Educação

MEC visita obras do Campus Fortaleza – São Gerardo do IFCE

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O ministro da Educação, Leonardo Barchini, visitou, nesta quinta-feira, 25 de junho, as obras do Campus Fortaleza – São Gerardo, do Instituto Federal do Ceará (IFCE), na capital cearense. O empreendimento recebe investimento de R$ 26,9 milhões, sendo R$ 25 milhões provenientes do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). Ao todo, o IFCE recebe R$ 234,2 milhões do Ministério da Educação (MEC), por meio do Novo PAC, para obras de expansão e consolidação da infraestrutura de unidades já existentes. 

A agenda também contou com a presença do secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marcelo Bregagnoli; e do reitor do IFCE, José Wally Mendonça. 

“Neste século, passamos pela maior expansão da educação profissional e tecnológica já vista no Brasil, com 622 novas unidades neste período”, disse Barchini. “Nós seguiremos trabalhando para consolidar e expandir ainda mais a Rede Federal, com o objetivo de chegar a mil institutos até 2030, sempre com qualidade e efetividade. Para isso, faremos mais 200 novas escolas, contemplando todos os estados brasileiros”. 

Nós seguiremos trabalhando para consolidar e expandir ainda mais a Rede Federal, com o objetivo de chegar a mil institutos até 2030, sempre com qualidade e efetividade”. Leonardo Barchini, ministro da Educação

Segundo o reitor do IFCE, o Campus Fortaleza – São Gerardo é um espaço muito aguardado pela população da região. “É uma oportunidade muito grande para uma comunidade que anseia há anos por essa escola, com cursos de ensino médio e de educação superior. É uma população que enfrenta condições precárias e que terão acesso a uma educação de qualidade que muitas outras não tiveram”, completou Mendonça. 

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O campus está sendo reformado e ampliado, uma vez que funcionava no local a Secretaria de Segurança Pública do Ceará. A futura unidade, doada pelo governo do Estado ao IFCE, contará com blocos de sala de aula e administrativo, laboratórios, restaurante estudantil, dentre outras estruturas. A nova unidade terá uma área total construída de 5.736 metros quadrados, dividida em guarita e quatro blocos: 

  • Bloco A: terá área construída de 1.154,45 metros quadrados, distribuída em dois pavimentos, concebidos para abrigar o setor administrativo; 
  • Bloco B: também com dois pavimentos, o local possuirá área construída de 1.207,07 metros quadrados, destinados aos setores administrativos e de convivência; 
  • Bloco C: o espaço foi construído com dois pavimentos que ocupam 1.754,93 metros quadrados e será composto por laboratórios, auditório e biblioteca; 
  • Bloco D: destinado às salas de aula, a unidade conta com 1.595,55 metros quadrados de área construída e dois pavimentos. 

A nova unidade também ganhará um restaurante estudantil e um bloco de laboratórios, com um valor de R$ 4 milhões. A obra conta com um refeitório com área construída de 349,52 metros quadrados no pavimento térreo e laboratórios com o mesmo tamanho no segundo pavimento.  

25/06/2026 - Ministro visita Futuras Instalações do IFCE Campus Fortaleza São Geraldo. Fotos Luís FortesMEC

IFCE – O Instituto Federal do Ceará possui 34 unidades em funcionamento, sendo 33 campi e um polo de inovação. Cerca de 57 mil alunos estão matriculados nos 473 cursos oferecidos, incluindo qualificação profissional, e aproximadamente 23,8 mil vagas são disponibilizadas todos os anos para ingressar no instituto. 

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Consolidação e Expansão – O Novo PAC também prevê recursos para a consolidação dos institutos federais, com investimento de R$ 1,6 bilhão. Essa ação tem como foco os campi que ainda não possuem infraestrutura completa. Durante a consolidação, as prioridades para investimento são a construção de restaurantes estudantis, bibliotecas, blocos de salas de aula e laboratórios, quadras poliesportivas e unidades em instalações definitivas. Para o IFCE, os investimentos na ação de consolidação somam R$ 67,1 milhões. No período de 2023 a maio de 2026, foram repassados R$ 52,7 milhões, com aditivos. Ainda estão previstos mais R$ 17 milhões.  

Já para a expansão dos institutos federais, o governo federal está implantando mais de 100 novas unidades em todo o país, também com recursos do Novo PAC, totalizando R$ 2,7 bilhões. A previsão é criar mais de 155 mil novas vagas de educação profissional e tecnológica, principalmente de cursos técnicos integrados ao ensino médio. Cada campus recebe investimento médio de R$ 25 milhões e terá capacidade de atender, em média, 1.400 estudantes. No IFCE, estão sendo investidos R$ 167,1 milhões para a construção de seis novos campi: Fortaleza – São Gerardo; Fortaleza – Messejana; Cascavel; Mauriti; Campos Sales; e Mangabeira. 

Resumo | Mais educação para o Ceará 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados

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As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop

A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.  

A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação. 

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Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares. 

Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná. 

Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo. 

O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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