Mato Grosso

Bombeiros fazem desencarceramento de vítimas de capotamento em Tangará da Serra

Publicado

O Corpo de Bombeiro Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, nessa quinta-feira (18.07), o desencarceramento de dois homens que ficaram presos nas ferragens de um caminhão de carga que perdeu o controle e acabou capotando quando descia a Serra de Tapirapuã, na MT-358, em Tangará da Serra (241 km de Cuiabá).

Após o acionamento da equipe, que ocorreu pelo número de emergência 193, a equipe da 3ª Companhia Independente Bombeiro Militar (3ª CIBM), se deslocou até o local, e iniciou os procedimentos de desencarceramento, empregando as devidas medidas de segurança para a retirada das vítimas.

Os bombeiros fizeram a retirada do motorista do veículo, que estava confuso e desorientado. Ele recebeu os primeiros socorros da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi encaminhado para uma unidade hospitalar, mas acabou não resistindo devido à gravidade dos ferimentos e lesões sofridos no acidente.

Já o passageiro, que também estava no caminhão, foi retirado dos destroços e não apresentava sinais vitais. O corpo foi encaminhado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) ao Instituto Médico Legal (IML) para os procedimentos legais necessários.

Leia mais:  Bombeiros do Futuro: Alunos aprendem a prevenir e combater incêndios florestais em Mato Grosso

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  Cão farejador do Gefron auxilia na apreensão de drogas em Cáceres

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  Cartões do SER Família começam a ser entregues em Cuiabá e Várzea Grande nesta segunda-feira (1º)

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana