Economia

MDIC lança Agenda Brasil Mais Competitivo para impulsionar produtividade e ambiente de negócios

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) realiza, na próxima quarta-feira (24/6), o lançamento da Agenda Brasil Mais Competitivo, iniciativa coordenada pela Secretaria de Competitividade e Política Regulatória (SCPR) que busca fortalecer a competitividade da economia brasileira por meio de ações estruturantes voltadas à melhoria do ambiente de negócios, ao aumento da produtividade e à redução de entraves ao desenvolvimento.

O evento será realizado às 11 horas e vai reunir representantes do governo federal, do setor produtivo e de entidades parceiras para apresentar as diretrizes e os principais eixos da nova agenda.

A Agenda Brasil Mais Competitivo sucede a Agenda de Redução do Custo Brasil e amplia o leque de atividades ao agregar uma visão mais abrangente e sistêmica sobre os fatores que influenciam a competitividade nacional. A proposta contempla iniciativas voltadas à melhoria regulatória, à transformação digital, à inovação, à inserção internacional e ao fortalecimento do ambiente de negócios.

Durante o lançamento, serão apresentados os objetivos estratégicos da agenda, governança e mecanismos de acompanhamento das ações previstas, com foco na promoção de um ambiente mais favorável aos investimentos, à geração de empregos e ao crescimento sustentável da economia.

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Serviço:

Lançamento da Agenda Brasil Mais Competitivo

Data: 24 de junho de 2026 (quarta-feira)

Horário: 11h

Transmissão ao vivo pelo YouTube do MDIC

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Economia

Competitividade, bioeconomia e abertura de mercados mobilizam Conexões Produtivas no Acre

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O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, participou, nesta terça-feira (1/7), em Rio Branco (AC), da 3ª edição do Conexões Produtivas – Oportunidades para a Indústria no Acordo Mercosul-União Europeia.

Promovida pelo MDIC com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a iniciativa reuniu empresário e instituições parceiras para apresentar as oportunidades abertas pelo acordo, além de instrumentos da Nova Indústria Brasil (NIB) voltados ao fortalecimento da indústria, da inovação e das exportações brasileiras.

Durante a abertura do encontro, Márcio Elias Rosa defendeu o fortalecimento da política industrial e da agenda de acordos comerciais como fatores essenciais para ampliar a presença da indústria brasileira no comércio internacional.

“Os tempos atuais mostram que quem não tem política industrial e não faz acordo fica para trás. O problema de você não fechar um acordo como esse com o Mercosul e a União Europeia não é porque você perde uma oportunidade. Você fica para trás. Outro ocupa o seu lugar”, afirmou o ministro.

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Ao abordar a agenda de comércio exterior, ele destacou a abertura de mercados como uma das principais estratégias do governo federal para ampliar as exportações e fortalecer a competitividade das empresas nacionais. O ministro lembrou que o Brasil já conquistou 642 novos mercados desde o início do atual governo e lembrou que a presença dos produtos brasileiros no exterior é essencial para gerar novas oportunidades para a indústria e o agronegócio.

O ministro ressaltou que a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é fortalecer o diálogo com os parceiros comerciais como estratégia para ampliar mercados e preservar os espaços conquistados pelos produtos brasileiros no comércio internacional.

Márcio Elias Rosa destacou que a sustentabilidade representa um diferencial competitivo para a indústria brasileira, ampliando as oportunidades da bioeconomia nos mercados internacionais.

“Não basta produzir barato. É preciso produzir com rastreabilidade, manejo sustentável e certificação. Nós, daqui da Amazônia Legal, temos a grande vantagem competitiva da sustentabilidade, da possibilidade concreta de produzir com sustentabilidade, com a menor emissão de gases de efeito estufa”, ressaltou.

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O ministro vê estados como o Acre em posição estratégica para agregar valor à produção regional a partir de uma economia baseada na sustentabilidade.

“Nós não podemos fazer pouco da nossa bioeconomia da Amazônia. Ao contrário. Se nós não realçarmos essa relevância, ninguém vai fazer. Se nós não dermos a ela o verdadeiro valor que possui, ninguém dará”, afirmou.

Durante o encontro, o ministro também apresentou instrumentos de crédito, financiamento, inovação e apoio às empresas oferecidos pela Nova Indústria Brasil (NIB), reforçando a importância de aproximar o setor produtivo das políticas públicas voltadas ao aumento da produtividade, da competitividade e das exportações.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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