Tribunal de Justiça de MT

Campanha Justiça Segura do TJMT orienta população contra golpe do Pix

Publicado

Card da campanha Justiça Segura exibe alerta sobre o “Golpe do Pix”. À esquerda, título em letras brancas com fundo preto e vermelho; à direita, mão segura celular com tela de transferência em destaque.O Poder Judiciário de Mato Grosso segue com a campanha Justiça Segura – Não Caia no Golpe, que tem como objetivo orientar a sociedade sobre os principais crimes digitais e as formas de prevenção. Desta vez, o alerta é para o golpe do Pix, uma fraude que tem feito inúmeras vítimas em todo o país.

Embora o Pix tenha trazido agilidade e praticidade para o dia a dia, criminosos passaram a explorar a ferramenta em diferentes modalidades de golpe. O mecanismo é sempre o mesmo: convencer a vítima a realizar uma transferência para a conta de um golpista.

Entre as estratégias mais comuns utilizadas estão:

– Falso sequestro ou emergência envolvendo familiares;

– Envio de comprovante falso de pagamento para enganar vendedores;

– Pedidos de dinheiro feitos por contatos clonados ou números desconhecidos;

– Promoções e investimentos inexistentes;

– Mensagens com links maliciosos que instalam vírus e roubam dados bancários.

A orientação é redobrar a atenção antes de realizar qualquer transferência. Sempre confirme a veracidade da solicitação com a pessoa envolvida e desconfie de situações de urgência ou ofertas “imperdíveis”.

Leia mais:  Programa Solo Seguro entrega títulos definitivos e realiza sonho de 203 famílias em Chapada

A campanha Justiça Segura – Não caia no Golpe tem o objetivo de informar e auxiliar na prevenção de fraudes digitais, bem como na conscientização da sociedade, para que todos possam se proteger contra golpes e crimes virtuais.

Leia matérias relacionadas:

Justiça Segura: campanha alerta sobre golpe do WhatsApp e riscos de fraudes virtuais

Poder Judiciário de Mato Grosso alerta sobre o golpe do pharming

Justiça Segura: Poder Judiciário de Mato Grosso alerta para golpe do falso boleto

Golpistas enviam mensagens com links falsos usando o nome do Fórum de Colíder

Golpistas usam WhatsApp e nome do Fórum de Lucas do Rio Verde para pedir dados pessoais

Fórum de Tangará da Serra realiza ação contra fraudes em comunicações judiciais

TJMT alerta sobre golpe que usa nomes de autoridades para enganar famílias de custodiados

Judiciário alerta: golpistas usam nome de comarcas e do TJMT para aplicar fraudes virtuais

Justiça Segura: TJMT divulga cartilha para prevenir fraudes usando nomes do Judiciário

Leia mais:  Publicado edital de concurso cultural nas escolas realizado pelo TJMT em parceria com a Seduc-MT

Justiça Segura: TJMT reforça campanha de alerta sobre golpe do falso advogado

TJMT reforça campanha contra fraudes: golpe bem montado também é crime

É oficial ou é golpe? Campanha do TJMT alerta sobre mensagens falsas em nome da Justiça

Golpe dos precatórios: TJMT reforça que não cobra taxas e não faz contato por telefone ou whatsapp

“Justiça Segura”: saiba como funciona o golpe do falso advogado e reforça alerta à população

Judiciário de Mato Grosso lança campanha contra golpes virtuais: Justiça Segura – Não Caia no Golpe

Autor: Dani Cunha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Tribunal de Justiça de MT

Palestra aborda estratégias para identificar e combater demandas abusivas

Publicado

O crescimento de ações judiciais com indícios de litigância abusiva e seus impactos no funcionamento dos Juizados Especiais estiveram no centro das discussões da palestra “Reflexões sobre demandas abusivas no sistema dos Juizados Especiais”, realizada na tarde de segunda-feira (15), no Complexo dos Juizados Especiais em Cuiabá. A atividade integrou a programação da III Semana Nacional dos Juizados Especiais e reuniu magistrados, servidores, operadores do Direito e demais interessados.
Durante o painel, a juíza do Juizado Especial de Alta Floresta, Milena Ramos de Lima e Souza Paro, destacou que a litigância abusiva é um fenômeno que afeta diretamente a eficiência do sistema de Justiça e prejudica os jurisdicionados que buscam a tutela de direitos legítimos.
Segundo a magistrada, esse tipo de prática é caracterizado por condutas processuais ilícitas que utilizam o Poder Judiciário de forma indevida para obtenção de vantagens ilegítimas. “Quem mais sofre com esse fenômeno é justamente o jurisdicionado legítimo, porque ele provoca congestionamento processual, aumenta o tempo de tramitação dos processos e gera desperdício de recursos públicos”, afirmou.
Milena explicou que a Recomendação nº 159 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) trouxe critérios objetivos para identificação e enfrentamento das demandas abusivas, preservando, ao mesmo tempo, o acesso à Justiça. Entre os exemplos apontados estão o fracionamento indevido de ações, a multiplicação artificial de processos, a utilização de documentos incompatíveis ou falsificados e a distribuição massiva de demandas sem fundamento jurídico consistente.
A magistrada ressaltou ainda que o enfrentamento do problema exige a atuação conjunta de todos os atores do sistema de Justiça. “É relevante reunirmos todos para refletirmos, dialogarmos e traçarmos estratégias estruturais para enfrentar esse fenômeno. O objetivo é garantir a integridade dos Juizados Especiais e assegurar que essa porta permaneça aberta para quem realmente necessita da proteção judicial”, disse.
Ferramentas de monitoramento
O juiz do Segundo Juizado Especial de Rondonópolis, Wagner Plaza Machado Junior, abordou as medidas que vêm sendo adotadas para identificar padrões de litigância abusiva e auxiliar magistrados na análise dos processos.
Ele explicou que é preciso diferenciar demandas de massa legítimas, decorrentes de falhas sistêmicas que atingem grande número de pessoas, das chamadas demandas predatórias, marcadas pelo uso abusivo do sistema judicial. “Nem toda demanda em massa é abusiva. Muitas delas decorrem de direitos legítimos. O problema surge quando são utilizados meios indevidos para levar essas ações ao Judiciário, seja por meio da captação irregular de clientes, da alteração de documentos ou da criação artificial de demandas”, observou.
Entre as situações mais recorrentes, Wagner citou o fracionamento de processos relacionados a uma mesma ocorrência, especialmente em ações envolvendo companhias aéreas. Segundo ele, a prática aumenta artificialmente o número de ações e sobrecarrega o sistema judicial.
O magistrado também apresentou ferramentas tecnológicas que auxiliam na identificação de processos semelhantes, padrões de distribuição e possíveis irregularidades, contribuindo para uma análise mais criteriosa das demandas.
Preservação do acesso à Justiça
Ao final do painel, os magistrados reforçaram que o combate à litigância abusiva não significa restringir o acesso da população ao Judiciário, mas sim proteger a credibilidade do sistema e garantir que os recursos públicos e a estrutura judicial estejam disponíveis para atender conflitos legítimos.
A palestra integrou a programação da III Semana Nacional dos Juizados Especiais, promovida pelo Poder Judiciário de Mato Grosso com o objetivo de fomentar o debate sobre temas relevantes para o aprimoramento dos Juizados e a prestação de serviços cada vez mais eficientes à sociedade.
Leia mais:

Autor: Roberta Penha

Leia mais:  Juíza de Ribeirão Cascalheira concede certidão de nascimento tardia a homem de 67 anos

Fotografo: Rodrigo Moura

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana