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Semeadura da soja avança em Mato Grosso, mas clima ainda traz preocupação aos produtores

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A semeadura da soja da safra 2025/26 em Mato Grosso alcançou 76,13% da área prevista, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). O levantamento, divulgado nesta segunda-feira (3), aponta avanço de 16,08 pontos percentuais em relação à semana anterior.

Apesar do progresso, o ritmo continua abaixo do registrado no mesmo período do ano passado — 3,43 pontos percentuais menor. De acordo com o Imea, diferentemente de safras anteriores, não houve concentração dos trabalhos de plantio, o que resultou em uma distribuição mais espaçada das áreas cultivadas em todo o estado.

Colheita deve começar em janeiro com ritmo mais acelerado

Com base nos dados de ciclo e tecnologia utilizados nas lavouras, o Imea projeta que até o final de janeiro de 2026 cerca de 23% da área plantada já esteja colhida. O índice pode superar tanto o desempenho registrado na safra passada quanto a média dos últimos cinco anos, refletindo avanços no uso de cultivares mais precoces e melhor planejamento das operações de campo.

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Clima segue como principal fator de incerteza

O Imea alerta, porém, que o clima continua sendo um fator decisivo e imprevisível para o andamento das atividades. Segundo o instituto, as condições meteorológicas durante a colheita têm sido historicamente determinantes no ritmo dos trabalhos e podem atrasar a retirada da soja das lavouras, além de impactar o fluxo do produto no mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União no Amazonas

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Um marco histórico para a aquicultura no Amazonas foi registrado nesta sexta-feira (25), no município de Iranduba, com a entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União para produção de pescado no estado. O documento permitirá ao usuário produzir tambaqui e representa uma nova etapa para o desenvolvimento da atividade aquícola na região, fomentando a geração de emprego e renda.

Durante a agenda em Manaus, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou o caráter inédito da iniciativa e a importância de ampliar o acesso às águas públicas para fortalecer a produção de pescado no país. “É de forma histórica que acontece a primeira entrega aqui no Amazonas. Estamos entregando para um usuário do município de Iranduba, que irá produzir em torno de 120 toneladas de tambaqui ao ano, gerando emprego, gerando oportunidade e gerando renda”, afirmou o ministro.

A iniciativa reforça o potencial do Amazonas para a produção de pescado e a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da pesca e da aquicultura. Segundo o ministro, o estado reúne uma forte vocação para a atividade, com cerca de 151 mil pescadores e pescadoras e uma produção estimada em 80 mil toneladas de pescado por ano.

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Ciência e inovação para fortalecer a aquicultura

Na segunda parte da agenda em Manaus, o ministro Edipo Araujo visitou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), onde conheceu as obras de reforma do laboratório voltado à aquicultura. A visita reforçou a importância da ciência e da pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, formação de profissionais e avanço da produção aquícola na Amazônia.

O espaço é considerado estratégico para a geração de conhecimento e para a formação de novos pesquisadores na área. Para o ministro, o fortalecimento da pesquisa é fundamental para ampliar a capacidade produtiva do setor e aumentar a competitividade do pescado brasileiro. “E só para lembrar que a aquicultura não é futuro, a aquicultura já é presente. Já é a cadeia produtiva do pescado que mais coloca alimento para a nossa mesa advindo das nossas águas. E por isso nós precisamos cada vez mais incentivar a pesquisa na aquicultura, crescer em inovação, crescer em tecnicismo, para que a gente possa despontar e concorrer com o mundo”, afirmou.

A visita ao INPA integra a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura voltada à aproximação com instituições de pesquisa e ao fortalecimento da ciência como instrumento para impulsionar a cadeia produtiva do pescado. A iniciativa também reforça a atuação na Amazônia, região estratégica para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura brasileira.

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Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicutura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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