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Atlético-MG vence Juventude fora de casa e deixa a zona de rebaixamento

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Em um jogo tenso e disputado, o Atlético-MG conquistou uma importante vitória sobre o Juventude por 1 a 0, nesta segunda-feira, no Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul. O gol da partida foi marcado por Gustavo Scarpa, garantindo os três pontos e tirando o Galo da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.

O Jogo

O Atlético-MG abriu o placar aos 29 minutos do primeiro tempo, em uma cobrança de falta de Gustavo Scarpa. O jogador cruzou a bola na área, a zaga do Juventude falhou e a bola morreu no fundo das redes de Marcão.

Na segunda etapa, o Juventude pressionou em busca do empate. Aos 24 minutos, Nenê chegou a marcar, mas o gol foi anulado após o VAR identificar um toque de mão de Ênio no início da jogada. Mais tarde, aos 33, o Juventude teve um pênalti marcado a seu favor, mas a decisão foi revertida após nova análise do VAR, que apontou um impedimento na origem da jogada.

Classificação

Com a vitória, o Atlético-MG subiu para a 10ª posição, com nove pontos conquistados. O Juventude, por sua vez, permanece na 15ª colocação, com sete pontos.

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Próximos jogos

O Atlético-MG agora volta suas atenções para a Copa Sul-Americana, onde enfrentará o Deportes Iquique, no Chile, nesta quinta-feira. Já o Juventude terá pela frente o Fortaleza, no sábado, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro.

FICHA TÉCNICA

JUVENTUDE 0 X 1 ATLÉTICO-MG

Local: Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS)
Data: 05/05/2025
Horário: 20 horas (de Brasília)
Árbitro: Bruno Pereira Vasconcelos (BA)
Assistentes: Alessandro Alvaro Rocha de Matos (BA) e Daniella Coutinho Pinto (BA)
VAR: Diego Pombo Lopez (BA)
Cartões amarelos: Jadson e Ewerthon (Juventude) / Everson e Alonso (Atlético-MG)
GOL: Gustavo Scarpa, aos 29′ do 1ºT (Atlético-MG)

JUVENTUDE: Marcão; Ewerthon, Wilker Ángel, Marcos Paulo e Allan Ruschel (Giovanny); Giraldo (Batalla), Jadson, Jean Carlos (Nenê), Mandaca (Caíque) e Ênio; Gilberto (Taliari). Técnico: Fábio Matias

ATLÉTICO-MG: Everson; Natanael; Rômulo, Alonso e Caio Paulista (Vitor Hugo); Rubens, Fausto Vera, Igor Gomes (Palacios) e Gustavo Scarpa; Tomás Cuello (Bernard) e Rony (João Marcelo). Técnico: Cuca

Fonte: Esportes

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Alisson iguala marca histórica de Gylmar e Taffarel ao iniciar sua terceira Copa como titular

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Ser titular da Seleção Brasileira em três Copas do Mundo da FIFA é para poucos. Entre os goleiros, apenas dois conseguiram a façanha: Gylmar, em 1958, 1962 e 1966, e Taffarel, nas edições de 1990, 1994 e 1998.

A partir do sábado (13), contra Marrocos, as duas lendas terão a companhia de um novo integrante no clube: Alisson Becker.

Titular absoluto da Seleção na última década, o goleiro do Liverpool chega a seu terceiro mundial, após participações em 2018 e 2022. Nas duas Copas do Mundo da FIFA anteriores, ele disputou nove jogos — ficou no banco apenas uma vez, contra Camarões, no Catar, quando Tite fez um rodízio em sua escalação.

O feito de Alisson é histórico e vem acompanhado de dois desafios: o primeiro é superar uma temporada em que sofreu quatro lesões. O segundo é igualar outro feito de Gylmar e Taffarel: os dois conquistaram o título da Copa do Mundo da FIFA.

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Gylmar dos Santos Neves, ídolo do Santos e do Corinthians, foi campeão mundial em 1958 e 1962, jogando todos os jogos das duas campanhas. Em 1966, ele esteve nas duas primeiras partidas, mas foi substituído por Manga na derrota para Portugal, que eliminou a seleção ainda na fase de grupos.

Taffarel, por sua vez, consagrou-se com o tetracampeonato em 1994, disputando todos os minutos das sete partidas. Ele virou herói nacional na final contra a Itália, ao defender a cobrança de Daniele Massaro na disputa por pênaltis, vencida por 3 a 2.

Brazil's Taffarel and Alisson on November 28, 2022. (Photo by IMAGO / PA Images)

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O ídolo como treinador

Alisson chega ao momento especial na carreira caminhando lado a lado de Taffarel, uma das lendas que ele iguala em sua terceira Copa do Mundo da FIFA. O ídolo do tetra hoje é o treinador de goleiros da seleção e trabalha diariamente com o camisa 1.

Taffarel é, também, a maior referência de Alisson. No projeto “Cartas que Unem”, da FIFA, o atual goleiro da Seleçãorecebeu uma mensagem de seu irmão, Muriel Becker, que lembra as aventuras dos irmãos na infância.

Na carta, Muriel cita o ídolo em memórias sobre as Copas de 1994 e 1998 e presenteia Alisson com uma camisa de goleiro, como a que Taffarel usou nos Estados Unidos.

Brazil's goalkeepers Alisson (L), Ederson (C) and Weverton (R) on January 29, 2022. (Photo by DOUGLAS MAGNO / AFP via Getty Images)

Temporada difícil

A presença de Taffarel é importante para Alisson no dia a dia, pela confiança que há entre ambos. Eles já trabalharam juntos no Liverpool, entre 2021 e 2025, além de quase uma década de parceria na seleção.

Além de questões técnicas nos treinamentos, Taffarel deu a Alisson a segurança de que ele teria seu espaço na seleção quando estivesse fisicamente bem. Esse apoio foi importante sobretudo na temporada 2025-26, quando o goleiro teve três lesões, a mais grave delas na coxa direita.

O problema físico tirou Alisson dos gramados por dois meses, entre março e maio deste ano. Ele só voltou a campo pelo Liverpool na última rodada da Premier League. Mas, na seleção, o clima nunca foi de corrida contra o tempo: a comissão técnica sempre esperou pelo seu titular.

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“Temos uma boa relação. Antes de ser o treinador de goleiro dele no Liverpool há alguns anos, temos uma amizade muito boa. Sabemos da qualidade e do potencial dele, tanto dentro como fora de campo. É um líder com otimismo e vontade de vencer muito grande”, disse Taffarel à FIFA.

MORRISTOWN, NEW JERSEY - JUNE 04: Alisson #1of Brazil poses for a portrait during the official FIFA World Cup 2026 portrait session on June 04, 2026 in Morristown, New Jersey. (Photo by Sarah Stier - FIFA/FIFA via Getty Images)

Subindo no ranking

Em sua terceira Copa do Mundo como titular da seleção brasileira, Alisson também deve ganhar posições na lista de goleiros brasileiros com mais jogos disputados no torneio.

Ele chega ao evento com 9 jogos disputados (são cinco em 2018, e quatro em 2022) e ocupa a quinta posição no ranking histórico. À sua frente, o gaúcho tem Taffarel (18 jogos), Gylmar (14) e Leão (14) e Júlio César (12).

Caso dispute as três partidas na fase de grupos, Alisson empatará com o ex-goleiro do Flamengo e da Internazionale. Caso a Seleção fique entre as quatro primeiras colocadas, serão oito jogos disputados — assim, o camisa 1 poderia chegar a 17 partidas, transformando-se no vice-líder da estatística.

Fonte: Esportes

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