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BNDES aprova R$300 milhões para expansão da usina de etanol de milho da Neomille em Goiás

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) autorizou um financiamento de R$300 milhões destinado à ampliação da usina de etanol de milho da Neomille, localizada em Chapadão do Céu (GO). A informação foi divulgada pelo banco nesta segunda-feira (27).

Investimento estratégico e captação recente

Em outubro, a Neomille, subsidiária da Cerradinho Bioenergia, concluiu uma captação de R$500 milhões por meio de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA). Os recursos foram direcionados à aquisição de parte do milho necessário para a expansão da unidade industrial.

Aumento da capacidade de produção

O financiamento do BNDES permitirá à Neomille:

  • Produzir até 527 mil m³ de etanol de milho por safra;
  • Gerar até 265 mil toneladas de DDGS (grãos secos com solúveis, utilizados na nutrição animal);
  • Produzir até 21 mil toneladas de óleo de milho por safra.

Segundo Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, “esse projeto está alinhado aos objetivos da Nova Indústria Brasil (NIB), política industrial do governo do presidente Lula, pois contribui para fortalecer as cadeias de biocombustíveis do país e a transição energética para combustíveis mais limpos”.

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Perfil do Grupo Cerradinho

O Grupo Cerradinho atua na produção de etanol, açúcar, coprodutos do milho (DDGS e óleo) e energia elétrica, utilizando milho e cana-de-açúcar como principais matérias-primas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Abertura da Colheita do Arroz 2027: áreas experimentais no RS entram em fase de preparo com forrageiras de inverno

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Os organizadores da 37ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas já iniciaram o preparo das áreas experimentais que serão utilizadas na edição de 2027. O trabalho está sendo realizado na Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS), com foco na manutenção da qualidade biológica e química do solo.

A estratégia faz parte do manejo contínuo das lavouras demonstrativas e visa garantir melhores condições agronômicas para o cultivo do arroz na próxima safra de verão.

Manejo do solo começa meses antes da colheita

Embora o público associe a Abertura da Colheita do Arroz principalmente ao plantio e à colheita em si, o processo produtivo das áreas experimentais envolve etapas antecipadas de preparação do solo.

Após a realização da 36ª edição do evento, em fevereiro deste ano, as áreas que receberam as vitrines tecnológicas e a Lavoura Breno Prates passaram por novo ciclo de manejo.

Atualmente, os espaços estão sendo semeados com forrageiras de inverno, utilizadas como cobertura vegetal para preservação do solo até o próximo ciclo produtivo.

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A 37ª edição da Abertura da Colheita está prevista para ocorrer entre os dias 16 e 18 de fevereiro de 2027.

Forrageiras de inverno garantem qualidade do solo

O uso de plantas de cobertura é uma das principais estratégias adotadas no sistema de produção das áreas experimentais. O objetivo é manter a estrutura do solo protegida, além de preservar sua fertilidade e atividade biológica.

Segundo o diretor técnico da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), André Matos, o manejo com coberturas de inverno é essencial para garantir a sustentabilidade das áreas destinadas ao cultivo de arroz.

“A gente usa sempre essas coberturas de inverno visando a proteção do solo, com a preservação da qualidade biológica e química do mesmo. E, esse ano, fomos apoiados pelas empresas PGW e Raix, com coberturas modernas que estão sendo cada vez mais aprimoradas na sua utilização, visando a contribuição para a safra de verão”, explicou.

Mix de espécies reforça sustentabilidade do sistema

Neste ciclo de preparo, foi utilizado um mix de forrageiras e sementes de trevo, estratégia que contribui para melhorar a estrutura do solo, ampliar a fixação biológica de nitrogênio e reduzir a degradação ao longo do período de entressafra.

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As áreas experimentais funcionam como vitrines tecnológicas, permitindo a avaliação de práticas de manejo que podem ser aplicadas em larga escala pelos produtores de arroz no Rio Grande do Sul e em outras regiões de terras baixas.

Tecnologia e manejo antecipado fortalecem produção de arroz

O preparo antecipado das áreas reforça a importância da adoção de tecnologias de manejo conservacionista no cultivo de arroz irrigado.

Além de contribuir para a produtividade futura, as práticas adotadas pela Embrapa Clima Temperado e pela Federarroz buscam aumentar a eficiência do sistema produtivo e promover maior sustentabilidade agrícola.

Com isso, a preparação para a Abertura da Colheita do Arroz 2027 já começa a ganhar forma, consolidando o evento como referência nacional na difusão de tecnologias para a orizicultura brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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