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Agscore estreia no Brasil com Inteligência Artificial Preditiva 100% nacional para o campo

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A Agscore, nova plataforma de inteligência artificial, chega ao mercado brasileiro trazendo previsões de produtividade agrícola com até 365 dias de antecedência e assertividade superior a 90%. Desenvolvida para atender diretamente produtores e consultores do agronegócio, a tecnologia auxilia decisões estratégicas por talhão, como escolha de sementes, investimentos na operação, datas de plantio e análise de risco para crédito.

Inteligência artificial integrada à ciência agronômica

A Agscore combina uma base científica agronômica robusta e validada com uma IA proprietária capaz de processar mais de 100 mil dados de campo auditados. A plataforma considera cinco pilares fundamentais: genótipo, manejo, solo, clima e região, oferecendo cenários de produtividade e risco altamente precisos e adaptados a diferentes regiões do país.

“Essa integração permite gerar cenários personalizados para diferentes culturas, operações e talhões, auxiliando produtores e consultores a tomar decisões estratégicas e mais assertivas”, explica Fernando Bastos, Diretor Comercial da Agscore.

Modelos de IA evolutivos e base científica contínua

Os modelos da Agscore evoluem constantemente com a incorporação de novas variáveis, práticas agronômicas e fontes de dados. Essa abordagem garante um nível de personalização e precisão inéditos no agronegócio brasileiro, especialmente para soja e milho, culturas que exigem previsibilidade e suporte para decisões de médio e longo prazo.

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Principais soluções e funcionalidades da plataforma

Entre os recursos oferecidos pela Agscore estão:

  • Previsão de safra por talhão, com cenários customizados por genótipo;
  • Simulações de manejo e impactos na produtividade;
  • Mapa de risco agrícola, que antecipa perdas e orienta ações corretivas;
  • Relatórios personalizados, entregues por WhatsApp, plataforma digital ou reuniões consultivas;
  • Previsões meteorológicas durante o ciclo da safra;
  • Atendimento híbrido, combinando autosserviço, consultoria especializada e escalabilidade operacional.
Pesquisa, desenvolvimento e expansão de culturas

A Agscore mantém parcerias com pesquisadores e instituições de ensino superior para validar e expandir sua metodologia. Os esforços de P&D incluem a criação de modelos para novas culturas, regiões e práticas agrícolas, além de estudos contínuos sobre o impacto da irrigação, genética e manejo na produtividade futura.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fracassa acordo no STF e disputa sobre Moratória da Soja volta a julgamento

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O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou a tentativa de construir um acordo entre produtores rurais, indústria, ambientalistas e Ministério Público sobre a Moratória da Soja. Sem consenso entre as partes, o Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol) devolveu os quatro processos relacionados ao tema aos ministros relatores, abrindo caminho para a retomada do julgamento das ações, ainda sem data definida.

Em despacho assinado nesta sexta-feira (12.06), o juiz auxiliar da Presidência do STF e supervisor do Nusol, Álvaro Ricardo de Souza Cruz, afirmou que as reuniões realizadas entre abril e maio chegaram a criar um ambiente favorável à conciliação, mas houve recuo dos envolvidos, inviabilizando uma solução negociada.

“Durante as tratativas, instaurou-se amplo diálogo entre os envolvidos, tendo-se verificado, em determinado momento, ambiente propício à construção de solução consensual. Contudo, sobreveio recuo das partes, o que impossibilitou a composição”, registra o documento.

Segundo o STF, a tentativa de mediação não buscava discutir a constitucionalidade das leis estaduais questionadas, mas os efeitos práticos decorrentes de uma eventual decisão da Corte. A preocupação é evitar a multiplicação de disputas judiciais em diferentes instâncias após o julgamento das ações.

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As tratativas envolveram representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do Ministério Público Federal e dos governos de Mato Grosso, Rondônia e Tocantins, além de partidos políticos autores das ações.

Com o fim da mediação, o Nusol reenviou as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 7774, relatada pelo ministro Flávio Dino; 7775, sob relatoria de Dias Toffoli; e 7863 e 7959, ambas sob responsabilidade do ministro Luiz Fux.

As ADIs 7774 e 7775 questionam leis aprovadas em Mato Grosso e Rondônia que retiraram benefícios fiscais de empresas participantes de acordos privados, como a Moratória da Soja.

Criada em 2006, a Moratória da Soja estabelece que empresas signatárias não adquiram grãos produzidos em áreas do bioma Amazônia desmatadas após 2008, ainda que a abertura das áreas tenha ocorrido dentro dos limites previstos pela legislação ambiental.

A disputa ganhou novo capítulo após a entrada em vigor, no início de 2026, da lei de Mato Grosso que impôs restrições às tradings participantes do acordo. A medida contribuiu para o esvaziamento da Moratória, com a saída da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e das empresas associadas.

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No fim do ano passado, o ministro Flávio Dino determinou a suspensão de todas as ações judiciais e administrativas relacionadas à Moratória da Soja, incluindo processos que pedem indenizações. Em uma dessas ações, produtores rurais de Mato Grosso reivindicam ressarcimento superior a R$ 1 bilhão. O setor também acionou o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), acusando as tradings de formação de cartel.

A tentativa de mediação havia sido anunciada em março, durante o julgamento das ações pelo plenário do STF. Com o fracasso das negociações, caberá agora aos ministros dar prosseguimento à análise do caso.

Fonte: Pensar Agro

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