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ADAMA encerra ciclo 2025 do Tech Day com foco em capacitação e manejo seguro de fungicidas no campo

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Programa Tech Day leva conhecimento técnico e prático ao campo

A ADAMA concluiu mais uma edição do Tech Day, programa itinerante que promove capacitação técnica para aplicadores, distribuidores e profissionais do agronegócio. Entre julho e novembro, o projeto passou pelos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, reunindo mais de 1.200 participantes em atividades práticas e demonstrações de campo.

Os treinamentos abordaram boas práticas no preparo da calda, destacando a importância da mistura correta dos produtos no tanque e da manutenção da homogeneidade da solução durante a pulverização, evitando separações, sedimentos e falhas no processo.

Foco no uso seguro e eficiente de fungicidas multissítios

O ciclo deste ano teve como destaque o uso correto dos fungicidas multissítios, produtos amplamente utilizados nas lavouras brasileiras, mas que ainda geram dúvidas sobre compatibilidade e preparo. As sessões mostraram que ajustes simples na rotina de aplicação, como respeitar a ordem de mistura e compreender o fenômeno da complexação, podem aumentar a eficiência e reduzir riscos no manejo fitossanitário.

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Tecnologia T.O.V. se consolida como diferencial da ADAMA

Durante o evento, os participantes tiveram contato direto com a tecnologia exclusiva T.O.V., desenvolvida pela ADAMA. Essa inovação impede a complexação com triazóis e mantém a estabilidade da calda mesmo em altas temperaturas, garantindo melhor desempenho e consistência na aplicação.

Produtos como Armero®, Almada® e Blindado® T.O.V. se destacaram nas demonstrações, evidenciando resultados consistentes em diferentes condições climáticas e operacionais.

Conhecimento prático e ciência aplicada fortalecem o manejo no campo

Para Antonio Demésio, gerente de Desenvolvimento de Mercado da ADAMA, o Tech Day reafirma o compromisso da empresa com a transferência de conhecimento e a segurança no campo.

“O Tech Day mostrou, mais uma vez, que quando levamos conhecimento prático, demonstração real e ciência aplicada até quem está no campo, criamos resultados imediatos. Este ciclo reafirmou a importância do preparo da calda, da segurança no manejo e do papel das nossas tecnologias T.O.V. em entregar simplicidade e consistência mesmo nas condições mais desafiadoras”, destacou o executivo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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