Cuiabá

Baixinha lembra da valorização do feirante no “Dia do Feirante”

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Larissa Malheiros – assessoria Vereadora Baixinha Giraldelli&nbsp

A vereadora Baixinha Giraldelli ( Solidariedade) lembrou, na manhã desta segunda-feira (25), a importância do feirante na sociedade, em comemoração ao Dia do Feirante. A parlamentar destacou o orgulho de ser feirante há mais de 30 anos.&nbsp
“Está no meu sangue, está na minha veia, lutar pelos feirantes. Minha bandeira é pela valorização de cada um deles, pois por meio desses profissionais é que conseguimos levar a comida até a mesa da população de Mato Grosso”, afirmou.
Baixinha, que começou vendendo laranja na beira do rio, atuou na feira livre desde a década de 90, em Mato Grosso.&nbsp
Uma de suas conquistas foi a mudança da feira livre para o Mercado do Porto. Na ocasião, Baixinha era a presidente dos feirantes. Vale ressaltar que a vereadora também foi presidente da feira do Verdão.&nbsp
Entre outras vitórias, o local onde atualmente se encontra o Centro de Distribuição Atacadista (Ceasa). No Ceasa, se consolidou como presidente por dois mandatos.&nbsp
Além disso, a parlamentar ressaltou a importância da categoria para o bem-estar social. ” Nós, feirantes, trabalhamos produzindo e comercializando. Levamos a comida fresca para a mesa da população e para a nossa. Precisamos reforçar sempre a importância do feirante na sociedade”, disse ela.&nbsp
A vereadora também comentou sobre a relevância que a atividade do feirante tem na economia. Segundo ela, esse tipo de comércio movimenta o as divisas financeiras, incentiva os empreendedores e abre espaço para os pequenos produtores.&nbsp
“São primordiais para a economia local. O trabalho no dia a dia, a dedicação do feirante com seus produtos e clientes fazem toda a diferença. Por isso, valorizar este dia é de suma importância para mostrar todos os dias a qualidade desse serviço”.
Dia do Feirante
No dia 25 de agosto é celebrado o Dia do Feirante, data em que se homenageia homens e mulheres que, antes mesmo do sol nascer, já estão nas ruas montando suas barracas. São profissionais que, além de movimentarem a economia regional e nacional, garantem a chegada de alimentos frescos à mesa das famílias brasileiras.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Estudantes indígenas conhecem história de Cuiabá em visita ao Complexo Biocultural do Porto

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Quarenta e dois estudantes da Escola Indígena Umutina, de Barra do Bugres, visitaram nesta sexta-feira (29) o Complexo Biocultural do Porto, em Cuiabá, conhecendo o Museu do Rio Cuiabá, o Aquário Municipal e a Orla do Porto. A atividade integrou uma programação educativa voltada à valorização do patrimônio cultural mato-grossense e ao fortalecimento da identidade dos povos originários.

Com idades entre 11 e 17 anos, os alunos participaram da visita acompanhados pelas professoras Eliane Boroponepa Monzilar, da Aldeia Boropó, e Ana Lúcia Calomezoré, da Aldeia Balotipone. O objetivo pedagógico foi conscientizar os estudantes sobre a importância da preservação do patrimônio cultural do Estado e promover reflexões sobre a história e as culturas indígenas.

A visita foi viabilizada pelo projeto Caminhos da Cultura, iniciativa criada em 2019 pelo artista plástico e produtor cultural Vicente Paulo. O projeto tem como proposta ampliar o acesso de estudantes da rede pública, além de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas, a museus, galerias e outros espaços de formação cultural. Desde sua criação, a iniciativa já aproximou mais de 11 mil alunos de equipamentos culturais em Mato Grosso.

“O projeto nasceu para proporcionar esse acesso aos estudantes da rede pública e também às comunidades tradicionais. Hoje estamos contemplando os Umutina, vindos de diferentes comunidades dessa grande nação indígena”, explicou Vicente Paulo.

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No Complexo Biocultural do Porto, os estudantes participaram de um roteiro guiado que apresentou aspectos históricos de Cuiabá por meio do acervo do Museu do Rio e das atrações do Aquário Municipal. A coordenadora pedagógica do Museu do Rio, Luana da Cruz Borema, explicou que o complexo está implantando um novo formato de recepção aos visitantes, com uma apresentação guiada que contextualiza a história da cidade antes da visita aos espaços expositivos.

Segundo ela, a proposta busca tornar a experiência mais educativa e aproximar os visitantes do patrimônio histórico e cultural de Cuiabá.

Para a professora Eliane Boroponepa Monzilar, a atividade representa uma oportunidade de intercâmbio de conhecimentos e de ampliação do repertório cultural dos estudantes.

“Esse projeto proporciona às crianças e aos jovens indígenas a oportunidade de conhecer outros saberes. Muitos deles nunca haviam visitado um museu. É uma troca importante entre o conhecimento do nosso povo e outros conhecimentos culturais, permitindo que compreendam melhor esses espaços e sua importância”, afirmou.

A fala da educadora reforça uma realidade observada em outras ações do Caminhos da Cultura. Em atividades recentes promovidas pelo projeto, estudantes da zona rural e de comunidades tradicionais também tiveram contato pela primeira vez com museus e espaços históricos da capital, vivenciando experiências que ampliam o aprendizado para além da sala de aula.

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A turismóloga Silvana Maria de Morais Abdala destacou o interesse demonstrado pelo grupo durante toda a visita. Segundo ela, as fotografias históricas e a maquete expostas no museu despertaram grande curiosidade entre as crianças e os adolescentes.

“Foi gratificante perceber o interesse deles em conhecer a história de Cuiabá e compreender melhor o espaço. As crianças, principalmente, demonstraram muita atenção e curiosidade durante toda a visita”, relatou a servidora, que atua há 18 anos na área do turismo.

Além do Complexo Biocultural do Porto, o roteiro dos estudantes incluiu visitas ao Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (MISC), à Galeria Lava Pés e ao Museu de História Natural de Mato Grosso, consolidando um dia de atividades voltadas ao conhecimento, à cultura e à formação cidadã.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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