Política Nacional

Câmara debate indicadores de educação inclusiva em escolas católicas

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados promove debate nesta quarta-feira (22) sobre indicadores de educação inclusiva em instituições ligadas à Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (Anec).

Serão apresentados dados sobre o número de estudantes com deficiência atendidos, formação de professores, investimentos, desafios e propostas para a educação inclusiva.

O debate será realizado às 16 horas, em plenário a ser definido, e atende a pedido da deputada Maria do Rosário (PT-RS).

Veja quem foi convidado

Maria do Rosário destaca que o estudo contribui para compreender como é possível oferecer um serviço educacional de qualidade, em parceria com famílias e especialistas, respeitando as necessidades específicas dos estudantes.

“A legislação brasileira precisa dar respaldo tanto aos estudantes com necessidades especiais e suas famílias, como às instituições de ensino, que acolhem uma multiplicidade de situações que precisam ser diagnosticadas com profundidade para ajudar no processo educacional”,  afirma a deputada.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Senado aprova prioridade para futebol feminino na política de esporte

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O Senado aprovou, nesta quarta-feira (13), projeto de lei que torna o futebol feminino prioridade na política pública esportiva nacional, com foco na profissionalização e na equidade de oportunidades. O Projeto de Lei (PL) 4.578/2025, do Poder Executivo, foi aprovado sem mudanças no mérito, e seguirá para a sanção.

O texto estabelece diretrizes para o desenvolvimento do futebol feminino no Brasil. Além de dar prioridade ao futebol feminino, exige a elaboração de um plano de legado social, esportivo e financeiro da Copa do Mundo Feminina da Fifa 2027, que será realizada no Brasil.

A relatora, senadora Teresa Leitão (PT-PE), lembrou que o futebol feminino brasileiro não cresceu em terreno favorável e foi construído por mulheres que permaneceram na modalidade, apesar da escassez de recursos, da precariedade das estruturas e da resistência das instituições.

— O projeto merece pleno acolhimento. Seu ponto de partida é uma escolha clara: situar o desenvolvimento do futebol feminino entre as prioridades da política esportiva nacional. A proposta reconhece a dimensão alcançada pela modalidade e oferece instrumentos para que seu crescimento deixe de depender de iniciativas dispersas e passe a integrar uma ação pública contínua — explicou.

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A relatora fez ajustes redacionais, segundo ela apenas para adequar termos do projeto aos de outras leis.

Igualdade salarial

O Ministério do Esporte deve promover condições favoráveis para o futebol feminino. Também deverá incentivar a igualdade salarial e a participação de mulheres na gestão do esporte e na arbitragem.

O projeto limita a inscrição de atletas não profissionais em competições oficiais. Na principal divisão nacional, o limite será de quatro atletas dessa categoria por equipe, com redução gradual até a total profissionalização da modalidade.

O texto prevê, ainda, a criação de protocolos para combater ativamente a discriminação, a intolerância e a violência contra as mulheres no esporte. A medida abrange atletas, árbitras, treinadoras, torcedoras e demais profissionais.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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