Agro News

Cargill lança Notox MAX PTY 2.0 para proteger aves contra micotoxinas na ração

Publicado

Cargill apresenta solução inovadora contra micotoxinas

A Cargill acaba de lançar o Notox MAX PTY 2.0, um aditivo desenvolvido para proteger aves de produção contra os efeitos nocivos das micotoxinas — compostos tóxicos produzidos naturalmente por fungos que podem contaminar ingredientes como milho, soja e trigo, utilizados na formulação de rações.

Composição avançada garante ampla proteção

A formulação do Notox MAX PTY 2.0 reúne minerais e compostos funcionais como bentonita modificada, clinoptilolita, carbono orgânico e fibras solúveis. Essa combinação proporciona um alto poder de adsorção, atuando como uma barreira eficiente que impede a absorção de micotoxinas no sistema digestivo das aves, sem interferir na assimilação de nutrientes essenciais.

Tecnologia baseada em banco de dados global

O produto foi desenvolvido com base no maior banco de dados sobre micotoxinas do mundo, mantido pela própria Cargill. O Notox MAX PTY 2.0 integra uma linha completa de soluções que inclui consultoria e serviços para todas as etapas da cadeia produtiva avícola.

Leia mais:  Exportações de Amendoim e Óleo Crescem de Forma Expressiva e Impulsionam Setor Brasileiro
Atuação no trato gastrointestinal das aves

Segundo Thays Cristina Oliveira De Quadros, consultora técnica da Cargill, o novo aditivo atua de forma rápida e inteligente em todo o trato gastrointestinal das aves, bloqueando os efeitos nocivos das micotoxinas sobre a imunidade, a saúde intestinal e o equilíbrio da microbiota, sem comprometer a absorção de vitaminas e minerais.

Riscos silenciosos na avicultura

Micotoxinas como DON (deoxinivalenol), também conhecida como vomitoxina, são produzidas naturalmente por fungos e representam um risco frequente no campo, especialmente em cultivos como trigo e milho. A ingestão dessa toxina pelas aves pode resultar em redução no consumo de ração, perda de peso e queda na produção de ovos.

Desafios na detecção e resistência das toxinas

A detecção das micotoxinas nas matérias-primas da ração é desafiadora, com a amostragem sendo responsável por até 80% do resultado da análise. Além disso, toxinas como o DON possuem estrutura química estável e são resistentes a tratamentos térmicos, o que dificulta sua eliminação.

Ampla eficácia comprovada

Notox MAX PTY 2.0 atua contra diversas micotoxinas além do DON, como ZEA (zearalenona), FUMO (fumonisina), OTA (ocratoxina), AFLA (aflatoxinas) e toxina T2. A eficácia do aditivo foi validada por meio de testes in vitro e in vivo, que confirmaram sua capacidade de adsorção tecnológica e inteligente, garantindo proteção efetiva às aves e segurança ao produtor.

Leia mais:  Boi gordo em alta: arroba próxima de recorde melhora poder de compra do pecuarista em 12 meses

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

publicidade

Agro News

Entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União no Amazonas

Publicado

Um marco histórico para a aquicultura no Amazonas foi registrado nesta sexta-feira (25), no município de Iranduba, com a entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União para produção de pescado no estado. O documento permitirá ao usuário produzir tambaqui e representa uma nova etapa para o desenvolvimento da atividade aquícola na região, fomentando a geração de emprego e renda.

Durante a agenda em Manaus, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou o caráter inédito da iniciativa e a importância de ampliar o acesso às águas públicas para fortalecer a produção de pescado no país. “É de forma histórica que acontece a primeira entrega aqui no Amazonas. Estamos entregando para um usuário do município de Iranduba, que irá produzir em torno de 120 toneladas de tambaqui ao ano, gerando emprego, gerando oportunidade e gerando renda”, afirmou o ministro.

A iniciativa reforça o potencial do Amazonas para a produção de pescado e a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da pesca e da aquicultura. Segundo o ministro, o estado reúne uma forte vocação para a atividade, com cerca de 151 mil pescadores e pescadoras e uma produção estimada em 80 mil toneladas de pescado por ano.

Leia mais:  Agrishow 2026 deve manter foco em tecnologia e eficiência produtiva

Ciência e inovação para fortalecer a aquicultura

Na segunda parte da agenda em Manaus, o ministro Edipo Araujo visitou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), onde conheceu as obras de reforma do laboratório voltado à aquicultura. A visita reforçou a importância da ciência e da pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, formação de profissionais e avanço da produção aquícola na Amazônia.

O espaço é considerado estratégico para a geração de conhecimento e para a formação de novos pesquisadores na área. Para o ministro, o fortalecimento da pesquisa é fundamental para ampliar a capacidade produtiva do setor e aumentar a competitividade do pescado brasileiro. “E só para lembrar que a aquicultura não é futuro, a aquicultura já é presente. Já é a cadeia produtiva do pescado que mais coloca alimento para a nossa mesa advindo das nossas águas. E por isso nós precisamos cada vez mais incentivar a pesquisa na aquicultura, crescer em inovação, crescer em tecnicismo, para que a gente possa despontar e concorrer com o mundo”, afirmou.

A visita ao INPA integra a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura voltada à aproximação com instituições de pesquisa e ao fortalecimento da ciência como instrumento para impulsionar a cadeia produtiva do pescado. A iniciativa também reforça a atuação na Amazônia, região estratégica para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura brasileira.

Leia mais:  Dólar abre semana em alta com cenário político e expectativa econômica; Ibovespa acompanha movimento

Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicutura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

Continue lendo

Mais Lidas da Semana