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Batalhão Ambiental da PM apreende 52 quilos de pescado irregular em Várzea Grande

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Uma ação do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental prendeu um homem de 56 anos por transporte e comércio ilegal de pescado, na tarde deste domingo (14.12), em Várzea Grande. Com o suspeito, os policiais apreenderam 52 quilos de peixes de espécies proibidas de serem pescadas e fora das medidas permitidas pela legislação ambiental.

Pela Operação Piracema, os policiais militares receberam uma denúncia de que um homem estava vendendo peixes proibidos, em uma feira livre, no bairro Parque do Lago. A equipe se deslocou até o local indicado e identificou o suspeito informado na denúncia.

Com o homem, os militares flagraram diversas unidades de pescado irregular pesando, ao todo, 52,4 quilos. Entre as espécies estavam unidades de: Pintado, Cachara, Jurupoca, Chimboré, Pacu e Filé. A equipe também encontrou várias unidades de Piá e Piau-três-pintas abaixo da medida permitida.

Diante dos fatos, o suspeito foi encaminhado para a delegacia, para as providências que o caso requer. O pescado apreendido foi doado.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Policial

Polícia Civil celebra com história de dedicação de servidor aposentado

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Nascido em 15 de agosto de 1936, o investigador aposentado Antônio Assunção da Silva se prepara para completar 90 anos. Uma vida longa — e, em grande parte, dedicada a servir, vestindo a missão da Polícia Civil de Mato Grosso, em uma trajetória marcada por coragem, disciplina e amor ao que fazia.

Mais do que números, sua história é feita de vínculos: oito filhos, 16 netos e oito tataranetos — uma família construída ao longo dos anos, lado a lado com a profissão que escolheu.

Conhecido como “cana dura”, pela postura firme e leal, seu Antônio fala do passado com brilho nos olhos. As lembranças vêm carregadas de um tempo em que, segundo ele, o respeito era parte da rotina. “Era um tempo muito bom. Eu gostava muito do meu trabalho. Naquele tempo, o sujeito (o infrator) respeitava a gente”, diz, com a serenidade de quem viveu intensamente cada momento.

Entre tantas histórias, uma permanece viva na memória: o dia em que entrou sozinho na casa de um magistrado, em Juína, diante de um pistoleiro armado. “Eu entrei com a arma longa e falei: ‘é a polícia, você está preso’. E ele se entregou. Aí algemei e coloquei ele na veraneio (modelo das viaturas da época)”, recorda. Um episódio que resume bem o tipo de policial que foi: firme, direto e destemido.

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Natural de Poconé, seu Antônio construiu sua carreira em diferentes cidades de Mato Grosso — Cuiabá, Colíder, Peixoto de Azevedo, Sinop e Guarantã do Norte — até fixar raízes em Juína, onde também encerrou sua trajetória profissional, em 2003. Durante essa trajetória foi condecorado diversas vezes em razão do comprometimento com a instituição.

Mas a aposentadoria não o afastou daquilo que sempre fez parte de sua vida. Hoje, morando no complexo habitacional anexo à Delegacia de Juína, ele segue presente. Caminha pelos corredores, conversa com os policiais da ativa e compartilha histórias que atravessam gerações.

Ali, entre colegas e lembranças, onde é comumente chamado apenas por “Assunção”, ele ganhou um novo nome — talvez o mais simbólico de todos: “Lenda Viva”, por conta dos seus feitos, talentos e proezas notáveis, que o tornou uma pessoa icônica na instituição.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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