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Agenda Legislativa da Indústria é apresentada na Assembleia

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Com mais de 16 mil estabelecimentos e quase 200 mil postos de trabalho formais em Mato Grosso, o setor industrial apresentou a Agenda Legislativa da Indústria, um instrumento técnico e político que reúne as principais pautas de interesse da indústria no estado.

O documento, que está em sua segunda edição, foi apresentado aos deputados estaduais durante a sessão plenária desta semana. A agenda traz propostas, análises e posicionamentos da indústria em relação aos projetos de lei em tramitação, nos moldes do que a Confederação Nacional da Indústria apresenta anualmente no Congresso Nacional.

De acordo com o presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso, Silvio Rangel, o documento é construído de forma participativa, a partir das demandas apresentadas pelos 38 sindicatos industriais que atuam no estado.
Durante a apresentação da agenda em plenário, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, destacou o papel da Fiemt no fortalecimento do setor industrial em Mato Grosso. O deputado Carlos Avallone, que também é vice-presidente da Fiemt, destacou a importância do documento para orientar os parlamentares em relação às pautas do setor e lembrou que nem todos os deputados conhecem as demandas específicas da indústria.

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Para o vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Dr. João, a Agenda Legislativa da Indústria busca construir um ambiente favorável ao desenvolvimento econômico, com segurança jurídica.

Confira a matéria completa no áudio abaixo.

Fonte: ALMT – MT

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Duas mulheres são eleitas para a ALMT após quatro legislaturas

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Samantha do Abilio (PL) e Alessandra Ferreira (Podemos) estão entre os 24 deputados estaduais eleitos neste domingo (4) para a 21ª Legislatura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Com 100% das urnas apuradas, Samantha recebeu 57.900 votos e Alessandra, 50.802. O resultado faz com que a ALMT volte a ter duas mulheres eleitas diretamente para exercer mandatos titulares simultaneamente.

A última vez que isso ocorreu foi nas eleições de 2010, quando Luciane Bezerra e Teté Bezerra conquistaram cadeiras para a 17ª Legislatura (2011–2015). Nas três eleições seguintes (2014, 2018 e 2022), apenas uma mulher, Janaina Riva (MDB), foi eleita deputada estadual em cada pleito.

Na atual legislatura, outras mulheres também exerceram temporariamente o mandato como suplentes. Em julho de 2025, a ALMT registrou, pela primeira vez, três mulheres em exercício simultaneamente: Janaina Riva, titular, e as suplentes Professora Graciele e Valdeniria Dutra. Também assumiram como suplentes ao longo da 20ª Legislatura Sheila Klener, Sandy de Paula, Priscila Dourado e Marildes Ferreira.

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Nas eleições de 2026, as mulheres representaram 34% do total de candidaturas registradas em Mato Grosso, mesmo percentual verificado no estado nas eleições gerais de 2022. Apesar de serem maioria entre o eleitorado, a participação feminina entre os candidatos permaneceu em cerca de um terço.

Eleitas, Samantha e Alessandra representarão 8,3% da composição da Casa na próxima legislatura. Samantha do Abilio, de 42 anos, é designer de interiores e vereadora de Cuiabá. Eleita para a Câmara Municipal em 2024, chega à Assembleia para o primeiro mandato como deputada estadual. Já Alessandra Ferreira, de 36 anos, é cirurgiã-dentista e empresária. Foi secretária municipal de Promoção e Assistência Social de Rondonópolis entre 2025 e 2026 e disputou neste ano sua primeira eleição para um cargo eletivo.

A presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou a diferença entre o número de mulheres no eleitorado e a presença delas nos cargos eletivos. “A gente tem 51% dos eleitores que são mulheres. E por que elas não podem ter uma representatividade? Então a gente tem que melhorar essa cultura, conversar mais, trocar nossas experiências e fazer com que esse número comece a crescer também”, afirmou.

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Para a cientista política Christiany Fonseca, a participação feminina nas eleições não se converte automaticamente em representação parlamentar. Segundo ela, o processo envolve acesso às estruturas partidárias, recursos de campanha, redes políticas e condições para que as candidaturas sejam competitivas. “É preciso conseguir entrar, competir, vencer e depois permanecer na política”, resumiu Christiany.

A eleição de Samantha e Alessandra ocorre 16 anos depois do pleito que levou duas mulheres simultaneamente à Assembleia. Elas assumem os mandatos em 1º de fevereiro de 2027.

Fonte: ALMT – MT

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