Mato Grosso

Governo entrega reforma do Arquivo Público e inaugura Espaço Memórias nesta quinta-feira (09)

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O Governo de Mato Grosso reinaugura, nesta quinta-feira (09.05), o prédio do Arquivo Público do Estado, e inaugura o Espaço Memórias. O evento será realizado às 8h, e contará com a presença do governador Mauro Mendes e do secretário de Planejamento e Gestão (Seplag), Basílio Bezerra. Foi investido R$ 1,4 milhão na reforma do edifício.

O Arquivo Público de Mato Grosso está instalado em um prédio tombado, localizado na Avenida Getúlio Vargas, que foi construído para abrigar a antiga Secretaria Geral. O Arquivo é o órgão central da política de gestão de documentos do Estado e de gestão da memória documental, possuindo a guarda de 54 mil caixas de documentos em seu acervo.

Já o Espaço Memórias será um novo espaço permanente de exposição da capital mato-grossense, que tem como tema da primeira exposição “Lugar de Memória”.

A exposição foi constituída a partir dos documentos de guarda do Arquivo Público e abrange os primeiros anos da colonização portuguesa, registrados na documentação escrita do século XVIII, e as fotografias que cobriram as mudanças do espaço urbano de Cuiabá, na segunda metade do século XX.

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Serviço
Reinauguração da Superintendência de Arquivo Público e inauguração do Espaço Memórias
Data: quinta-feira (09.05), às 8h
Local: Superintendência de Arquivo Público – Avenida Getúlio Vargas, 451, Centro – Cuiabá/MT

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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