Mato Grosso

Bombeiros Militares resgatam duas crianças em escolas no mesmo dia

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, nesta segunda-feira (23.3), duas ocorrências de salvamento envolvendo crianças em unidades de educação infantil no município de Sinop (a 480 km de Cuiabá). Uma criança ficou com dedo preso em um objeto plástico e outra com a cabeça presa em uma cadeira.

As ocorrências mobilizaram as equipes do 4º Batalhão de Bombeiros Militar (4º BMM), após acionamento para situações distintas que exigiam atuação técnica e cuidadosa das equipes.

Na primeira ocorrência, por volta das 13h15, os bombeiros foram acionados para atender uma criança em uma escola municipal no bairro Jardim Botânico, que estava com um objeto plástico preso em um dos dedos da mão. O material estava firmemente ajustado, provocando compressão e risco de comprometimento da circulação sanguínea.

Após avaliação inicial, a equipe utilizou uma mini retífica para cortar o objeto, empregando técnicas específicas de salvamento e proteção do membro. O procedimento foi concluído com sucesso, sem causar ferimentos. A criança apresentou apenas edema leve e permaneceu estável, sendo liberada no local.

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Já na segunda ocorrência, por volta das 15h50, a equipe foi acionada para uma escola de educação infantil no bairro Centro, onde uma criança estava com a cabeça presa na estrutura de uma cadeira.

No local, os bombeiros avaliaram a situação e utilizaram uma serra sabre para cortar parte da estrutura do mobiliário, garantindo a retirada segura da vítima. Após o resgate, a criança foi avaliada e não apresentava lesões aparentes, permanecendo sob os cuidados dos responsáveis e da equipe escolar.

A atuação rápida e técnica das equipes garantiu a resolução segura das duas ocorrências, evitando possíveis lesões às vítimas.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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