“Antes do Programa SER Família Habitação, Vera passou 25 anos sem construir novas casas”, afirmou o prefeito Yago Giacomelli nesta segunda-feira (24.11), durante reunião com mais de mil pessoas para apresentar o programa. Atualmente, 250 residências estão em construção no município, todas na modalidade Entrada Facilitada, que oferece subsídio de até R$ 35 mil para famílias de cidades com menos de 30 mil habitantes, destinado ao pagamento da entrada do imóvel.
Idealizado pela primeira-dama, Virgínia Mendes, o programa SER Família Habitação, em todas as suas modalidades, já beneficiou mais de 30 mil famílias, sendo que 15 mil foram em modalidades subsidiadas como é o caso da Entrada Facilitada.
Para o prefeito de Vera, as casas do SER Família representam uma retomada e só foi possível por conta da parceria com o Governo de MT.
“Vemos as casas do Programa SER Família como um marco no desenvolvimento de Vera. Sabemos que o nosso desafio ainda é grande, mas já estamos com 100 unidades caminhando a passos largos e outras 150 com o chamamento público para contratação da construtora aberto. É isso é só o começo. Queremos agradecer, o Governo do Estado pela parceria que nos possibilitou este avanço na história de Vera”, declarou.
População de Vera lotou o Centro de Eventos para saber como será a construção das casas do SER Família Habitação. (Foto: Dan Lima/MT Par)
O presidente da MT Par, Wener Santos, esteve na reunião e representou o Governo de MT. Ele explicou que o subsídio diferenciado vem para aumentar a capilaridade do programa e atender uma demanda dos municípios com menos habitantes que tinham dificuldades em aderir ao programa.
“Fazer casas em um município com menos habitantes fica mais caro. As empresas têm dificuldade na instalação, as áreas são difíceis de serem viabilizadas e o Governo de MT quer acolher todos. Por isso, fez um subsídio maior para que pequenos”, afirma.
Santos também falou sobre a abrangência do programa, que hoje está em 113 dos 142 municípios de Mato Grosso, e abordou a questão do acolhimento de famílias de diferentes realidades, já que o SER Família Habitação tem modalidades que atendem desde famílias em situação de vulnerabilidade até famílias com renda de R$ 12 mil.
“Hoje, estamos aqui para convidar as pessoas que sonham com o primeiro imóvel a participar do programa. Estamos oferecendo casas com toda infraestrutura e de excelente padrão de qualidade. Um imóvel em que as famílias poderão viver dignamente”, afirmou.
Durante sua apresentação, Santos também enfatizou a redução do tempo de obra em todos os empreendimentos. Ele citou o exemplo de Campos de Júlio, onde as casas foram entregues um ano antes do previsto.
“Quero lembrar a todos que o processo está em andamento e a tecnologia empregada pelas construtoras acelera a construção. Então, a redução do prazo de entrega é hoje uma realidade e logo o governador Mauro Mendes e a dona Virginia Mendes estarão aqui para fazer as entregas dessas casas”, concluiu.
Estiveram presentes no evento o prefeito de Vera, Yago Giacomelli, a primeira-dama de Vera, Thayse Giacomelli, o deputado estadual Dilmar Dal Bosco, o superintendente de Habitação da Caixa Econômica Federal, Eduardo Júnior.
Para os municípios com até 30 mil habitantes, os valores de subsídio são distribuídos da seguinte forma: R$ 35 mil para famílias com renda bruta familiar mensal de até R$ 2.850,00; R$ 30 mil para aquelas com renda entre R$ 2.850,01 e R$ 4.700,00; R$ 10 mil para famílias com renda entre R$ 4.700,01 e R$ 8.600,00; e R$ 8 mil para as que possuem renda entre R$ 8.600,01 e R$ 12.000,00. Importante destacar que empreendimentos que envolvem doação de terreno pelo ente público não são compatíveis com a nova faixa de renda (Faixa 4) do programa Minha Casa Minha Vida – Classe Média.
Para os demais municípios, os subsídios são distribuídos da seguinte forma: R$ 25 mil para famílias com renda bruta familiar mensal de até R$ 2.850,00; R$ 20 mil para aquelas com renda entre R$ 2.850,01 e R$ 4.700,00; R$ 10 mil para famílias com renda entre R$ 4.700,01 e R$ 8.600,00; e R$ 8 mil para famílias com renda entre R$ 8.600,01 e R$ 12.000,00. Ressalta-se que empreendimentos que envolvem doação de terreno pelo ente público não são compatíveis com a nova faixa de renda (Faixa 4) do programa Minha Casa Minha Vida – Classe Média.
Com a intensificação das festas juninas e celebrações esportivas, o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) reforça à população a importância da adoção de medidas de segurança no uso de fogos de artifício. Embora sejam tradicionais em momentos festivos, esses artefatos exigem atenção para evitar acidentes que podem causar queimaduras, incêndios e danos ao patrimônio.
De acordo com o capitão BM Wolf Tarik Souza Gomes, os períodos da Copa do Mundo e das festas juninas são momentos tradicionalmente marcados por celebrações, confraternizações e demonstrações de alegria. E que muitas vezes, a população utiliza fogos de artifício para expressar essa alegria. No entanto, é fundamental que sua utilização ocorra com cautela.
“Antes de qualquer acionamento, orientamos que sejam lidas atentamente todas as recomendações e instruções fornecidas pelo fabricante. Uma das principais orientações é nunca segurar o artefato com as próprias mãos no momento da ignição. Em caso de falha ou funcionamento irregular, o equipamento pode explodir de forma inesperada, provocando queimaduras graves, amputações e outros ferimentos de grande gravidade”, destacou.
Outro ponto que merece atenção é o risco de incêndios florestais. Em Mato Grosso, os meses de julho a setembro historicamente apresentam os menores índices de umidade relativa do ar, criando condições extremamente favoráveis para a propagação do fogo. Uma simples fagulha pode ser suficiente para iniciar um incêndio de grandes proporções. Em 2026, esse cenário é agravado pelos efeitos do fenômeno El Niño, que contribui para temperaturas mais elevadas e condições climáticas ainda mais severas.
Por esse motivo, é recomendado que os fogos de artifício não sejam utilizados próximos à vegetação, áreas de preservação ou locais com material combustível. Sempre que possível, dê preferência aos fogos de baixo ruído ou sem estampido, pois o barulho excessivo pode causar impactos significativos à saúde e ao bem-estar de pessoas com transtorno do espectro autista, crianças, idosos, enfermos e animais.
“O objetivo é que momentos de festa sejam lembrados pela felicidade e pela união, e não por acidentes ou tragédias que poderiam ser evitados”, finalizou o capitão.
O Corpo de Bombeiros reforça que com medidas simples de prevenção, é possível aproveitar as festividades de forma segura e evitar ocorrências que coloquem vidas e patrimônios em risco. Em situações de emergência, a população deve acionar imediatamente a corporação pelo telefone 193.
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