Mato Grosso

“A equoterapia da Seduc proporcionou mais autonomia e bem-estar para minha filha”, afirma professora

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A professora Célia Margarida de Campos Leite afirma que o Equoeduc, programa de equoterapia desenvolvido pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc), tem proporcionado avanços para o bem-estar da filha que tem paralisia cerebral severa.

“Minha família tem se envolvido completamente nas atividades e respondido positivamente aos estímulos dos cavalos e dos profissionais que conduzem o atendimento. Ela ganhou mais autonomia e bem-estar. Tenho notado excelentes resultados com as sessões. Isso me leva a acreditar que a equoterapia é um tratamento de grande valia”, afirma Célia.

Estudante do 1º ano do Ensino Médio na Escola Estadual Antônio Epaminondas, em Cuiabá, Allanis Leite Machado, de 16 anos, se comunica apenas por gestos e expressões faciais.

Quando Célia fala sobre o impacto da equoterapia na vida da filha, é impossível não perceber a emoção em sua voz. Segundo a mãe, cada sessão do Equoeduc é uma oportunidade para a adolescente demonstrar satisfação e alegria.

“Os profissionais estão sempre garantindo um acompanhamento atencioso. Acredito que o acompanhamento contínuo e a dedicação deles são cruciais para os resultados positivos que Allanis tem alcançado. Essa assistência tem sido fundamental para sua reabilitação”, completa.

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O Equoeduc oferece atendimento individualizado, contando com psicólogos, fisioterapeutas, instrutores de equitação e auxiliares, que trabalham juntos para adaptar cada sessão às necessidades específicas de cada estudante.

O programa atende mais de 600 alunos da rede estadual, com foco na habilitação e reabilitação de pessoas com deficiência ou dificuldades de aprendizagem, como TDAH, dislexia e distúrbios sensoriais.

Além de contribuir para o fortalecimento muscular e a melhora da postura, o projeto promove o desenvolvimento global dos estudantes, ampliando sua interação social e qualidade de vida. Para Célia, o maior resultado vai além da questão física; é ver a filha mais confiante e feliz.

“É emocionante perceber que ela se sente bem, que está se desenvolvendo. Cada sorriso dela no haras é uma vitória para nós”, conclui.

Para participar do projeto, é preciso marcar uma avaliação com a equipe responsável através do telefone (65) 3613-6383 ou pelo endereço eletrônico: [email protected].

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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