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ABPA fortalece parceria com a China durante a CIIE 2025 em Xangai

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A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) participa, entre os dias 5 e 10 de novembro, da China International Import Expo (CIIE) 2025, realizada em Xangai. A ação conta com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e tem como foco o fortalecimento das relações institucionais e comerciais entre Brasil e China — um dos mercados mais estratégicos para o setor de proteína animal brasileiro.

Reconhecida como a maior feira voltada à promoção de produtos estrangeiros no país asiático, a CIIE reúne autoridades, grandes compradores e representantes de mais de 100 países, consolidando-se como uma vitrine global para negócios e investimentos.

ABPA e ApexBrasil intensificam agenda institucional

Durante o evento, a ABPA participa das ações promovidas no pavilhão brasileiro, organizado pela ApexBrasil, com foco na promoção das exportações brasileiras e no fortalecimento dos vínculos institucionais com autoridades e stakeholders chineses.

A associação é representada pelo gerente-executivo de mercados, Estevão Carvalho, e pela representante da ABPA na China, Linda Chen, que atuarão em reuniões estratégicas para ampliar o diálogo com autoridades locais e reforçar a imagem do Brasil como parceiro confiável no fornecimento de alimentos de qualidade.

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China: principal destino das proteínas brasileiras

O Brasil é hoje um dos principais fornecedores internacionais de carne de frango e carne suína para a China, consolidando sua posição como parceiro essencial na segurança alimentar do país asiático.

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a presença na CIIE 2025 faz parte de um conjunto de ações voltadas a fortalecer a confiança entre os dois mercados e expandir oportunidades para os produtos brasileiros no maior mercado consumidor do mundo.

Setor reafirma compromisso com sustentabilidade e qualidade

Santin ressalta que a participação do Brasil na feira demonstra o compromisso contínuo da ABPA com a sustentabilidade, a segurança alimentar e os mais altos padrões internacionais de produção.

“A China é um parceiro estratégico para a proteína animal do Brasil. Nossa participação na CIIE 2025 reforça nossos objetivos com um dos mercados mais relevantes para as exportações brasileiras e reafirma o compromisso do setor com o fornecimento de alimentos seguros, sustentáveis e em linha com os mais altos padrões internacionais. Estar presente neste ambiente é uma demonstração clara da solidez das nossas relações e da confiança construída ao longo dos anos”, destacou o presidente da ABPA.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

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O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

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As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

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Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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