O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na tarde de quinta-feira (26.09), um incêndio de grandes proporções que começou em uma área de vegetação e atingiu uma borracharia em Rondonópolis (214,6 km de Cuiabá). Não houve feridos.
A equipe do 3º Batalhão Bombeiro Militar (3º BBM) foi acionada por volta das 16h, por meio do número 193, após testemunhas relatarem que uma área próxima à BR-364 estava sendo consumida pelas chamas. Devido aos fortes ventos, o fogo se espalhou rapidamente.
Ao chegarem ao local, os bombeiros militares constataram que o incêndio já havia atingido uma área com materiais recicláveis, que, por serem altamente combustíveis, facilitaram a propagação das chamas até a borracharia.
Os bombeiros realizaram o combate direto ao incêndio com o apoio de três viaturas. Também procederam ao resfriamento das edificações vizinhas para evitar que as chamas atingissem outras estruturas e causassem danos maiores. Os militares conseguiram conter o incêndio e, em seguida, realizaram o rescaldo para prevenir a reignição das chamas. Não há informações sobre as causas do incêndio.
O Hospital Metropolitano, mantido pela Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT) em Várzea Grande, começou a realizar atendimento em grupo para pacientes em segunda consulta pré-operatória de cirurgia bariátrica.
Segundo a diretora do Hospital Metropolitano, Cristiane de Oliveira, este tipo de atendimento em grupo, que reúne cerca de dez pacientes com um acompanhante cada um, tornou-se uma estratégia valiosa para deixar a rotina clínica mais humanizada.
“Esta modalidade de consulta ocorre duas vezes por semana e acelera o processo de preparo cirúrgico, aumenta a produtividade da equipe e transforma o ambiente com um clima mais acolhedor para os pacientes que vão passar pelo mesmo procedimento de cirurgia bariátrica. A interação gera trocas de experiências enriquecedoras e fortalece a confiança no tratamento”, avaliou.
Conforme a psicóloga Larissa Slhessarenko, as orientações são transmitidas de forma coletiva, reduzindo o tempo de espera dos pacientes e otimizando a agenda da equipe multidisciplinar.
“O acolhimento é humanizado, abrindo espaço para debate, onde se esclarecem as dúvidas individuais, mas que muito frequentemente acabam esclarecendo as inseguranças dos demais pacientes e parentes também, criando assim uma melhor interação e uma rede de apoio mútua entre pessoas que passarão pelo mesmo procedimento, amenizando a ansiedade e possíveis receios da cirurgia”, concluiu.
A recepcionista Ferdnanda Fernandes, 35 anos, moradora de Nova Mutum, levou uma amiga para a sua consulta de retorno com a psicóloga nesta quinta-feira (25.6), gostou muito desta modalidade conjunta e até fez amizade com outros pacientes. “Foi muito bom. Tirei bastante dúvida com as meninas que fizeram”, contou.
A paciente está terminando o processo de avaliação para poder agendar a cirurgia bariátrica, com o objetivo de melhorar a sua diabetes e a sua saúde de forma geral. Ela elogiou a experiência do atendimento no hospital até o momento.
“Eu gostei muito do hospital, trata a gente bem, ajuda, porque quando a gente sai da cidade da gente para ir para outra cidade, a gente fica meio perdida, né? E ali não, eles me ajudaram. O meu processo está sendo muito rápido, muito rápido mesmo. Eu comecei o meu processo no dia 13 e já estou terminando. Eu já vou passar pela endrócrino e, se der tudo certo, eu já passo pela cirurgiã para agendar a minha cirurgia, mas eu gostei muito, eles atendem a gente muito bem”, afirmou Ferdnanda.
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