Mato Grosso

Audiência Pública da Ager chega a Guarantã do Norte para ouvir a população sobre serviços públicos

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A Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager-MT) realizará em Guarantã do Norte, no dia 20 de agosto, mais uma etapa do ciclo de audiências públicas de Ouvidoria e Participação Social de 2025. O evento será às 19h, no auditório da Câmara Municipal, com transmissão ao vivo pelo canal oficial da Agência no YouTube.

O encontro tem como objetivo ampliar o diálogo com a população, esclarecer dúvidas e colher sugestões sobre os serviços públicos regulados pela Ager, como transporte intermunicipal de passageiros, rodovias pedagiadas, portos e hidrovias, energia elétrica, gás natural canalizado, ferrovia e saneamento básico.

Ao todo, serão realizadas oito audiências em diferentes regiões do Estado. O ciclo já passou por Lucas do Rio Verde, 7 de maio; Primavera do Leste,14 de maio; Pontes e Lacerda, 4 de junho; e Tangará da Serra, 18 de junho. Depois de Guarantã do Norte, as próximas etapas ocorrerão em Água Boa, 2 de setembro; Confresa, 4 de setembro; e Cuiabá, 1º de outubro.

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Para o diretor regulador de Ouvidoria e Saneamento da Ager, Jossy Soares, as audiências públicas são “instrumentos importantes do exercício do poder democrático do povo”.

“Nós vamos ouvir as percepções da sociedade sobre os serviços públicos regulados e fiscalizados pela Agência e prestados pelos concessionários, seja no transporte intermunicipal de passageiros, na energia elétrica ou nas rodovias pedagiadas. Será muito importante ouvir a população e os representantes das operadoras”, afirmou o diretor.

A iniciativa conta com o apoio das ouvidorias municipais, Câmaras de Vereadores e Prefeituras, fortalecendo a escuta ativa da população e contribuindo para a melhoria contínua dos serviços públicos delegados à iniciativa privada.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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