenários de longo prazo para a eletromobilidade no Brasil.

“O MME trabalha para garantir a evolução da matriz energética brasileira com segurança energética e sustentabilidade. Os instrumentos de planejamento, como o Plano Nacional de Energia 2055, apontam que a descarbonização da indústria será apoiada por um portfólio diversificado de soluções para mitigação de gases de efeito estufa, com destaque para a manutenção da elevada participação da biomassa e para a eletrificação, que juntas poderão representar cerca de 70% do consumo energético industrial em 2055″, destacou.

O diretor destacou ainda como a Política Nacional de Transição Energética (PNTE) fortalece a integração das ações de planejamento e amplia a capacidade do Brasil de expandir sua matriz de forma sustentável, reconhecendo a energia elétrica como insumo básico para o desenvolvimento do país. 

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PDE 2035

Dados do Caderno de Eletromobilidade do Plano Decenal de Energia (PDE) 2035 apontam que a frota de veículos leves eletrificados deverá crescer de maneira exponencial no país, podendo atingir 3,7 milhões de unidades até 2035. Com isso, a demanda de eletricidade associada ao setor poderá saltar de 627 GWh, em 2025, para 7,8 TWh em 2035.

O estudo também destaca o avanço da eletrificação do transporte público. A expectativa é que a frota de ônibus eletrificados alcance 48,5 mil unidades, impulsionada por políticas públicas estaduais e municipais, além dos R$ 7,3 bilhões disponibilizados pela União por meio do Novo PAC. Acesse aqui

O evento reuniu especialistas da indústria, academia e governo para debater inovação e desenvolvimento sustentável no setor de mobilidade.

 

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Duplicação da BR-423/PE avança com pavimentação prevista para começar até junho

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A duplicação da BR-423/PE deve entrar na etapa de pavimentação até junho de 2026, com previsão de concluir 15 quilômetros no mesmo ano, no lote 1, entre São Caetano e Lajedo. O Governo do Brasil assinou a ordem de serviço em 8 de novembro de 2023, e as equipes já executam serviços de drenagem e terraplenagem. Desde a assinatura da ordem de serviço pelo Governo do Brasil, o contrato de R$ 330,4 milhões chegou a 10% de execução.

A obra é uma demanda aguardada há décadas no agreste pernambucano. O trecho em execução faz parte de um corredor que liga Pernambuco a Alagoas e Bahia, integra cidades como Caruaru (PE), Ouro Branco (AL) e Paulo Afonso (BA), e beneficia diretamente cerca de 350 mil habitantes. A melhoria vai ampliar a segurança viária, dar mais fluidez ao tráfego e reduzir custos logísticos em uma região marcada pela produção leiteira, avícola e pelo potencial turístico.

Primeiro lote tem 43,1 quilômetros

O lote 1 contempla 43,1 quilômetros entre São Caetano (PE) e Lajedo (PE). A ordem de serviço foi assinada no Palácio do Planalto pelo ex-ministro dos Transportes e senador, Renan Filho, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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Duplicação completa terá 80,2 quilômetros

A intervenção na BR-423/PE foi dividida em dois lotes. Além do trecho entre São Caetano e Lajedo, o projeto prevê a ampliação de mais 40 quilômetros de pistas entre Lajedo e Garanhuns, também no interior de Pernambuco.

Ao todo, a ampliação de capacidade da BR-423/PE soma 80,2 quilômetros e tem valor estimado de R$ 520 milhões. O orçamento de 2026 prevê R$ 27 milhões na Lei Orçamentária Anual e R$ 17 milhões em restos a pagar.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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