Mato Grosso

Bombeiros combatem incêndio e atendem vítimas após colisão entre carro e ônibus

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) socorreu, na noite de sábado (11.4), duas vítimas de um acidente de trânsito na Avenida Antártica, no bairro Santa Rosa, em Cuiabá. Durante a mesma ocorrência, os bombeiros também combateram um incêndio no veículo envolvido.

As equipes de resgate e de combate a incêndio foram acionadas pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), por volta das 18h40, para atender uma ocorrência envolvendo uma colisão entre um ônibus e um carro.

No local, os bombeiros constataram que o impacto da colisão provocou o incêndio no veículo e que os dois ocupantes, o condutor e uma passageira, já haviam saído do automóvel, necessitando de atendimento pré-hospitalar.

O condutor estava deitado no chão, consciente e sem dores aparentes, mas apresentava sangramento no nariz. Ele informou que não estava usando cinto de segurança no momento do acidente. A passageira, por sua vez, estava sentada no chão, consciente e orientada, queixando-se de dor no tórax.

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Diante da situação, os bombeiros prestaram os primeiros atendimentos às duas vítimas, estabilizando-as e utilizando prancha rígida e colar cervical para garantir a segurança durante o transporte. Em seguida, elas foram encaminhadas a uma unidade de saúde para avaliação e acompanhamento médico adequado.

Paralelamente ao atendimento das vítimas, a equipe de combate a incêndio agiu com rapidez, controlando e extinguindo as chamas do veículo sem maiores intercorrências. Não há informações sobre as causas do acidente de trânsito.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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