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Banco Central amplia segurança do PIX com novo mecanismo de devolução para vítimas de fraudes

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O Banco Central (BC) anunciou nesta quinta-feira (28) mudanças no sistema de pagamentos instantâneos PIX. A principal novidade é o aperfeiçoamento do mecanismo de devolução de recursos em casos de fraudes, golpes ou coerção. A funcionalidade estará disponível de forma opcional a partir de 23 de novembro de 2025 e passará a ser obrigatória em 2 de fevereiro de 2026.

Como funciona a devolução atualmente

Segundo o BC, pelas regras atuais, a devolução só pode ser feita a partir da conta utilizada originalmente no golpe. No entanto, criminosos costumam transferir os valores rapidamente para outras contas, esvaziando a conta inicial. Isso dificulta a recuperação do dinheiro para as vítimas.

Rastreio de recursos e devolução em até 11 dias

Com as novas regras, o PIX passará a identificar os caminhos percorridos pelos valores após a fraude. Essas informações serão compartilhadas entre as instituições financeiras envolvidas na operação, permitindo a devolução em até 11 dias após a contestação da transação.

O Banco Central acredita que a medida aumentará a identificação de contas usadas em esquemas fraudulentos e facilitará a devolução dos valores, além de desestimular o uso dessas contas em novos golpes.

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Contestação facilitada pelo aplicativo

Outra mudança importante ocorrerá a partir de 1º de outubro de 2025. Todas as instituições participantes do PIX deverão disponibilizar em seus aplicativos um canal de autoatendimento para contestação de transações.

Essa ferramenta permitirá que os usuários solicitem a devolução dos valores de forma rápida e sem a necessidade de contato direto com atendentes. De acordo com o BC, a agilidade no processo aumenta as chances de que ainda haja saldo na conta do fraudador, ampliando as possibilidades de restituição para a vítima.

Expectativas do Banco Central

O BC reforça que o aprimoramento do mecanismo de devolução vai ampliar a segurança do sistema e reduzir os incentivos para práticas criminosas. Além disso, o compartilhamento de informações entre instituições financeiras deve impedir que contas já envolvidas em fraudes continuem sendo utilizadas para novos golpes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pescado na mesa, saúde no prato: lançamento da Semana do Pescado

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De 1º a 15 de setembro será realizada a Semana do Pescado 2026. Criada em 2003 pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), a iniciativa se firma como uma forma de incentivar o consumo de peixes, crustáceos e moluscos em todo o Brasil. Também tem o objetivo de valorizar o empreendedorismo pesqueiro. 

“Nós precisamos universalizar o consumo do pescado no Brasil. O setor produtivo está muito organizado. São pescadores, armadores, feiras e empresas que envolvem essa cadeia. O pescado brasileiro precisa estar na nossa mesa. Que a nossa população possa consumir o pescado que é altamente nutritivo”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo. 

A Campanha propõe que as pessoas criem o hábito de incluir o consumo do pescado ao menos uma vez por semana. A mobilização envolve as entidades: Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional do Comércio (CNC), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Associação Brasileira de Fomento ao Pescado (Abrapes), Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP) e Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC). 

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Pilares da Campanha:

– Saúde: foco técnico no bem-estar e nutrição;

– Curiosidade: descoberta de novas espécies e preparos.

– Prazer: a gastronomia como experiência de celebração e

– Hábito: consistência na rotina alimentar brasileira.

Segundo o Painel Unificado do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), no Brasil, há 1.776.366 pescadores, 35.442 aquicultores, 4.018 armadores, 1.069 empresas pesqueiras e 25.533 embarcações de pesca.

 

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura 

[email protected] 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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