Mato Grosso

Bombeiros retiram vítima presa às ferragens de veículo após grave acidente na MT-473

Publicado

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, na manhã desta terça-feira (19.08), o desencarceramento de uma vítima que ficou presa às ferragens de um veículo após um grave acidente de trânsito na rodovia MT-473, a cerca de 100 km do município de Pontes e Lacerda (a 443 km de Cuiabá).

A equipe da 8ª Companhia Independente Bombeiro Militar (8ª CIBM) foi acionada por volta das 10h30 para atender a uma ocorrência de colisão frontal entre um carro de passeio e um ônibus que trafegava pela via. No local, os bombeiros constataram que uma das vítimas, um dos ocupantes do carro, encontrava-se preso às ferragens do veículo.

Com o impacto da colisão, a parte frontal do veículo ficou completamente destruída. O homem já estava em aparente óbito no momento da chegada da equipe. Os bombeiros, então, realizaram o desencarceramento da vítima, cujo corpo foi entregue à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Um segundo ocupante do carro sofreu ferimentos e foi socorrido por terceiros antes da chegada das equipe de emergência. Já o condutor do ônibus não ficou ferido.

Leia mais:  Assistência técnica fortalece produção de alimentos na Comunidade São Sebastião, em Santo Antônio de Leverger

Não há informações sobre as circunstâncias do acidente.

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  Posto Eleitoral de Juruena amplia horário de atendimento para aumentar biometria

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  PM prende três faccionados por tráfico de drogas e apreende dois quilos de entorpecentes

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana