Cuiabá

Calçadão da Galdino Pimentel ganha nova edição da Feira do Centro

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A Feira do Centro entra em uma nova fase e passa a ser realizada, a partir da próxima edição, neste sábado (11), no Calçadão da Rua Galdino Pimentel, no centro histórico de Cuiabá. A mudança libera o trânsito na Avenida 13 de Junho e concentra a movimentação de pedestres em um espaço mais tradicional e adequado. O local acaba de receber melhorias na iluminação pública e passará por limpeza com o apoio de caminhão-pipa.

“No próximo sábado, vamos testar o novo local, levando esse movimento também para outras ruas. Tem sido muito bom. Tivemos uma atração de público excelente, e o mais importante é ver as pessoas voltando a ocupar o centro com alegria e segurança”, afirmou o prefeito Abilio Brunini, que vem acompanhando a programação de perto, caminhando entre as barracas e conversando com feirantes, lojistas e consumidores.

Cultura, lazer e boas vendas movimentam o centro histórico

As três edições anteriores contaram com público expressivo, aprovação popular e resultados positivos para os comerciantes. Idealizado pelo prefeito e coordenado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, o projeto vem se consolidando como uma das principais ações da Prefeitura para revitalizar o comércio e devolver vida ao coração da cidade.

Na última edição, realizada no sábado (4), na Rua 13 de Junho, o evento transformou o centro histórico em um grande ponto de encontro, com feira livre, artesanato, antiguidades, produtos da agricultura familiar e atrações culturais. Apresentações de siriri com o grupo Laura de Vicuña, do bairro Pedra 90, e o show do músico Neto Morais animaram o público, garantindo um clima festivo e familiar.

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Nova fase: Calçadão da Galdino Pimentel será o novo endereço

Com a transferência para o Calçadão da Galdino Pimentel, todos os feirantes que participaram das edições anteriores serão realocados para a nova área. Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fernando Medeiros, a feira vem sendo realizada em caráter experimental, com avaliação constante para aprimorar o formato.

“Já cadastramos mais de 70 feirantes e estamos testando diferentes modelos para fortalecer o comércio local e gerar desenvolvimento. O balanço é muito positivo: o público aderiu, os lojistas aprovaram e os resultados são visíveis”, destacou.

O secretário-adjunto Gustavo Vandoni reforçou que o projeto é parte de um esforço maior da gestão municipal para reoxigenar o comércio do centro histórico, unindo lazer, economia e cultura. “A Feira do Centro é mais do que um evento. É uma estratégia de ocupação urbana e de estímulo ao comércio tradicional, que tanto faz parte da identidade cuiabana. Queremos que as pessoas venham”, pontuou.

Novidades e fortalecimento do comércio local

Além da feira livre e dos produtos artesanais, a nova edição reforçará o Espaço do Desapega, onde o público poderá vender, trocar ou negociar itens em bom estado; o setor de antiguidades, que ganha força; e a Feira da Agricultura Familiar, com produtos direto do campo. Haverá ainda atrações musicais e artísticas ao longo do dia, reforçando o caráter cultural da iniciativa.

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A comerciante Anette Zephirin comemorou os resultados. “Graças a Deus está sendo ótimo, o movimento é grande e os clientes procuram de tudo. As vendas aumentaram bastante”, contou. Já Cirlene Maria Salles Soares, produtora de pães e doces caseiros, afirmou que o faturamento cresceu cerca de 30%. “Foi minha primeira vez na feira e fiquei muito feliz com o resultado. As pessoas estão comprando e elogiando nossos produtos”, disse.

Segurança e revitalização permanente do centro

A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública, com apoio da Polícia Militar e do programa Atividade Delegada, garante a segurança e a tranquilidade do público. A Secretaria de Ordem Pública (Sorp) atua para manter a fluidez e o ordenamento nas áreas interditadas e nos passeios públicos.

“Queremos devolver vida ao coração da cidade. O centro de Cuiabá precisa ser um espaço vivo, seguro e atrativo, onde as pessoas circulem, comprem e convivam. A Feira do Centro é um passo importante nesse caminho”, reforçou o prefeito Abilio Brunini.

Com o sucesso das primeiras edições, a Feira do Centro deixa de ser apenas um projeto experimental e se transforma em uma ação permanente de revitalização urbana e fortalecimento econômico, reunindo cultura, tradição e oportunidades em um mesmo espaço.

#PraCegoVer

A imagem mostra tendas de comerciantes na Feira do Centro, realizada na Rua 13 de Junho, em Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Prefeitura e Iphan articulam parceria para destravar obras no Centro Histórico

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O diálogo entre a Prefeitura de Cuiabá e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que já vinha sendo conduzido com a superintendência estadual, agora ganha encaminhamento em nível nacional. Neste sábado (18), representantes do Iphan estiveram no gabinete do prefeito Abilio Brunini, junto com o secretário municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, José Afonso Portocarrero, para discutir uma parceria voltada à desburocratização de reformas e intervenções no Centro Histórico da capital.

No mesmo dia também foi realizada a entrega do casarão restaurado na Praça do Rosário, no Centro Norte de Cuiabá, marcando o retorno da família ao imóvel e um avanço nas ações de preservação do patrimônio histórico. Durante o encontro institucional, o prefeito Abilio Brunini destacou a importância da cooperação entre os entes públicos para viabilizar a revitalização da região central.

“O nosso sonho é transformar o Centro Histórico em um espaço novamente frequentado pela cuiabania e pelos turistas, onde a vida, a cultura e o lazer voltem aos becos e ruas da capital velha. Para isso, precisamos da colaboração de todos os entes, buscando soluções conjuntas e mais agilidade nos processos para garantir as intervenções necessárias”, afirmou.

Casarão restaurado integra ações de revitalização

A edificação entregue, localizada na Praça do Rosário, nº 65, havia sido atingida por um incêndio em 2018, que destruiu a cobertura e comprometeu a estrutura interna. Desde então, o imóvel entrou em processo de deterioração, com perda de paredes e agravamento das condições de habitabilidade.

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A reconstrução foi viabilizada por meio do Canteiro Modelo de Conservação de Cuiabá (CMCC), projeto de extensão da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em parceria com o Iphan, dentro do Programa Conviver.

As obras ocorreram entre agosto de 2025 e abril de 2026 e envolveram oficinas, mutirões e atividades práticas que mobilizaram mais de 100 participantes, entre estudantes, profissionais e membros da comunidade. A iniciativa integra ações de assistência técnica voltadas a habitações de interesse social em áreas urbanas tombadas.

Coordenadora do Canteiro Modelo de Conservação, a professora doutora Luciana Pelaes Mascaro destacou que o projeto busca atender famílias de baixa renda que enfrentam dificuldades para manter imóveis históricos, além de contribuir para a permanência da população no centro da cidade.

“Conseguimos recurso para fazer a recuperação de habitações para pessoas com renda de até três salários mínimos, que têm dificuldade de manter esses imóveis tombados. A principal importância é ajudar essas famílias e fixar moradores no centro, o que contribui para uma cidade mais compacta, dinâmica e segura, fortalecendo o comércio e as relações urbanas”, informou.

O secretário municipal José Afonso Portocarrero ressaltou o apoio da Prefeitura de Cuiabá à iniciativa e a expectativa de ampliação do projeto para outros imóveis do centro histórico.

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“A prefeitura tem conhecimento do projeto e fica muito contente com essa iniciativa do Iphan com a Universidade Federal. Estamos apoiando no que for necessário. A gente espera que essa proposta se expanda, porque há uma área grande do centro histórico com casarões em processo de abandono, e a ideia é ampliar a quantidade de imóveis atendidos”, contextualizou.

Já o presidente do Iphan, Deyvesson Israel Alves Gusmão, enfatizou o papel da participação social na preservação do patrimônio e os impactos do programa na revitalização dos centros históricos.

“O programa Conviver nasce da necessidade de interlocução do poder público com a sociedade na conservação de áreas históricas. A preservação só é efetiva com participação social, e o principal resultado é um centro histórico vivo, com pessoas morando e vivendo nesses espaços. A recuperação desses imóveis é voltada para famílias de baixa renda e contribui para o desenvolvimento social, econômico, estimula o turismo e fortalece a cidadania”, pontuou.

Além de devolver o imóvel à família, a entrega reforça a importância da preservação do patrimônio cultural e das relações comunitárias no entorno da Igreja de Nossa Senhora do Rosário e Capela de São Benedito, um dos principais marcos históricos e religiosos de Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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