Educação

Aulão do Enem em Aracaju tem cerca de mil participantes

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O Ministério da Educação (MEC) realizou, nesta quarta-feira, 23 de setembro, em Aracaju, Sergipe, o 3º aulão preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O evento foi gratuito e reuniu aproximadamente mil estudantes na sede do Campus Aracaju do Instituto Federal de Sergipe (IFS). O evento contou com a presença do secretário de Gestão da Informação, Inovação e Avaliação de Políticas Educacionais do MEC, Evânio Antônio de Araújo, e da reitora do IFS, Ruth Sales Gama. 

“Esses aulões que estamos fazendo são uma tentativa de motivá-los e de criar mais oportunidades de ensino”, explicou o secretário. “Os alunos vêm cada vez mais acessando a universidade e é esse sucesso que nós queremos para todos. Então, ver tantos estudantes aqui para estudar e agarrar essa oportunidade é algo muito gratificante para nós”. 

A pouco menos de dois meses para a aplicação das provas, nos dias 8 e 15 de novembro, a iniciativa busca auxiliar os candidatos na preparação final, oferecendo uma programação pedagógica dividida em módulos temáticos. Quem compareceu ao evento teve acesso a atrações culturais, revisão de conteúdos e ferramentas digitais de apoio.  

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Aluna do IFS, Nicole Cristine comentou sobre as expectativas para o aulão e sobre a importância da iniciativa. “Eu espero aprender muito com tudo o que vimos aqui hoje e que os conteúdos do aulão possam me ajudar a fazer o Enem de uma forma mais tranquila. Desde o início do ano, eu venho me preparando bastante para as provas, inclusive eu utilizo o MEC Enem para complementar meus estudos”, completou. 

O MEC disponibiliza, além das revisões presenciais, um ecossistema gratuito de soluções digitais de apoio diário aos estudos. Por meio do aplicativo MEC Enem, os estudantes têm acesso a simulados interativos, banco de exercícios, videoaulas e orientações exclusivas para a prova de redação, além de ferramentas de organização da rotina de estudos.  

A preparação pode ser reforçada também pela plataforma MEC Idiomas, que oferece cursos gratuitos de inglês e espanhol em diferentes níveis de proficiência, e pelo MEC Livros, a biblioteca digital do Brasil, que reúne obras pedagógicas e de referência para leitura e download. Na página Guia do Enem, os estudantes também podem acessar dicas, vídeos, reportagens e perguntas frequentes para esclarecer dúvidas sobre o exame. 
 
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Gestão da Informação, Inovação e Avaliação de Políticas Educacionais (Segape) e do IFS 

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Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

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O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

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As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

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As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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