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Cachaça Seleta celebra 45 anos com lançamento de edição especial Cinco Madeiras em garrafa de porcelana

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Em comemoração aos seus 45 anos, a Cachaça Seleta, tradicional marca de alambique de Salinas (MG), lança a Seleta Cinco Madeiras Porcelanas Asas, uma edição limitada que reúne os sabores e aromas das cinco madeiras utilizadas na produção da bebida. A novidade chega em uma garrafa de porcelana de 670ml, no formato de cabeça de águia, símbolo da marca, com graduação alcoólica de 40% e 4,5 anos de envelhecimento.

Segundo a empresa, o lançamento é resultado de um processo cuidadoso de blend, que preserva as características sensoriais de cada madeira:

  • Umburana: notas adocicadas de baunilha e canela.
  • Bálsamo: aroma marcante com amargor elegante.
  • Carvalho Francês: suavidade e leve tostado.
  • Ipê-amarelo: leve doçura e delicadeza.
  • Jequitibá: madeira neutra que proporciona frescor e leveza.

“Reunimos em um só produto o que temos de melhor em nossas cachaças. O resultado nos surpreendeu pela complexidade e harmonia de sabores. Acreditamos que também vai surpreender e conquistar os consumidores”, afirma Gilberto Luiz, diretor executivo da Seleta.

Colecionadores podem completar a coleção Porcelanas Asas

A nova edição fecha a coleção Asas, que já contava com oito sabores anteriores, permitindo que colecionadores e consumidores completem o símbolo da marca. A bebida também se destaca pela versatilidade: pode ser apreciada em doses ou utilizada em coquetéis de alta coquetelaria.

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O produto já está disponível na loja oficial da Seleta (www.lojaseleta.com.br) pelo valor de R$ 259,90 e, em breve, será comercializado nos principais marketplaces, adegas e supermercados do Brasil.

Saliboa recebe nova identidade visual

Além da edição comemorativa, a Seleta prepara outra novidade para 2025: a nova identidade visual da linha Cachaça Saliboa, um dos rótulos mais tradicionais da marca. Com design moderno, a atualização mantém a essência e qualidade que conquistaram os consumidores ao longo dos anos.

Armazenada em tonéis de ipê-amarelo, árvore símbolo do Brasil, a Saliboa apresenta coloração naturalmente amarelada e é conhecida por ser a cachaça mais perfumada da marca. De sabor macio, corpo marcante e teor alcoólico mais elevado, é indicada para paladares exigentes que buscam uma experiência sensorial diferenciada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Rainha das águas no inverno: Aprenda a fazer tainha ao molho

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A tainha pode ser feita assada, frita, ensopada, em caldo, com feijão ou feita no feijão, como alguns catarinenses costumam consumir. Esta é uma receita de tainha ao molho com um preparo acessível, cheio de caldo e perfeito para acompanhar arroz branco.

Ingredientes

1 quilo e meio de tainha;
1 unidade de limão espremido;
300 gramas de molho de tomate;
200 ml de leite de coco;
1 unidade de cebola cortada em rodelas finas;
1 unidade de pimentão cortado em rodelas finas;
1 unidade de pimentão vermelho cortado em rodelas finas;
sal, alecrim e pimenta-do-reino a gosto;

Modo de Preparo

1.Tempere a tainha com suco de limão, sal, pimenta do reino, alecrim e deixe descansar por alguns minutos;
2.Em uma travessa, coloque camadas do peixe, da cebola e dos pimentões, alternando entre as camadas;
3.Em outra vasilha misture o molho de tomate e o leite de coco;
4.Despeje a mistura sobre o peixe na travessa;
5.Leve ao forno pré-aquecido em 180ºC, por 45 minutos, ou até que o molho esteja fervendo;
6.Retire o refratário cuidadosamente e sirva.

Opcional: acrescentar uma porção de purê de batata ou arroz branco e salada

Produção pesqueira

Tainha é o nome popular dado a várias espécies de peixes da família dos mugilídeos, que engloba mais de 70 espécies, distribuídas em 20 gêneros. No Brasil, muitas espécies são conhecidas também pelos nomes de parati, saúna, curimã, tapiara, targana, cambira, muge, fataça, entre outros. A temporada de pesca da tainha (Mugil liza) no Brasil concentra-se nos litorais das regiões Sul e Sudeste entre maio e julho, quando grandes cardumes sobem do Sul em direção ao Sudeste para reprodução.

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A tainha (Mugil liza) é um importante recurso pesqueiro para os pescadores(as) da região Sul e Sudeste do Brasil. O estado de Santa Catarina, possui uma costa de 531 km (7% do litoral brasileiro), é o estado que mais captura tainha no cenário nacional, sendo responsável por 45% da captura. Em seguida, aparece o Rio Grande do Sul, com 30%. Ou seja, apenas os dois estados respondem por 3/4 da produção no país.

O esforço de captura é dividido por diferentes modalidades: pesqueiras, artesanais, industriais e amadores. Dentre as modalidades artesanais, pode-se citar o arrasto de praia, emalhe costeiro (rede de emalhe liso e anilhado) e a pesca com redes de emalhe no Estuário da Lagoa dos Patos. Além disso, diversos pescadores capturam a espécie ao longo das lagoas e lagunas utilizando a tarrafa. Por outro lado, a pesca industrial se caracteriza pela prática de cerco, utilizando embarcações do tipo traineira.

A pesca da tainha tem grande relevância social e cultural, onde a prática é também reconhecida como patrimônio imaterial em diversas localidades do litoral sul e sudeste. A produção oriunda das capturas garante fonte de emprego e renda, segurança alimentar e nutricional, dando continuidade à uma prática que emerge como herança dos saberes indígenas, afro-brasileiros e açorianos. Parte significativa da produção visa à exportação de ovas, considerada iguaria em diversos países, por meio de preparos como a bottarga (ovas salgadas e secas).

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O Governo Federal reforça a importância da comida na mesa de quem precisa. De 2023 a 2025, houve redução da insegurança alimentar para menos de 2,5%. É a retomada do combate à fome e à pobreza. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU), o Brasil não está mais no mapa da fome. Esta é a segunda vez que o governo retira o país dessa condição: a primeira foi em 2014.

Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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