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Assessora do MTE, Maíra Lacerda, alerta sobre exclusões sociais na transição climática

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A chefe da Assessoria Especial de Assuntos Internacionais do Ministério do Trabalho e Emprego, Maíra Lacerda, defendeu uma transição climática justa e inclusiva durante sua participação, nesta quinta-feira (7), no Seminário Internacional “COP30, Mudanças Climáticas e Trabalho Decente na Amazônia”, realizado em Belém (PA).

Em sua intervenção no painel “Segurança no Trabalho, Sustentabilidade e Negociações Climáticas”, Maíra chamou atenção para o fato de que as transformações climáticas já estão em curso e vêm impactando desigualmente diferentes grupos sociais. “A mudança climática não vai acontecer, não é uma previsão, já estamos vivendo isso. E as pessoas já estão ficando para trás. Não é uma possibilidade, é uma realidade já algum tempo”, alertou.

Na avaliação de Maíra, o discurso de que é preciso garantir uma economia verde “sem deixar ninguém para trás” precisa ser confrontado com os dados reais de exclusão já vivenciada por parcelas vulneráveis da população, especialmente nas regiões mais afetadas pelas emergências ambientais.

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O seminário acontece entre os dias 6 e 8 de agosto na sede do TRT da 8ª Região em Belém e reúne especialistas, autoridades e representantes da sociedade civil, como parte das atividades preparatórias para a COP30, que será realizada em Belém este ano.

O evento é promovido pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), em parceria com o Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT8), a Escola Judicial do TRT8 (Ejud8), a Associação Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) e a Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 8ª Região (Amatra 8), com apoio do Conselho Superior da Justiça do Trabalho e da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (Enamat).

Cenários – Segundo estimativas, são pelo menos 2,4 bilhões de pessoas que estão atualmente expostas a calor extremo no mundo — com impactos especialmente severos para trabalhadores informais, populações indígenas, ribeirinhas e comunidades periféricas.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Investimentos tornam rodovias federais mais seguras e elevam qualidade das estradas a nível recorde

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Quem trafega pelas rodovias federais brasileiras encontra hoje estradas em condições muito melhores do que se via poucos anos atrás. O avanço é resultado direto do aumento dos investimentos realizados pelo Ministério dos Transportes na recuperação e conservação da infraestrutura rodoviária.

Entre 2023 e 2025, a média anual de recursos destinados à manutenção das estradas federais alcançou R$9,9 bilhões, mais que o dobro da média registrada entre 2019 e 2022, que foi de R$4 bilhões.

Aporte que levou o Índice de Condição da Manutenção (ICM), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), ao melhor resultado da série histórica: hoje 75% das rodovias federais são classificadas como boas, ante 52% em 2022.

Os avanços também podem ser observados no Painel CNT de Rodovias Perdoam 2025, da Confederação Nacional dos Transportes. De acordo com o estudo, 62,6% da malha rodoviária apresenta índice médio ou alto de capacidade de mitigação dos impactos dos sinistros, percentual superior ao registrado em 2024.

Manutenção e segurança

A relação entre infraestrutura e segurança viária é tema de estudo elaborado pela Subsecretaria de Fomento e Planejamento do Ministério dos Transportes.

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A pesquisa “Manutenção das Rodovias e Segurança Viária: Dados e Evidências” aponta que a melhoria da qualidade das pistas reduz a frequência de sinistros e diminui o número de pessoas envolvidas em acidentes.

O estudo mostra que os investimentos realizados nos últimos anos permitiram uma melhora consistente das condições do asfalto nas rodovias federais. Entre 2022 e 2025, o indicador utilizado para medir defeitos e irregularidades no pavimento apresentou redução contínua, refletindo o avanço das ações de manutenção executadas pelo Governo do Brasil.

De acordo com a subsecretária de Fomento e Planejamento do Ministério dos Transportes, Gabriela Avelino, “investir na conservação da infraestrutura significa reduzir riscos, evitar prejuízos sociais e oferecer mais proteção para quem utiliza diariamente as estradas brasileiras”.

Para o secretário Nacional de Trânsito, Adrualdo Catão, a qualidade da infraestrutura é um dos elementos fundamentais para reduzir a violência no trânsito.

“A segurança viária depende do comportamento dos condutores, da fiscalização e da educação para o trânsito, mas também passa pela infraestrutura. Rodovias bem conservadas, com pavimento de qualidade e sinalização adequada, oferecem condições mais seguras para a circulação de pessoas e mercadorias”, destaca.

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Recorde de investimentos

O fortalecimento da infraestrutura rodoviária também vem sendo impulsionado pelos investimentos privados atraídos pelos leilões promovidos pelo Ministério dos Transportes.

Desde 2023, já foram realizados 24 leilões rodoviários, consolidando a maior carteira de concessões da história recente do setor. Os contratos abrangem 11.815 quilômetros de rodovias e garantem mais de R$ 268,79 bilhões em investimentos ao longo das próximas décadas.

Os recursos estão sendo destinados à ampliação da capacidade das estradas, recuperação de pavimentos, implantação de novas faixas, construção de dispositivos de segurança, modernização operacional e melhoria dos serviços prestados aos usuários.

Somados aos investimentos públicos em manutenção, esses projetos ampliam a capacidade da infraestrutura brasileira de oferecer viagens mais seguras, eficientes e confortáveis, fortalecendo a logística nacional e contribuindo para a redução dos riscos nas rodovias federais.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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