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Apresentação teatral em Paranaíta impacta centenas de estudantes

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O município de Paranaíta (a 838 km de Cuiabá) recebeu nesta quinta-feira (21 de março) a apresentação do projeto “Prevenção Começa na Escola”, uma iniciativa do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) que visa conscientizar estudantes sobre temas essenciais como bullying, abuso sexual e suicídio. A peça teatral “Inocentes Pétalas Roubadas” foi exibida no espaço da Igreja Presbiteriana Renovada do Brasil e contou com a participação de aproximadamente 500 alunos da rede pública de ensino em duas apresentações realizadas.
O projeto, que desde 2018 percorreu mais de 65 municípios, busca sensibilizar os estudantes através de apresentações teatrais, pela Cia. Vostraz, utilizando uma abordagem lúdica e artística para transmitir mensagens preventivas e orientativas sobre os direitos das crianças e adolescentes.
“A importância desse projeto tem reflexos positivos na comunidade escolar e em toda a sociedade, promovendo uma cultura de respeito e prevenção. Além disso, fortalece o trabalho do Ministério Público no município em relação à proteção dos direitos infantojuvenis”, destaca a promotora de Justiça Fernanda Alberton. Em Paranaíta, a iniciativa também contou com o apoio do promotor de Justiça Danilo Cardoso de Lima.
A edição de 2025 do “Prevenção Começa na Escola” tem previsão de visitar 16 municípios mato-grossenses, ampliando ainda mais seu impacto na formação cidadã de crianças e adolescentes. O projeto é coordenado pelo titular da Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente, procurador de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado.
“Em Paranaíta a apresentação foi sucesso de público e as autoridades presente saíram impactadas com a mensagem apresentada pela peça teatral”, destacou o procurador de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Novas leis reforçam rede de proteção às mulheres em Sapezal

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A Promotoria de Justiça de Sapezal (500 km de Cuiabá) comemorou a sanção de duas leis municipais voltadas à proteção, ao acolhimento e à promoção dos direitos das mulheres. As novas normas representam um importante avanço nas políticas públicas de enfrentamento à violência de gênero e reforçam o compromisso do município com a construção de uma rede de proteção cada vez mais efetiva.
Em comemoração ao Agosto Lilás e aos 20 (vinte) anos da Lei Maria da Penha, as leis foram sancionadas na sexta-feira (28) e são resultado da atuação conjunta da Rede Municipal de Proteção à Mulher, formada por instituições e profissionais que trabalham na promoção dos direitos femininos e no combate à violência contra as mulheres.
Uma das normas institui o Organismo de Políticas Públicas para Mulheres (OPM), estrutura que terá a missão de fortalecer a formulação, a coordenação e a execução de ações voltadas às mulheres de Sapezal. A iniciativa busca ampliar a integração entre os diversos órgãos públicos e garantir maior efetividade às políticas de promoção da igualdade de gênero, proteção e cidadania.
A segunda lei estabelece medidas de auxílio e proteção a mulheres em situação de risco ou vítimas de assédio em estabelecimentos comerciais do município. A proposta prevê mecanismos de acolhimento, respeito, empatia e apoio, contribuindo para que mulheres que enfrentem situações de violência ou constrangimento possam receber assistência de forma rápida e segura.
Para a Promotoria de Justiça, a aprovação do pacote legislativo representa um marco histórico para o município e demonstra o compromisso das instituições locais com a prevenção da violência e a defesa dos direitos das mulheres. As novas normas ampliam os instrumentos de proteção disponíveis e fortalecem a atuação integrada da rede de atendimento.
O fortalecimento dessas iniciativas é especialmente relevante diante do cenário estadual, onde Mato Grosso ocupa o primeiro lugar em feminicídios. Dados do Observatório Caliandra, do Ministério Público de Mato Grosso, apontam que até 30 de junho de 2025 foram registrados 28 feminicídios no estado, sendo que mais de 70% dos crimes ocorreram dentro das residências das vítimas.
Os levantamentos também mostram que, na maioria dos casos, os autores mantinham ou mantiveram relacionamento afetivo com as mulheres assassinadas, evidenciando que a violência doméstica continua sendo uma das principais ameaças à vida das mulheres mato-grossenses.
Diante dessa realidade, a criação e o fortalecimento de políticas públicas municipais voltadas à prevenção, acolhimento e proteção das vítimas tornam-se ferramentas fundamentais para enfrentar a violência de gênero e promover uma cultura de respeito e garantia dos direitos das mulheres.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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