Mato Grosso

Ação conjunta no controle de queimadas atua no lixão em Confresa

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) participou, na quarta-feira (21.5), de uma ação conjunta para o monitoramento e controle das queimadas que atingem o lixão municipal da cidade de Confresa (a 1.048km de Cuiabá). A ação contou com a parceria da Prefeitura de Confresa e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).

Durante a visita técnica, diversos pontos de queima ativa foram identificados, o que exigiu atenção redobrada por parte das equipes. De acordo com os bombeiros militares, o combate direto às chamas é inviável, uma vez que o fogo se alastra em profundidade, alimentado por materiais em decomposição.

Por isso, os servidores municipais foram orientados sobre o descarte e manuseio adequados dos resíduos sólidos. Já a Sema empregou drones para mapear a área e obter imagens aéreas, contribuindo com a avaliação da extensão da queimada.

A Prefeitura de Confresa, por sua vez, se comprometeu a acompanhar mais de perto o descarte de resíduos no local, promovendo uma descarga setorizada, o que deve evitar o acúmulo de materiais combustíveis e reduzir as chances de reignições.

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O comandante do 2º Núcleo de Bombeiro Militar (2º NBM), tenente BM Fabio Gomes Pereira, destacou a importância de usar de forma racional os recursos da corporação para atuar no lixão.

“É importante compreender que estamos lidando com uma queimada e não com um incêndio. Deslocar diariamente nossas viaturas para apagar esses focos comprometeria a pronta resposta em casos realmente emergenciais, como incêndios em residências ou indústrias. Nossas viaturas precisam estar abastecidas e prontas para salvar vidas. O foco, nesse caso, deve ser a prevenção e o manejo correto do lixo”.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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