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Oferta Permanente de Concessão poderá chegar a 495 blocos exploratórios

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A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou, na terça-feira (12/5), a atualização do edital da Oferta Permanente de Concessão (OPC), com a inclusão de 45 novos blocos exploratórios para exploração e produção de petróleo e gás natural. A medida amplia o portfólio disponível para futuras rodadas e fortalece o ambiente de investimentos no setor energético brasileiro.

Do total de novas áreas, 37 blocos estão localizados offshore, nas bacias de Campos e Santos, e oito são terrestres, na Bacia Potiguar. Com a atualização, o edital da OPC passa de 450 para 495 blocos exploratórios disponíveis, além de cinco áreas com acumulações marginais. Todos os blocos incluídos possuem manifestações conjuntas válidas do Ministério de Minas e Energia (MME) e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).

A inclusão das novas áreas busca ampliar a atratividade da Oferta Permanente, principal modalidade de licitação para exploração e produção de petróleo e gás natural no país. O modelo permite a oferta contínua de blocos exploratórios e áreas devolvidas ou não arrematadas em rodadas anteriores, garantindo maior previsibilidade e dinamismo ao mercado.

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A atualização do edital não altera as regras já estabelecidas para a Oferta Permanente de Concessão. Segundo a ANP, a medida contribui para a possibilidade de realização de um novo ciclo da OPC ainda em 2026, ampliando oportunidades para empresas interessadas em atuar no setor de exploração e produção de petróleo e gás natural no Brasil.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Como a energia chega até sua casa: conheça as etapas do setor elétrico brasileiro

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A energia elétrica é um serviço essencial para a sociedade e está presente em praticamente todas as atividades do dia a dia dos brasileiros. Seu fornecimento depende de uma ampla estrutura que conecta usinas, linhas de transmissão e redes de distribuição em todo o país. Para garantir que a energia chegue aos consumidores de forma segura e contínua, o setor elétrico brasileiro é organizado em etapas que envolvem geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia.

O funcionamento integrado dessas atividades garante que a energia produzida nas usinas seja entregue com segurança aos consumidores.

Da usina às linhas de transmissão

O primeiro passo é a geração de energia. No Brasil, a eletricidade é produzida por diferentes fontes, como hídrica, solar, eólica e térmica. Após a geração, a energia é transportada pelas linhas de transmissão em alta tensão, que conectam as usinas aos centros consumidores.
A transmissão é responsável por transportar grandes volumes de energia por longas distâncias, aproveitando o potencial energético de todas as regiões do país.

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A etapa mais próxima do consumidor

Quando a energia elétrica chega às cidades, entra em ação o sistema de distribuição. As distribuidoras recebem a energia das redes de transmissão, reduzem a tensão em subestações e realizam a entrega para residências, comércios, indústrias, propriedades rurais, enfim, para toda a sociedade.

Além da distribuição física da energia, existem empresas responsáveis pela comercialização, atividade que envolve a compra e venda de energia elétrica entre agentes do setor.

O conjunto dessas etapas forma a cadeia responsável por garantir que a energia produzida nas usinas chegue aos consumidores em todo o território nacional.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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