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Açúcar oscila com suporte da energia, apesar de fundamentos baixistas com safra robusta no Brasil

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O mercado global de açúcar segue com fundamentos relativamente estáveis, mas com preços sendo influenciados principalmente por fatores externos, como o cenário macroeconômico, geopolítico e o comportamento do setor de energia. A oferta elevada, especialmente no Brasil, continua sendo o principal vetor estrutural de pressão sobre as cotações.

Safra brasileira robusta reforça viés de baixa

De acordo com análise da Hedgepoint Global Markets, a safra brasileira 2025/26 pode alcançar cerca de 610 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, com produção estimada em aproximadamente 40,5 milhões de toneladas de açúcar.

Para a temporada 2026/27, as projeções iniciais indicam potencial ainda maior, podendo atingir até 630 milhões de toneladas de cana, o que reforça um cenário de maior oferta global e, consequentemente, pressão baixista sobre os preços no médio e longo prazo.

Preços se mantêm em faixa estreita no mercado internacional

Mesmo com fundamentos de oferta mais ampla, os preços do açúcar têm se mantido relativamente estáveis nas bolsas internacionais.

As cotações chegaram a níveis próximos de 15,8 centavos de dólar por libra-peso, consolidando-se dentro de uma faixa entre 15,4 e 15,9 centavos/lb. Esse intervalo é considerado construtivo no curto prazo, embora sustentado por fatores mais frágeis e sensível à volatilidade externa.

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Fatores externos e geopolítica influenciam o mercado

O cenário internacional continua sendo determinante para o comportamento dos preços. A recente valorização do açúcar foi impulsionada, em grande parte, por fatores externos, como tensões geopolíticas e movimentos técnicos no mercado financeiro.

A escalada do conflito envolvendo Estados Unidos e Irã, por exemplo, contribuiu para elevar a volatilidade global e influenciar o posicionamento de investidores.

Fundos especulativos impulsionam recuperação recente

Segundo a Hedgepoint, a alta recente do açúcar também foi sustentada pela atuação de fundos especulativos, que realizaram cobertura de posições vendidas.

Esse movimento técnico ajudou a impulsionar as cotações no curto prazo, mesmo sem mudanças significativas nos fundamentos de oferta e demanda.

Petróleo elevado sustenta competitividade do etanol

O mercado de energia tem desempenhado papel central na sustentação dos preços do açúcar. A valorização do petróleo, especialmente do Brent, que acumula alta expressiva em 2026, influencia diretamente o setor sucroenergético.

No Brasil, as usinas possuem flexibilidade para direcionar a produção entre açúcar e etanol. Com o petróleo em alta, o etanol tende a ganhar competitividade, o que pode reduzir a oferta de açúcar e estabelecer um piso para os preços.

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Mix de produção segue como fator estratégico

A decisão das usinas sobre o mix de produção entre açúcar e etanol continua sendo um dos principais fatores de equilíbrio do mercado.

Caso o cenário de energia siga favorável, com repasses de preços no mercado doméstico, o etanol pode se tornar mais atrativo, limitando a pressão de baixa sobre o açúcar.

Sustentação depende do cenário externo

Apesar do suporte recente, a continuidade desse movimento dependerá da evolução do ambiente internacional.

Uma eventual redução das tensões geopolíticas ou limitações no repasse de custos no Brasil podem retirar parte do suporte atual, fazendo com que os preços voltem a refletir mais diretamente os fundamentos de oferta abundante.

Mercado segue sensível e volátil

O cenário atual do açúcar é marcado por um equilíbrio delicado entre fundamentos baixistas e fatores de sustentação no curto prazo.

Enquanto a oferta elevada no Brasil aponta para pressão sobre os preços, elementos externos — como energia, câmbio e movimentos técnicos — mantêm o mercado em uma faixa relativamente estável, porém altamente sensível a mudanças no ambiente global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Ministro Edipo Araujo cumpre agenda em Belém e Manaus nesta semana

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O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, cumpre agenda em Belém (PA) e Manaus (AM), entre quarta-feira (23) e sexta-feira (25), com compromissos voltados ao diálogo institucional, à pesquisa e ao desenvolvimento da pesca e da aquicultura na região.

Na quarta-feira (23), a agenda prevê, em Belém, uma reunião com representantes da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA). Na quinta-feira (24), já em Manaus, o ministro participa de visita institucional e reunião com a Reitoria da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e, à noite, da cerimônia de abertura do II CENATEC – Congresso de Engenharia, Agronomia e Tecnologia do Amazonas, no Centro de Convenções do Amazonas – Vasco Vasques.

Já na sexta-feira (25), a programação inclui visita a uma fazenda de piscicultura relacionada a contrato de águas da União e agenda institucional no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), em Manaus.

SERVIÇO

Quarta-feira – 23 de setembro

12h30 – Reunião com a Federação das Indústrias do Estado do Pará – FIEPA
Local: Sede da FIEPA – Trav. Quintino Bocaiúva, 1588 – Nazaré

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Quinta-feira – 24 de setembro

14h30 – Visita Institucional e reunião com a Reitoria da UFAM
Local: Av. Rodrigo Otávio, 6200 – Campus Universitário Senador Arthur Virgíio Filho – Coroado I

19h – Cerimônia de Abertura do II CENATEC
Local: Centro de Convenções do Amazonas – Vasco Vasques

Sexta-feira – 25 de setembro

11h10 – Visita a fazenda de psicultura

14h30 – Agenda Institucional no instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia -INPA
Local: Av. André Araújo, 2936 – Petrópolis, Manaus – AM

CONTATO
[email protected]
(61) 3276-5193
www.gov.br/mpa
@minpescaeaquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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