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Abelhas nativas são mais vulneráveis a pesticidas e carecem de proteção legal

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Pesticidas ameaçam abelhas nativas no Brasil

Abelhas nativas, conhecidas como meliponíneos, são essenciais para a polinização de lavouras e ambientes naturais. Apesar disso, essas espécies estão mais expostas a pesticidas aplicados nas plantações, enquanto a legislação brasileira protege principalmente a Apis mellifera, espécie usada na produção de mel.

Pesquisadores alertam que as normas atuais não contemplam a diversidade de polinizadores, deixando as abelhas nativas vulneráveis aos efeitos tóxicos desses produtos.

Estudos mostram maior sensibilidade das abelhas sem ferrão

Uma pesquisa publicada este ano no periódico Pesticide Biochemistry and Physiology analisou 115 experimentos sobre toxicidade em abelhas sem ferrão. Os resultados indicaram que, em 72% dos testes, essas espécies apresentaram maior sensibilidade aos pesticidas em comparação com a Apis mellifera.

A conclusão reforça a necessidade de revisar legislações e políticas públicas para incluir espécies nativas, fundamentais para a biodiversidade e a produtividade agrícola.

Pesquisadores defendem aplicação racional de pesticidas

Isabella Lippi, autora principal do estudo e pesquisadora da Universidade Estadual Paulista (Unesp), destacou que o objetivo não é proibir o uso de pesticidas, mas orientar a aplicação racional para reduzir impactos sobre polinizadores.

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O trabalho de doutorado da pesquisadora, reconhecido com menção honrosa pelo prêmio Capes de Tese em 2025, serviu de base para os experimentos em parceria com a Universidade Southern Cross, onde Isabella realiza atualmente pós-doutorado.

Abelhas: aliadas indispensáveis da agricultura

Segundo o Earthwatch Institute, abelhas são os polinizadores mais importantes do planeta, realizando a transferência de pólen entre flores e aumentando a produtividade das plantações. No entanto, a exposição a pesticidas pode levar à morte de colônias inteiras, comprometendo a biodiversidade e a produção agrícola.

Especialistas reforçam que medidas regulatórias precisam contemplar todas as espécies de polinizadores, garantindo proteção legal também às abelhas sem ferrão.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Ministro da Pesca e Aquicultura cumpre agendas no Maranhão

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O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, estará no Maranhão nos dias 28 e 29 de maio para cumprir diversas agendas no estado. Entre as atividades, está a capacitação do Programa Nacional de Regularização de Embarcação de Pesca (PROPESC), que busca a regularização das embarcações inscritas no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP). 

Além disso, Edipo visitará comunidades pesqueiras tradicionais maranhenses. Ele também apresentará projetos dos setores aquícola e pesqueiro para o reitor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e participará da inauguração de laboratórios de inovação da instituição. 

SERVIÇO

Dia 28/05 (quinta-feira)  

09h30 – Reunião com o Reitor, Gestão e Coordenadores dos Projetos – Apresentação dos Projetos MPA.  

Local: Palácio Cristo Rei – Praça Gonçalves Dias, nº 351, esquina com o Largo dos Amores  

11h20 – Cerimônia de Inauguração dos Laboratórios. Local: Avenida dos Portugueses, nº 1966, Vila Bacanga, UFMA – LABS  

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14h30 – Visita às comunidades pesqueiras. Local: Rua da Paz, nº 489, bairro Centro, Raposa (MA)  

Dia 29/05 (sexta-feira)  

09h – Participação na Capacitação do PROPESC 

Local: Centro de Formação da Educação e Saúde do Município de Raposa – Rua 4 Evangelistas, nº 37-1, Jardim das OliveirasRaposa (MA) 

CONTATO

 [email protected]      

(61) 3276-5193 / (61) 8141-7229      

(061) 99317-9160 

www.gov.br/mpa      

@minpescaeaquicultura  

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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