Economia

Brasil Mais Produtivo é vitrine da Nova Indústria Brasil, afirma secretário Uallace Moreira

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Na 1ª reunião do Comitê de Orientações Estratégica do programa Brasil Mais Produtivo em 2026, o secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Uallace Moreira, destacou a consolidação do programa como um pilar estratégico da Nova Indústria Brasil (NIB). Na abertura do encontro, o secretário reforçou o papel da iniciativa no fortalecimento das Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs).

Moreira enfatizou que o programa é fundamental para enfrentar o desafio de aumentar a produtividade nas pequenas empresas. Ele destacou a importância da evolução do programa para suas fases mais avançadas (3ª e 4ª modalidades), que envolvem não apenas consultoria organizacional, mas inovação tecnológica e transformação digital de fato.

“O Brasil Mais Produtivo se transformou na janela da Nova Indústria Brasil”, afirmou o secretário. “As micro e pequenas empresas geram muito emprego, mas enfrentam barreiras estruturais para a transformação tecnológica. Nosso desafio é fortalecer as linhas de crédito e a inovação para que elas elevem seu patamar competitivo”, afirmou o secretário

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O secretário defendeu que o Brasil Mais Produtivo deve ser encarado como uma política de Estado, com foco no aprimoramento contínuo. Ele ressaltou, ainda que o sucesso do programa é reflexo da colaboração institucional.

O Brasil Mais Produtivo é coordenado pelo MDIC e conta com a parceria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Na reunião, foi apresentado um balanço das quatro modalidades disponibilizada pelo programa com o objetivo de apoiar MPMEs brasileiras a aumentar a produtividade, a eficiência energética e a competitividade, por meio da transformação digital e do uso de tecnologias inovadoras nacionais.

A Modalidade I já alcançou 48,4 mil empresas industriais engajadas na plataforma de produtividade. A segunda modalidade é de Melhoria de Gestão e já alcançou 28,6 mil empresas industriais e 58 mil empresas de comércio e serviços. Para a Otimização de Processos Industriais, a Modalidade III já atendeu 15,6 mil micro e pequenas empresas e 971 médias empresas industriais.

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Dentro da Modalidade IV, de Transformação Digital, os projetos Smart Factory já alcançaram 234 novos fornecedores com 6,1 mil validações previstas. Além disso, 233 empresas médias receberam consultoria para a construção do plano de desenvolvimento digital. O PD&I da Embrapii tem 316 projetos e já atendeu 362 MPMEs.

As MPMES interessadas em participar do programa podem obter mais informações e realizar sua inscrição por meio do site: https://brasilmaisprodutivo.mdic.gov.br

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Economia

Corrente de comércio brasileira alcança US$ 56 bi no mês de maio

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No mês de maio de 2026 as exportações somaram US$ 32 bilhões e as importações, US$ 24,1 bilhões, com saldo positivo de US$ 8 bilhões e corrente de comércio de US$ 56 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 149 bilhões e as importações, US$ 116 bilhões, com saldo positivo de US$ 33 bilhões e corrente de comércio de US$ 264 bilhões.

Esses e outros resultados foram divulgados nesta quarta-feira (3/6), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

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Nas exportações, comparados o mês de maio / 2026 (US$ 31,9 bilhões) com maio / 2025 (US$ 29,92 bilhões), houve crescimento de 6,6%. Em relação às importações houve crescimento de 5,3% na comparação entre o mês de maio / 2026 (US$ 24,08 bilhões) com o mês de maio / 2025 (US$ 22,86 bilhões).

Assim, no mês de maio/2026 a corrente de comércio totalizou US$ 56 bilhões e o saldo foi de US$ 7,82 bilhões. Comparando-se este período com o de maio/2025, houve crescimento de 6,1% na corrente de comércio.

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Nas exportações, comparado o valor de janeiro/maio 2026 (US$ 148,57 bilhões) com o de janeiro/maio – 2025 (US$ 136,68 bilhões) houve crescimento de 8,7%. Em relação às importações, houve crescimento de 3,2% entre o valor do período de janeiro/maio – 2026 (US$ 115,91 bilhões) com janeiro/maio – 2025 (US$ 112,35 bilhões). Por fim, o valor da corrente de comércio totalizou US$ 264,48 bilhões e apresentou crescimento de 6,2% na comparação entre estes períodos.

Exportações e Importações por Setores

No mês de maio/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores foi o seguinte: crescimento de US$ 0,73 bilhão (9,8%) em Agropecuária e de US$ 1,37 bilhão (9,0%) em produtos da Indústria de Transformação. Houve queda de US$ 0,13 bilhão (1,9%) em Indústria Extrativa.

Já comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores foi o seguinte: crescimento de US$ 1,34 bilhão (6,3%) em produtos da Indústria de Transformação; queda de US$ 0,04 bilhão (7,8%) em Agropecuária e de US$ 0,1 bilhão (10,1%) em Indústria Extrativa.

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No acumulado de janeiro a maio/2026, comparando com igual período do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores foi o seguinte: crescimento de US$ 2,36 bilhões (7,3%) em Agropecuária; de US$ 5,37 bilhões (17,3%) em Indústria Extrativa e de US$ 4,08 bilhões (5,6%) em produtos da Indústria de Transformação.

No acumulado do ano atual, comparando com igual período do ano anterior, o desempenho dos setores importadores foi o seguinte: crescimento de US$ 4,34 bilhões (4,2%) em produtos da Indústria de Transformação; queda de US$ 0,53 bilhão (19,0%) em Agropecuária e de US$ 0,31 bilhões (6,2%) em Indústria Extrativa.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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