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Bioinseticida Cartugen® Max da AgBiTech Se Mostra Quatro Vezes Mais Eficaz em Ensaios Nacionais

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Cartugen® Max lidera mercado de biolagarticidas no Brasil

O mercado de biodefensivos agrícolas registrou crescimento de 18% na safra 2024-25, alcançando R$ 4,35 bilhões, segundo dados da consultoria Kynetec. Nesse cenário, a empresa AgBiTech manteve a liderança no segmento de biolagarticidas à base de baculovírus, com destaque para o bioinseticida Cartugen® Max, aplicado em soja, milho e algodão.

De acordo com o diretor de marketing da AgBiTech, Pedro Marcellino, ensaios conduzidos por diversas instituições de pesquisa no país comprovaram que o produto apresentou eficácia média de 81%, enquanto as quatro principais marcas concorrentes registraram média de 18% na mortalidade de lagartas.

Mais de 1,8 mil bioensaios confirmam eficácia superior

Os testes com Cartugen® Max foram realizados em mais de 45 localidades do país, somando 1,8 mil bioensaios de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D). Nesses estudos, o índice de mortalidade de lagartas alcançou 85%, enquanto a média de cinco outros bioinseticidas à base de vírus foi de 24%.

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“Esses números comprovam tecnicamente a consistência e a qualidade de Cartugen® Max. Não por acaso, o bioinseticida apresentou desempenho praticamente idêntico, com pequenas variações estatísticas, em todas as lavouras testadas”, afirmou Marcellino.

Desempenho consistente impulsiona liderança no setor

O resultado reforça o papel de Cartugen® Max como referência em controle biológico de lagartas no Brasil, contribuindo para a preferência dos produtores e consolidando a posição da AgBiTech como líder em biolagarticidas.

O desempenho superior do produto é atribuído à sua fórmula à base de vírus, que age diretamente sobre as pragas, oferecendo maior controle com menor impacto ambiental em comparação com soluções convencionais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Confinamento de bovinos exige protocolos mais rigorosos para garantir desempenho e reduzir custo por arroba

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Adaptação dos animais é o principal desafio no confinamento

O início dos ciclos de confinamento, a partir de abril em diversas regiões do Brasil, reforça a necessidade de atenção à adaptação dos bovinos dentro dos sistemas intensivos. A entrada de animais com diferentes origens e históricos sanitários tem se consolidado como o principal desafio para os pecuaristas.

Ao contrário do que se imagina, os maiores riscos não estão relacionados aos ectoparasitas, mas sim à heterogeneidade dos lotes, que pode comprometer o desempenho e aumentar os custos de produção.

Diferenças sanitárias elevam risco de doenças e perdas produtivas

Animais provenientes de diferentes propriedades chegam ao confinamento com níveis variados de imunidade e exposição a patógenos. Esse cenário aumenta a predisposição a doenças como pneumonias, clostridioses e dificuldades de adaptação alimentar.

A falta de uniformidade impacta diretamente a previsibilidade dos resultados, tornando o sistema mais sensível a variações de desempenho e exigindo manejo mais técnico.

Ectoparasitas têm menor impacto no ambiente de confinamento

Apesar da preocupação comum com carrapatos e mosca-dos-chifres, o ambiente de confinamento não favorece a permanência desses parasitas.

Mesmo quando os animais chegam infestados, os carrapatos tendem a cair entre 7 e 21 dias, sem possibilidade de reinfestação, já que o ciclo biológico não se sustenta nesse tipo de ambiente.

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Verminose compromete desempenho nas primeiras semanas

Por outro lado, a verminose continua sendo um fator relevante, principalmente nos primeiros 30 a 40 dias de confinamento. Animais parasitados apresentam menor ganho de peso inicial, maior variabilidade no lote e dificuldades de adaptação.

Nesse contexto, o protocolo sanitário na entrada dos animais, durante o processamento, é considerado um dos principais pontos de controle para garantir eficiência produtiva.

Padronização sanitária aumenta previsibilidade no sistema

A adoção de estratégias de vermifugação no momento da entrada permite corrigir e padronizar o status sanitário dos bovinos, criando condições mais favoráveis para o desempenho ao longo do ciclo.

O uso de produtos de amplo espectro e a adoção de práticas que reduzam o risco de resistência parasitária são fundamentais para garantir maior uniformidade entre os animais e melhor aproveitamento produtivo.

Estresse impacta consumo e desempenho dos animais

Outro fator crítico no confinamento é o estresse, provocado pela mudança de ambiente, dieta e manejo. Esse processo eleva os níveis de cortisol, afetando o consumo alimentar, a imunidade e o ganho de peso.

A redução do estresse é considerada estratégica para melhorar os resultados produtivos e diminuir perdas no sistema.

Tecnologias de bem-estar ganham espaço na pecuária intensiva

Diante desse cenário, cresce o uso de tecnologias voltadas ao bem-estar animal e à adaptação dos bovinos. Soluções que auxiliam na redução do estresse contribuem para melhorar o consumo, a ruminação e a hidratação dos animais.

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Na prática, isso se traduz em maior ganho médio diário, melhor rendimento de carcaça e menor tempo para atingir o peso ideal de abate.

Resistência parasitária exige manejo mais estratégico

O avanço da resistência parasitária também demanda atenção dos pecuaristas. O uso repetitivo de determinadas bases químicas pode reduzir a eficácia dos tratamentos ao longo do tempo.

Por isso, a adoção de protocolos sanitários mais completos e diversificados se torna essencial para manter a eficiência dos sistemas de produção.

Gestão sanitária define competitividade do confinamento

Mais do que um ambiente de terminação, o confinamento é um sistema de alta precisão, em que cada etapa influencia diretamente o resultado final.

A implementação de protocolos sanitários bem estruturados na entrada dos animais é determinante para garantir maior uniformidade dos lotes, melhorar o desempenho produtivo e reduzir o custo por arroba, aumentando a competitividade da atividade pecuária.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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