Agro News

Buntech Agro expande atuação na América do Sul com aquisição de quatro empresas de tecnologia de sementes

Publicado

A Buntech Agro, braço do Grupo BUN, anunciou a aquisição de 100% das operações do Grupo CSI, formado pelas empresas Brasil Sementes (Brazil Seed Tech), Coating Supply do Brazil, Austral Seed Tech (Chile) e Techno Seeds (Argentina). A operação marca a entrada estratégica do Grupo BUN no segmento de tecnologia de sementes, reforçando sua presença no agronegócio sul-americano.

Expertise do Grupo CSI em soluções para sementes

Fundado em 2000 por Josep Trias, o Grupo CSI é referência em análise, tratamento, priming e coating de sementes de hortaliças como alface, chicória, cebola, tomate e pimentão, além de tabaco e flores. Com unidades produtivas no Brasil, Chile e Argentina, a empresa atende produtores em diversos países da América do Sul.

Josep Trias seguirá à frente das atividades de pesquisa e desenvolvimento, com foco na ampliação do portfólio tecnológico para novas culturas, como cenoura e melancia, além de coordenar os times comercial, operacional e técnico. “Nosso objetivo é criar soluções que otimizem a semeadura e a germinação em ambientes desafiadores”, afirma Trias.

Leia mais:  Síntesis del día — COP15 — 28 de marzo
Grupo BUN reforça inovação e presença global

O Grupo BUN é um conglomerado industrial com atuação global em setores como mineração, higiene, bens de consumo e agricultura. Com sede administrativa e centro de inovação em Indaiatuba (SP), o grupo conta com 13 plantas industriais, sendo seis fora do Brasil, e mais de 1.300 colaboradores.

Para Lars Reibel, CEO do Grupo BUN, a entrada no segmento de tecnologia de sementes fortalece a cadeia de valor agrícola. “A combinação da infraestrutura global e da capacidade de inovação do Grupo BUN com a excelência técnica de Josep Trias nos posiciona para entregar soluções de alto valor agregado aos produtores. Vamos também investir no fortalecimento da equipe comercial do CSI, aproximando-nos ainda mais dos clientes e ampliando o crescimento”, explica Reibel.

Expansão na América do Sul e perspectivas globais

Com a operação, o Grupo BUN amplia sua presença em mercados estratégicos da América do Sul e abre caminho para futuras expansões globais, incluindo o continente asiático, consolidando sua posição como fornecedor de soluções inovadoras e sustentáveis para o agronegócio.

Leia mais:  Aumento dos custos pressiona margens e desafia produtores de leite em Mato Grosso

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

publicidade

Agro News

Entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União no Amazonas

Publicado

Um marco histórico para a aquicultura no Amazonas foi registrado nesta sexta-feira (25), no município de Iranduba, com a entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União para produção de pescado no estado. O documento permitirá ao usuário produzir tambaqui e representa uma nova etapa para o desenvolvimento da atividade aquícola na região, fomentando a geração de emprego e renda.

Durante a agenda em Manaus, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou o caráter inédito da iniciativa e a importância de ampliar o acesso às águas públicas para fortalecer a produção de pescado no país. “É de forma histórica que acontece a primeira entrega aqui no Amazonas. Estamos entregando para um usuário do município de Iranduba, que irá produzir em torno de 120 toneladas de tambaqui ao ano, gerando emprego, gerando oportunidade e gerando renda”, afirmou o ministro.

A iniciativa reforça o potencial do Amazonas para a produção de pescado e a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da pesca e da aquicultura. Segundo o ministro, o estado reúne uma forte vocação para a atividade, com cerca de 151 mil pescadores e pescadoras e uma produção estimada em 80 mil toneladas de pescado por ano.

Leia mais:  Aumento dos custos pressiona margens e desafia produtores de leite em Mato Grosso

Ciência e inovação para fortalecer a aquicultura

Na segunda parte da agenda em Manaus, o ministro Edipo Araujo visitou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), onde conheceu as obras de reforma do laboratório voltado à aquicultura. A visita reforçou a importância da ciência e da pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, formação de profissionais e avanço da produção aquícola na Amazônia.

O espaço é considerado estratégico para a geração de conhecimento e para a formação de novos pesquisadores na área. Para o ministro, o fortalecimento da pesquisa é fundamental para ampliar a capacidade produtiva do setor e aumentar a competitividade do pescado brasileiro. “E só para lembrar que a aquicultura não é futuro, a aquicultura já é presente. Já é a cadeia produtiva do pescado que mais coloca alimento para a nossa mesa advindo das nossas águas. E por isso nós precisamos cada vez mais incentivar a pesquisa na aquicultura, crescer em inovação, crescer em tecnicismo, para que a gente possa despontar e concorrer com o mundo”, afirmou.

A visita ao INPA integra a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura voltada à aproximação com instituições de pesquisa e ao fortalecimento da ciência como instrumento para impulsionar a cadeia produtiva do pescado. A iniciativa também reforça a atuação na Amazônia, região estratégica para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura brasileira.

Leia mais:  Plano Safra amplia crédito e abre novas oportunidades para o agro

Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicutura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

Continue lendo

Mais Lidas da Semana