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Brasil amplia exportações do agronegócio com novas aberturas de mercado na Nova Zelândia e na Turquia

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O Brasil avançou na ampliação de mercados internacionais para produtos do agronegócio após concluir negociações que permitem a exportação de novos itens agropecuários para a Nova Zelândia e para a Turquia. As medidas ampliam as oportunidades comerciais para diferentes cadeias produtivas brasileiras e reforçam a presença do país no comércio global de alimentos.

Com os novos acordos sanitários e comerciais, o agronegócio brasileiro chega à marca de 544 aberturas de mercado desde o início de 2023, resultado das ações de promoção comercial e negociação internacional conduzidas pelo governo federal.

Exportação para a Nova Zelândia inclui carne suína processada e bile ovina

No caso da Nova Zelândia, foi autorizada a entrada de carne suína termoprocessada e bile ovina produzidas no Brasil. A medida abre novas possibilidades de negócios em um mercado considerado estratégico, especialmente devido ao elevado poder aquisitivo dos consumidores locais.

De acordo com dados oficiais, o Brasil exportou aproximadamente US$ 107 milhões em produtos agropecuários para a Nova Zelândia em 2025, o que demonstra o potencial de expansão das relações comerciais entre os dois países.

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A inclusão de novos produtos no portfólio de exportações tende a diversificar a pauta comercial e ampliar a presença do agronegócio brasileiro naquele mercado.

Turquia abre mercado para mel e produtos apícolas brasileiros

Outro avanço ocorreu no comércio com a Turquia, que autorizou a importação de mel e outros produtos apícolas provenientes do Brasil.

A medida representa uma nova oportunidade para os produtores brasileiros do setor apícola, ampliando a participação do país em um mercado que já mantém forte relação comercial com o agronegócio nacional.

Em 2025, a Turquia importou mais de US$ 3,2 bilhões em produtos agropecuários brasileiros, com destaque para soja em grãos, algodão e café, consolidando-se como um parceiro relevante para o comércio agrícola brasileiro.

Aberturas de mercado reforçam presença global do agronegócio

Com as novas autorizações, o Brasil soma 544 aberturas de mercado internacional desde 2023, refletindo o avanço da diplomacia comercial voltada para o setor agropecuário.

A ampliação do acesso a novos destinos fortalece a competitividade dos produtos brasileiros e cria oportunidades adicionais para produtores e exportadores, contribuindo para o crescimento das exportações agrícolas.

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Parceria entre ministérios impulsiona negociações internacionais

Os resultados são fruto da atuação conjunta do Ministério da Agricultura e Pecuária e do Ministério das Relações Exteriores, responsáveis pelas negociações sanitárias e diplomáticas que viabilizam o acesso do agronegócio brasileiro a novos mercados internacionais.

Essa estratégia tem como objetivo ampliar a presença do Brasil no comércio global de alimentos e diversificar os destinos das exportações agropecuárias.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil exporta menos café em volume, mas mantém faturamento com preços elevados

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O Brasil exportou 35,4 milhões de sacas de café de 60 kg entre julho de 2025 e maio de 2026, segundo dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). O volume representa uma queda de 18% em relação ao mesmo período da safra anterior, quando os embarques somaram 43 milhões de sacas.

Apesar da redução na quantidade exportada, o desempenho financeiro do setor se manteve praticamente estável. A receita acumulada atingiu US$ 13,6 bilhões, levemente abaixo dos US$ 13,7 bilhões registrados na temporada 2024/25. O resultado evidencia que a valorização do grão no mercado internacional compensou a menor disponibilidade do produto brasileiro.

Preços altos sustentam receita mesmo com queda nas exportações

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o desempenho do café brasileiro ao longo da safra 2025/26 foi impactado por uma combinação de fatores, especialmente a menor produção e os estoques internos historicamente reduzidos.

Com a oferta limitada, o café disponível foi sendo gradualmente comercializado ao longo do ciclo, o que reduziu significativamente os volumes remanescentes para negociação. Em paralelo, os preços elevados permitiram maior capitalização dos produtores, que não demonstraram necessidade de acelerar a venda dos estoques restantes.

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Esse cenário contribuiu para a queda nos embarques, mesmo com o Brasil mantendo forte competitividade no mercado internacional.

Nova safra avança, mas impacto nas exportações será gradual

Segundo pesquisadores do Cepea, a colheita da safra 2026/27 começou a ganhar ritmo em maio, impulsionando o avanço das negociações no mercado interno. No entanto, o impacto desse novo ciclo ainda não aparece de forma significativa nos dados de exportação.

Isso ocorre porque o café recém-colhido precisa passar por etapas de preparo, secagem e beneficiamento antes de estar apto para embarques em maior escala. Dessa forma, o reflexo da nova safra sobre os volumes exportados deve ocorrer de maneira gradual ao longo dos próximos meses.

O Cepea avalia que parte desse movimento já pode ser percebida nos dados de junho, embora ainda de forma parcial, com tendência de aumento progressivo na oferta exportável conforme a safra avança.

Perspectivas para o setor cafeeiro brasileiro

O comportamento recente do mercado reforça o papel dos preços internacionais como principal fator de sustentação da receita do setor cafeeiro brasileiro em um cenário de menor oferta. Ao mesmo tempo, a transição para a nova safra tende a redefinir o equilíbrio entre volume e valor nas exportações nos próximos meses.

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Com a entrada gradual da produção 2026/27 no mercado, a expectativa é de recuperação parcial dos embarques, ainda que condicionada ao ritmo de beneficiamento e à dinâmica de demanda global pelo café brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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