Nacional

Alexandre Silveira defende avanço da política de compartilhamento de postes em parceria com telecomunicações

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, recebeu nesta terça-feira (7/4), em Brasília, o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, para tratar do avanço da Política Nacional de Compartilhamento de Postes. Na ocasião, Silveira destacou a importância de fortalecer a atuação integrada entre os setores de energia e telecomunicações, em articulação com os órgãos reguladores, para dar celeridade à agenda.

Durante a reunião, Silveira manifestou apoio ao avanço da política e defendeu a construção de soluções focadas na organização do uso da infraestrutura e na segurança jurídica do processo regulatório. A iniciativa busca consolidar uma regulamentação após anos de discussões entre as agências envolvidas, com expectativa de publicação de resolução conjunta depois de uma avaliação final da Anatel.

Para Alexandre Silveira, o avanço do tema é importante para a agenda política nacional. “O compartilhamento de postes é uma agenda estratégica para o país, que exige coordenação entre energia e telecomunicações. Estamos trabalhando de forma conjunta para avançar com segurança jurídica, organização do setor e benefícios diretos para a população”, disse.

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Também participaram do encontro o deputado federal Juscelino Filho e representantes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O tema envolve a definição de regras para o compartilhamento de postes de distribuição de energia por empresas de telecomunicações, incluindo aspectos como preço, uso da infraestrutura e exploração comercial, conforme previsto no marco regulatório vigente.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Nacional

Senasp promove encontro nacional para compartilhamento de boas práticas em investigações envolvendo criptoativos

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Brasília, 17/6/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), realizou, entre 9 e 11 de junho, o III Encontro Técnico de Compartilhamento de Boas Práticas em Investigações Envolvendo Criptoativos, na capital federal.

Coordenado pelo Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), com apoio do Crypyolab e do Instituto de Direito Público (IDP), o evento reuniu profissionais das áreas de investigação, persecução penal, inteligência, defesa cibernética e rastreamento patrimonial, promovendo o intercâmbio de experiências e o fortalecimento da cooperação institucional no enfrentamento aos crimes relacionados a ativos virtuais.

A ação integrou os esforços da Senasp voltados ao fortalecimento das capacidades das instituições de segurança pública diante dos desafios impostos pelo uso crescente de criptoativos em práticas criminosas, como lavagem de dinheiro, fraudes eletrônicas, exploração sexual de crianças e adolescentes e outras modalidades de criminalidade organizada.

Programação

Ao longo dos três dias de programação, foram debatidos temas relacionados à tecnologia blockchain, ao rastreamento de ativos virtuais, à investigação financeira, à recuperação patrimonial, ao compliance, à cooperação internacional, à atuação de organizações criminosas e a estudos de casos reais conduzidos por instituições nacionais e estrangeiras.

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O encontro reuniu representantes de tribunais de justiça, polícias civis, polícias militares, ministérios públicos estaduais, Ministério Público Federal (MPF), Procuradoria-Geral da República (PGR), Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), Ministério da Justiça e Segurança Pública e Exército Brasileiro, por meio da Escola Nacional de Defesa Cibernética.

A programação também contou com a participação de especialistas internacionais vinculados ao Serviço Secreto dos Estados Unidos (United States Secret Service), à Homeland Security Investigations (HSI), ao Federal Bureau of Investigation (FBI) e ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos (Department of Justice – DOJ), por intermédio do programa International Computer Hacking and Intellectual Property (ICHIP).

O último dia foi dedicado a atividades práticas voltadas ao aperfeiçoamento técnico dos participantes, com a aplicação de metodologias e ferramentas utilizadas em investigações envolvendo criptoativos.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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