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Brasil amplia exportações de carnes e castanhas e abre novos mercados na Ásia e Caribe

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O agronegócio brasileiro segue avançando no mercado global com a abertura de novos destinos para proteínas animais e produtos florestais. O governo federal concluiu negociações que viabilizam exportações de carnes e castanhas para países estratégicos da Ásia e do Caribe, ampliando a diversificação da pauta exportadora e fortalecendo a presença do Brasil no comércio internacional.

As novas autorizações contemplam embarques para Filipinas, Cuba e Coreia do Sul, mercados com forte potencial de consumo e crescimento.

Filipinas ampliam espaço para carne bovina brasileira

No Sudeste Asiático, o Brasil passa a exportar carne bovina resfriada, com e sem osso, para as Filipinas, ampliando a participação no segmento de cortes refrigerados.

Com população estimada em mais de 115 milhões de habitantes, o país representa um mercado relevante para o agronegócio nacional. Em 2025, as Filipinas importaram mais de US$ 1,8 bilhão em produtos agropecuários brasileiros, evidenciando o potencial de expansão das vendas.

A abertura fortalece a cadeia da carne bovina e amplia as oportunidades para frigoríficos e exportadores brasileiros na região.

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Cuba autoriza exportação de carne bovina e suína com osso

No Caribe, Cuba autorizou a importação de carne bovina com osso e carne suína com osso, ampliando o portfólio de produtos brasileiros no país.

A medida complementa o acordo de pre-listing já existente entre as nações, que agiliza os processos de habilitação de plantas exportadoras e facilita o fluxo comercial.

Com cerca de 11 milhões de habitantes, Cuba representa uma oportunidade adicional para o escoamento da produção brasileira de proteínas animais.

Coreia do Sul diversifica compras com castanhas brasileiras

Na Ásia, a Coreia do Sul abriu mercado para produtos de maior valor agregado, incluindo:

  • castanha-do-brasil (com e sem casca)
  • castanha de baru
  • castanha de caju

Reconhecidas pelo alto valor nutricional e pela produção sustentável, as castanhas brasileiras ganham espaço em um mercado exigente e com elevado poder de consumo.

O país asiático, com cerca de 51,7 milhões de habitantes, importou mais de US$ 2,4 bilhões em produtos agropecuários brasileiros em 2025, consolidando-se como parceiro estratégico.

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Brasil alcança 600 aberturas de mercado desde 2023

Com os novos anúncios, o Brasil atinge a marca de 600 aberturas de mercado para o agronegócio desde o início de 2023, resultado da atuação conjunta do Ministério da Agricultura e Pecuária e do Ministério das Relações Exteriores.

O avanço reflete a estratégia de diversificação de destinos e produtos, reduzindo riscos comerciais e ampliando a competitividade do agro brasileiro no cenário global.

A ampliação de mercados para carnes e castanhas reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional de alimentos. Com demanda global crescente e novos acordos sanitários e comerciais, o agronegócio nacional segue expandindo fronteiras, agregando valor à produção e consolidando sua posição como fornecedor estratégico de alimentos para o mundo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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