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Beef Hour das Raças na Feicorte 2026 reunirá 16 tipos de proteína e reforça integração da cadeia da carne no Brasil

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A Beef Hour das Raças será um dos principais destaques da Feicorte 2026 – Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne, que acontece de 23 a 26 de junho, no Recinto de Exposições Jacob Tosello, em Presidente Prudente (SP). A ação reforça a integração da cadeia produtiva da carne ao reunir genética, tecnologia e experiência sensorial em um mesmo ambiente.

Nesta edição, a atração amplia sua proposta e passa de 14 para 16 variedades de proteínas, consolidando-se como uma das maiores experiências gastronômicas e técnicas do setor pecuário brasileiro.

Degustação reúne 16 variedades e evidencia diversidade da proteína animal

A iniciativa será realizada em parceria com associações nacionais de criadores e produtores de todo o país, destacando a diversidade e a evolução da pecuária brasileira.

O cardápio contará com carnes de:

  • Nelore
  • Tabapuã
  • Brahman
  • Sindi
  • Gir
  • Guzerá
  • Brangus
  • Senepol
  • Angus
  • Bonsmara
  • Montana
  • Wagyu
  • Caracu
  • Texas Longhorn

Além dessas raças bovinas, a edição de 2026 traz duas novidades: carne de búfalo e cordeiro da raça Suffolk, ampliando o leque de proteínas apresentadas ao público.

Experiência conecta consumidor à cadeia produtiva da carne

Segundo a CEO da Verum, empresa organizadora da Feicorte, Carla Tuccilio, a Beef Hour das Raças reforça a conexão entre o campo e o consumidor final, evidenciando o valor agregado da cadeia produtiva da carne.

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A proposta é mostrar, de forma prática, como o avanço genético, a nutrição e a gestão de produção impactam diretamente na qualidade da proteína que chega ao mercado.

Zebu e cruzamentos industriais reforçam eficiência produtiva

A presença expressiva das raças zebuínas na programação, em parceria com a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), reforça o papel dessas genéticas na pecuária tropical.

Para o coordenador da ação pela ABCZ e presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Gir (Assogir), Jorge Sab, o Zebu é estratégico para atender à crescente demanda global por carne de forma eficiente e sustentável.

Segundo ele, a Beef Hour contribui para aproximar o consumidor da pecuária moderna e destacar o potencial de cortes especiais produzidos a partir dessas raças.

Raças europeias e adaptadas ampliam eficiência e qualidade da carne

A participação de raças como Angus e Senepol reforça o avanço dos cruzamentos industriais no Brasil, voltados à eficiência produtiva e qualidade de carne.

De acordo com a Associação Brasileira de Angus, iniciativas como a Beef Hour ajudam a consolidar a raça como referência em programas de carne premium no país.

Já a Associação Brasileira dos Criadores de Senepol destaca a importância da adaptação ao clima tropical, com desempenho produtivo aliado à maciez e qualidade da carne.

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A ABCB Bonsmara também ressalta o equilíbrio da raça entre desempenho, adaptação e qualidade de carcaça, com foco em eficiência econômica e produtividade em diferentes sistemas de produção.

Búfalo e cordeiro Suffolk estreiam na experiência gastronômica

Uma das principais novidades da Feicorte 2026 será a entrada da carne de búfalo na Beef Hour das Raças, marcando a participação da bubalinocultura no evento.

Segundo a Associação Brasileira de Criadores de Búfalos, a carne de búfalo vem ganhando espaço por seu alto teor proteico e características nutricionais diferenciadas, atendendo a um mercado em expansão.

Também estreia a carne de cordeiro da raça Suffolk, representando a ovinocultura de corte. A raça se destaca pela precocidade, acabamento de carcaça e maciez da carne, sendo referência na produção de cortes premium.

Feicorte reforça integração entre genética, produção e consumo

A Beef Hour das Raças consolida a Feicorte 2026 como um dos principais eventos da cadeia da carne na América Latina, ao integrar genética animal, tecnologia, produção e consumo em uma experiência única.

A ação reforça o protagonismo da pecuária brasileira na oferta de proteínas de alta qualidade e na evolução contínua dos sistemas produtivos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safra de algodão 2025/26 tem produção revisada para cima e pode atingir quase 4 milhões de toneladas

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A produção brasileira de algodão em pluma na safra 2025/26 ganhou novo impulso após revisão positiva divulgada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), baseada no 9º Levantamento da Safra de Grãos, a estimativa nacional passou para 3,98 milhões de toneladas, representando um aumento de 0,11% em relação à projeção divulgada no mês anterior.

O ajuste reforça a expectativa de uma safra robusta para o setor algodoeiro, mesmo diante da redução da área destinada ao cultivo em algumas regiões produtoras.

Área cultivada recua, mas produtividade avança

Segundo os dados analisados pelo Imea, a área plantada com algodão no Brasil foi estimada em 2,02 milhões de hectares, registrando redução de 0,96% em comparação com o levantamento de maio. A revisão ocorreu principalmente em Mato Grosso, principal produtor nacional da fibra, após atualizações realizadas com base em informações coletadas diretamente nas propriedades rurais.

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Apesar do recuo na área cultivada, os indicadores de rendimento apresentaram desempenho superior ao esperado. A produtividade do algodão em caroço foi revisada para 317,49 arrobas por hectare, crescimento de 1,08% frente à estimativa anterior.

Já a produtividade do algodão em pluma também apresentou avanço, alcançando 131,27 arrobas por hectare, resultado que contribuiu diretamente para a elevação da produção nacional projetada.

Condições climáticas favorecem desenvolvimento das lavouras

A melhora dos índices produtivos está associada às condições climáticas favoráveis observadas ao longo do ciclo da cultura. Conforme destaca o Imea, a boa disponibilidade hídrica durante fases decisivas do desenvolvimento das lavouras beneficiou importantes estados produtores, especialmente Mato Grosso, Bahia e Piauí.

O cenário climático positivo permitiu maior potencial produtivo e contribuiu para elevar o rendimento de pluma para 41,40%, índice considerado um dos mais altos já registrados na série histórica da Conab.

Perspectiva positiva para o setor algodoeiro

Com a combinação entre ganhos de produtividade e elevado rendimento de pluma, o Brasil segue consolidando sua posição entre os principais produtores e exportadores mundiais de algodão. A revisão para quase 4 milhões de toneladas reforça o potencial da safra 2025/26 e sinaliza uma oferta consistente da fibra para atender tanto o mercado interno quanto a demanda internacional.

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O desempenho das lavouras nos próximos meses continuará sendo acompanhado pelo mercado, mas os dados mais recentes indicam um cenário favorável para a cadeia produtiva do algodão brasileiro, impulsionado por avanços tecnológicos, manejo eficiente e condições climáticas adequadas nas principais regiões produtoras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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