Mato Grosso

Avenida do CPA terá Parque Linear implantado junto com corredores de transporte

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As obras de construção de corredores de transporte para o sistema BRT preveem a implantação de um Parque Linear na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, mais conhecida como Avenida do CPA, em Cuiabá. No total, o parque terá 6,24 quilômetros de extensão, localizado no canteiro central da via.

O parque terá início próximo ao Viaduto da Avenida Miguel Sutil e seguirá até as proximidades do Hospital do Câncer.

O Parque Linear da Avenida do CPA será um corredor verde dentro de Cuiabá. O espaço será próprio para a prática de atividades físicas e de lazer. Ele terá ciclovia e pista de caminhada, além de espaços para instalação de outros equipamentos esportivos, promovendo uma integração entre o corredor de transporte e o tecido urbano.

As travessias de pedestres foram tratadas com pequenas praças urbanas, dotadas de alguns serviços. Em seu trajeto, também serão plantadas árvores de espécies do cerrado, adaptadas às condições climáticas locais.

Como os ônibus do BRT utilizarão pneus e serão movidos por baterias elétricas, não há a necessidade de instalação de rede elétrica aérea. Assim, é possível aumentar a arborização da cidade. O parque foi desenhado para manter as árvores existentes no canteiro central da Avenida Historiador Rubens de Mendonça, com a ciclovia permeando a vegetação.

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“Esse é um projeto para o transporte público, mas também para a requalificação das cidades. Com a criação do parque, iluminação adequada, calçadas melhores e melhorias na drenagem, preparamos Cuiabá e Várzea Grande com uma infraestrutura adequada”, explica o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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