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Bahia deve registrar redução na área cultivada de feijão em 2025, aponta Conab

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Clima adverso impacta produção

O estado da Bahia deve registrar redução na área cultivada de feijão-comum em 2025, segundo o 11º Levantamento de Safra divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A retração está associada a fatores climáticos, como falta de chuva durante o desenvolvimento da cultura e excesso de precipitações no período de colheita.

Outros desafios enfrentados pelos produtores

Além das condições climáticas, a Conab destaca que a diminuição da área plantada também decorre de dificuldades no financiamento bancário, perda de zoneamento agrícola, escassez de mão de obra, infestação recorrente de mosca-branca, substituição pelo milho e volatilidade de preços no período de colheita.

Produtividade em queda

A produtividade da cultura, segundo o levantamento, registrou queda em relação ao levantamento anterior. O relatório da Conab indica que as primeiras lavouras implantadas apresentaram vagens menos carregadas do que o esperado, consequência da infestação de mosca-branca. Além disso, excesso de chuvas e baixas temperaturas durante a floração prejudicaram o desenvolvimento das plantas.

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Precipitações irregulares e impacto no enchimento de grãos

Apesar da boa distribuição de chuvas na região Nordeste, a Conab observa que o aporte hídrico foi irregular entre o litoral e o interior. Períodos prolongados de nebulosidade e temperaturas baixas podem ter contribuído para a formação de vagens menores, e a redução de precipitações nas áreas mais recentes pode comprometer o enchimento dos grãos.

Lavouras em diferentes estágios de desenvolvimento

O levantamento aponta que as lavouras baianas seguem em variados estágios de crescimento, incluindo desenvolvimento vegetativo, floração e enchimento de grãos, refletindo o impacto das condições climáticas e fatores técnicos na produtividade da safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do agro atingem R$ 29,6 bilhões o primeiro quadrimestre

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As exportações do agronegócio de Minas Gerais alcançaram R$ 29,6 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano, consolidando o estado como o terceiro maior exportador do setor no País, com uma fatia de 10,6% de toda a receita cambial da agropecuária nacional.

Entre janeiro e abril, as fazendas e agroindústrias mineiras embarcaram 4,8 milhões de toneladas de produtos. De acordo com o balanço oficial da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o resultado reafirma a robustez do campo mineiro e a ampla inserção global do estado, que conseguiu acessar mais de 160 países com uma cesta diversificada de 500 produtos diferentes.

O grande destaque positivo do período ficou com o segmento de carnes, que despontou como o principal vetor de crescimento ao faturar R$ 2,94 bilhões com o envio de 160 mil toneladas ao exterior. O avanço de 8,2% na receita das proteínas foi impulsionado pela valorização da carne bovina no mercado internacional. A expansão das carnes e o desempenho favorável de setores como sementes, algodão, papel, frutas e bebidas comprovam que o estado avança na diversificação de sua pauta, criando defesas contra as oscilações de preços das commodities tradicionais.

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A escala exportadora confere ao estado a liderança isolada em mercados de nicho e produtos de alto valor agregado. O agronegócio mineiro responde atualmente por 71% de todas as exportações brasileiras de café, além de deter 30,5% das vendas externas de produtos apícolas, 20,4% de lácteos, 12,8% de rações para animais e 11,9% de produtos hortícolas, leguminosas e tubérculos. Essa capilaridade garante receita estável ao produtor e mantém o interior do estado dinâmico economicamente.

No mapeamento dos destinos internacionais, a União Europeia manteve a posição de principal parceiro comercial das frentes agrícolas mineiras, absorvendo R$ 8,67 bilhões, o equivalente a 29,6% da pauta total do quadrimestre. Embora o café represente a quase totalidade das compras do bloco, os produtos florestais registraram um salto de 42,8% e os embarques de carnes mais do que dobraram para o mercado europeu.

Já os países do Mercosul movimentaram R$ 418,2 milhões, registrando uma expansão de 10,1% no volume físico importado. A Argentina liderou as compras intrabloco com 63,2% de participação, absorvendo uma cesta diversificada de produtos de consumo como chocolates, lácteos e alimentos processados.

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O balanço do quadrimestre absorveu as acomodações de preços e volumes nas cadeias de maior peso, que registraram faturamentos expressivos apesar das bases comparativas elevadas do ano anterior. O café gerou uma receita de R$ 16,32 bilhões com o embarque de 7,4 milhões de sacas, enquanto o complexo soja garantiu a vice-liderança da pauta com R$ 5,81 bilhões injetados na economia mineira a partir do comércio de 2,71 milhões de toneladas. O complexo sucroalcooleiro complementou a receita externa do estado com R$ 1,37 bilhão faturados no período, consolidando o agronegócio como o principal motor produtivo do estado no comércio global.

Fonte: Pensar Agro

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