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Aeroportos do Sul somam 24,3 milhões de passageiros até novembro de 2025

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Após registrar aumento histórico no mês de outubro, a movimentação aérea na região Sul do país manteve a trajetória de crescimento em novembro de 2025. Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), os aeroportos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul movimentaram, juntos, 2,38 milhões de passageiros no mês, somando embarques e desembarques. No acumulado de janeiro a novembro, o total chega a 24,3 milhões de passageiros, crescimento de 19,7%, em relação ao mesmo período de 2024.

Na comparação mensal, novembro de 2025 superou, em 17,6%, o mesmo mês do ano anterior, que havia registrado cerca de 2 milhões de passageiros. O avanço reforça a leitura de continuidade do crescimento ao longo do segundo semestre.

No recorte do acumulado do ano, o crescimento é ainda mais expressivo. Entre janeiro e novembro de 2025, a movimentação nos aeroportos do Sul aumentou em relação a 2024, ano impactado por eventos climáticos extremos, especialmente no Rio Grande do Sul. O volume atual também se consolida como o maior já registrado para o período de janeiro a novembro, segundo a série histórica, de 25 anos, da Anac.

Destaques da Aviação do Sul em Novembro
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Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, os dados mais recentes confirmam uma tendência. “A aviação no Sul mantém um ritmo consistente de crescimento, impulsionado pelo turismo, pelos negócios e pela integração regional, o que confirma o aquecimento da nossa economia e o acerto das políticas do governo federal para o setor”, afirmou.

Integração regional e voos internacionais

A manutenção da alta após outubro também é sustentada pelo avanço dos voos internacionais. No acumulado de janeiro a novembro, os aeroportos do Sul registraram 1,61 milhão de passageiros em voos internacionais, entre partidas e chegadas; um crescimento de 41,5%, em relação ao mesmo período do ano passado.

Chile e Argentina seguem como os principais destinos internacionais diretos da região, concentrando mais de 75% da movimentação externa, o que reforça o papel do Sul como eixo latino-americano de integração aérea. Panamá, Portugal e Peru completam a lista dos destinos mais relevantes no período.

Aeroportos mais movimentados

O Aeroporto de Porto Alegre manteve a liderança do ranking, com 6,55 milhões de passageiros, o equivalente a 26,9% do total registrado no Sul, seguido por São José dos Pinhais (Curitiba), com 5,49 milhões (22,6%), e Florianópolis, que movimentou 4,50 milhões de passageiros (18,5%). Juntos, os três aeroportos responderam por cerca de 70% da circulação aérea regional no período.

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Terminais de perfil regional e turístico também tiveram participação relevante, como Navegantes e Foz do Iguaçu, ambos movimentando cerca de 2 milhões de passageiros. Outros aeroportos – como Maringá (784,8 mil), Londrina (641,1 mil), Chapecó (578,8 mil), Joinville (485,5 mil) e Cascavel (416,7 mil) – completam a lista dos mais movimentados e reforçam a capilaridade da malha aérea no Sul do país.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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MME abre consulta pública sobre meta de redução de emissões no mercado de gás natural para 2027

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta segunda-feira (5/10), consulta pública para receber contribuições à proposta de meta anual de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) no mercado de gás natural para 2027. A consulta ficará disponível por 30 dias e prevê, para 2027, meta de 1% de redução de emissões, a ser cumprida por meio da participação do biometano no consumo de gás natural.

Publicada por meio da Portaria MME nº 942/2026, a proposta também apresenta percentuais indicativos para os anos seguintes: 3% em 2028, 4% em 2029 e 5% em 2030. Para 2027, o percentual proposto corresponde a 363,2 milhões de metros cúbicos de biometano no ano, equivalente a aproximadamente 995,2 mil metros cúbicos por dia e a 3.632.492 Certificados de Garantia de Origem de Biometano (CGOBs).

A minuta submetida à participação social também estabelece os valores de intensidade de carbono considerados para o cálculo da meta. Estão previstos 76,85 gCO₂eq/MJ para o gás natural veicular (GNV), 73,52 gCO₂eq/MJ para o gás natural utilizado em combustão estacionária e 9,36 gCO₂eq/MJ para o biometano. Os documentos da consulta estão disponíveis para análise e envio de contribuições pelo Portal de Consultas Públicas do MME.

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Redução de emissões
A definição da meta está prevista na Lei nº 14.993/2024, que instituiu o Programa Nacional de Descarbonização do Produtor e Importador de Gás Natural e de Incentivo ao Biometano. O mecanismo estabelece metas anuais de redução de emissões de GEE no mercado de gás natural, com cumprimento associado à participação do biometano e ao uso dos CGOBs. Para 2026, a meta estabelecida foi de 0,5%; a proposta submetida à consulta prevê a ampliação para 1% em 2027.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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