Mato Grosso

Capacitação em Gestão e Fiscalização de Contratos reúne 600 servidores estaduais

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A Controladoria Geral do Estado de Mato Grosso (CGE-MT) realizou nesta semana uma capacitação focada na Gestão e Fiscalização de Contratos, destinada aos servidores da administração pública estadual. O evento reuniu cerca de 600 participantes, divididos nas modalidades online e presencial, demonstrando a importância e o interesse no tema abordado.

Esta iniciativa faz parte do programa CGE Orienta, uma série de ações de qualificações oferecidas anualmente aos órgãos e entidades estaduais com o intuito de aprimorar o desempenho dos servidores públicos. O curso, estruturado em 19 tópicos, abordou temas essenciais como a introdução à fiscalização de contratos, funcionamento do macroprocesso de aquisições e contratações, controle, gestão e fiscalização, entre outros.

Com a presença do auditor Orlando Cames como palestrante, a capacitação teve o objetivo principal de proporcionar conhecimento especializado aos servidores. A iniciativa visou capacitá-los para enfrentar os desafios da administração pública, com foco especial nas compras e contratações governamentais.

“A presença e o engajamento dos participantes, tanto online quanto presencialmente, demonstram a importância e o interesse no tema. Nosso objetivo principal é proporcionar ferramentas e conhecimento para que nossos servidores possam atuar com mais eficiência, transparência e preparação nas compras e contratações governamentais”, disse Orlando.

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Esta ação reforça o compromisso da CGE-MT em promover uma gestão pública mais eficiente, transparente e preparada para as demandas administrativas.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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