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BR-070/MT recebe obras de revitalização e fortalece acesso ao Pantanal

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Em mais uma união entre logística e biodiversidade, o Ministério dos Transportes concluiu, nesta quarta-feira (20), um novo conjunto de obras de revitalização e manutenção na BR-070/MT, que dá acesso ao Pantanal mato-grossense. Com investimento superior a R$ 14,4 milhões, as intervenções, realizadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), contemplam um trecho de 50 quilômetros da rodovia, garantindo mais segurança, conforto e fluidez ao tráfego.

Os serviços realizados incluíram correção de defeitos na pista, aplicação de microrrevestimento asfáltico e execução de remendos profundos, ações que visam assegurar a qualidade do pavimento, prolongar a vida útil do asfalto e proporcionar viagens mais seguras aos usuários da rodovia.

Eficiência logística

Considerada rota essencial para a economia de Mato Grosso, a BR-070/MT é fundamental para o escoamento da produção agropecuária do município de Cáceres, no Oeste do estado, além do transporte de commodities como soja e milho provenientes de diversas cidades da região. Com as intervenções finalizadas, a região, que lidera o ranking nacional de produção de grãos e detém o maior rebanho bovino do país, ganha um novo impulso para o desenvolvimento local.

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Fortalecimento do ecoturismo

Um dos trechos beneficiados conecta a rodovia ao município de Poconé, localizado a cerca de 100 quilômetros de Cuiabá e reconhecido como a porta de entrada para o bioma Pantanal. A cidade é o ponto de partida para a Transpantaneira, uma eco-rodovia de 145 quilômetros com 122 pontes de madeira, que proporciona aos visitantes a oportunidade de observar a fauna local em seu habitat natural, incluindo jacarés, tuiuiús, capivaras, araras e onças-pintadas.

No período de seca, entre maio e setembro, o ecoturismo na região ganha maior destaque, atraindo turistas nacionais e internacionais com atividades como safáris fotográficos, passeios de barco, caminhões adaptados, trilhas e cavalgadas. Além disso, a BR-070/MT facilita o acesso ao Festival Internacional de Pesca Esportiva de Cáceres (FIPe), o maior evento de pesca esportiva do país e uma das principais competições de pesca embarcada em água doce do mundo.

Com informações do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT)

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Saiba quando coletores podem usar a plataforma dos caminhões

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A Norma Regulamentadora nº 38 (NR-38) estabelece regras de segurança para as atividades de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos. Entre as medidas previstas estão as condições para o uso das plataformas operacionais dos caminhões coletores compactadores pelos trabalhadores.

A plataforma pode ser utilizada pelos coletores durante a execução da atividade de coleta, dentro das áreas ou setores de coleta, desde que sejam observadas as medidas de segurança previstas na norma.

Quando o uso da plataforma é permitido?

Durante o deslocamento do caminhão na área de coleta, os coletores podem permanecer na plataforma, observadas as regras estabelecidas pela NR-38. Entre os principais cuidados estão:

– a subida e a descida da plataforma somente podem ocorrer com o veículo parado;

– a velocidade do caminhão deve ser limitada a 10 km/h;

– o motorista deve aguardar o acionamento do sinal sonoro pelo coletor antes de movimentar o veículo;

– os coletores não podem permanecer na plataforma durante manobras em marcha à ré;

– a organização deve monitorar o cumprimento do limite de velocidade, por meio de tacógrafo, sistema de rastreamento ou outro recurso adequado;

– a plataforma deve atender às especificações técnicas e de resistência previstas na regulamentação.

Também é proibida a permanência do trabalhador na plataforma durante o funcionamento do mecanismo de compactação.

Quando o uso da plataforma é proibido?

A NR-38 proíbe a utilização das partes externas do veículo como meio de transporte quando o caminhão deixa de realizar a coleta e passa a se deslocar entre diferentes locais.

Nessas situações, os trabalhadores não devem permanecer na plataforma. A regra se aplica aos deslocamentos:

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– entre a empresa e as áreas de coleta e no retorno;

– entre setores de coleta não adjacentes;

– até locais de transbordo;

– até locais de destinação final dos resíduos.

Nesses trajetos, o transporte dos trabalhadores deve ocorrer em veículo legalmente habilitado e em condições apropriadas.

E entre setores de coleta?

O uso da plataforma pode ser mantido entre setores adjacentes quando houver continuidade da atividade de coleta.

A regra, portanto, diferencia o deslocamento operacional realizado durante a coleta, em baixa velocidade e com paradas frequentes, do transporte de trabalhadores entre locais distintos.

Por que essas regras são importantes?

As medidas têm como objetivo reduzir o risco de acidentes e proteger a integridade física dos trabalhadores. A permanência na parte externa do veículo durante deslocamentos em velocidades mais elevadas aumenta o risco de quedas, atropelamentos e outros acidentes.

Por isso, é importante que trabalhadores, empregadores e responsáveis pela organização da coleta conheçam e cumpram as condições estabelecidas pela NR-38.

A NR-38 trata apenas do uso das plataformas?

Não. A norma estabelece um conjunto amplo de medidas de proteção para as atividades de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos.

Entre as medidas previstas estão regras relacionadas à ergonomia, esforço físico, movimentação de cargas, higiene, conforto, equipamentos de proteção e treinamento.

Para reduzir o esforço físico dos trabalhadores, por exemplo, a norma estabelece requisitos para os contentores móveis, determina que sejam posicionados em locais de fácil acesso e movimentação e prevê alternativas para reduzir o transporte manual de cargas quando o caminhão não puder ingressar na via.

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A NR-38 também prevê medidas de proteção e bem-estar, como:

disponibilização de pontos de apoio para necessidades fisiológicas e refeições;

fornecimento de água potável e fresca nas rotas e frentes de serviço;

disponibilização de água, sabão e material para secagem das mãos nos veículos utilizados em atividades com exposição à sujidade;

fornecimento de vestimentas, equipamentos e dispositivos de proteção contra os riscos da atividade;

proteção contra sol, chuva e frio, conforme as condições de trabalho;

treinamento teórico e prático sobre riscos, ergonomia, movimentação de cargas, segurança no trânsito e primeiros socorros.

Quando a NR-38 entrou em vigor?

A NR-38 foi aprovada pela Portaria MTP nº 4.101, de 16 de dezembro de 2022, e entrou em vigor em 2 de janeiro de 2024.

A norma foi construída por meio de processo tripartite, com participação de representantes do governo, dos trabalhadores e dos empregadores.

Em resumo

Pode usar a plataforma: durante a execução da coleta, dentro das áreas ou setores de coleta, respeitando as regras de segurança e o limite de velocidade de 10 km/h.

Não pode usar a plataforma: quando o caminhão estiver sendo utilizado para transportar trabalhadores entre locais, como no deslocamento entre a empresa e as áreas de coleta, entre setores não adjacentes, para locais de transbordo ou para a destinação final dos resíduos.

Atenção: entre setores adjacentes, a plataforma pode ser utilizada quando houver continuidade da atividade de coleta.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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